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Natural antibodies in paracoccidioidomycosis

S. Unterkircher, Carmelinda; V.P. Leão, Mariella; Heloisa S.L. Blotta, Maria; Pires de Camargo, Zoilo.
Braz. J. Microbiol.; 35(1)2004.
Artigo em Inglês | VETINDEX-Express | ID: vti-443806

Resumo

Recent attention has been focused on the natural antibodies as a component of natural immunity and as integral part of the idiotypic network. However, their functional role in different infections has rarely been studied. This work was undertaken to investigate the presence of natural antibodies in paracoccidioidomycosis (PCM). In addition, we analyzed anti-P. brasiliensis antibodies and their distribution in IgG subclasses in order to acquire better knowledge about the humoral immune response in this mycosis. Our findings show that the natural antibody response is not very much increased in PCM when compared with other parasite infections and this response is restricted to a few specificities, suggesting that P. brasiliensis moderately triggers CD5+ B cells. The anti-actin antibody was the main antibody specificity found in PCM. Specific antibodies to P. brasiliensis were mainly found in the IgG1 subclass in chronic patients of PCM.
Recente atenção tem sido dada aos anticorpos naturais como componentes da imunidade natural e como parte integrante da rede idiotípica. Todavia, seu papel funcional em diferentes infecções tem, raramente, sido estudado. O objetivo deste trabalho foi investigar a presença de anticorpos naturais na paracoccidioidomicose (PCM). Em adição, analisamos os anticorpos específicos anti-P. brasiliensis e sua distribuição em subclasses a fim de adquirir mais conhecimento sobre a resposta imune humoral nesta micose. Nossos achados mostram que a resposta de anticorpos naturais não é acentuada na PCM quando comparada com outras infecções por parasitas e, é restrita a poucas especificidades, sugerindo que o P. brasiliensis estimula moderadamente as células B CD5+. O anticorpo anti-actina foi a principal especificidade encontrada na PCM. Os anticorpos especificos para P. brasiliensis, nos pacientes crônicos, eram, principalmente, da subclasse IgG1.
Biblioteca responsável: BR68.1