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Bacterial phagocytosis by macrophage of autogenous splenic implant

G. Marques, R.; Petroianu, Y.; M. C. de O. Coelho, J..
Braz. J. Biol.; 63(3)2003.
Artigo em Inglês | VETINDEX-Express | ID: vti-445832

Resumo

Autogenous splenic implant seems to be the only alternative for preservation of splenic tissue after total splenectomy. This work was carried out to analyze the morphologic regeneration of autotransplanted splenic tissue in Wistar rats and to determine the bacterial phagocytic function of their macrophages. We utilized an experimental model with thirty-two rats, of both sexes, submitted to total splenectomy combined with autotransplantation in greater omentum of slices of the whole spleen mass. The animals were divided into two groups: I - young rats weighing 100 to 150 g; and II - adult rats weighing 250 to 300 g. Sixteen weeks later animals were intravenously inoculated with a suspension of Escherichia coli AB1157. Twenty minutes after inoculation, the animals were sacrificed and the splenic autotransplants were removed for morphological study. There was regeneration of autotransplanted splenic tissue in all animals. A similar morphological aspect among all animals was observed, with splenic tissue showing red and white pulps, lymphoid follicles, and marginal zone, with a moderate architectural disarrangement. Macrophages containing gram-negative bacterial aggregates as well as macrophages with hemosiderin pigments within the cytoplasm were observed. Blood vessels showed preserved walls, with no signs of vasculitis or thrombosis. The present results suggest that autogenous splenic implants in the greater omentum of the rat acquire the macro- and microscopic architecture of a normal spleen, with reduced dimensions, and preserve bacterial phagocyte function.
O auto-implante esplênico parece constituir a única alternativa para preservação de tecido esplênico após esplenectomia total. O objetivo deste trabalho foi analisar a regeneração morfológica de tecido esplênico auto-implantado em ratos Wistar e determinar a função fagocitária bacteriana de seus macrófagos. Utilizamos um modelo experimental com 32 ratos, de ambos os sexos, submetidos a esplenectomia total combinada com auto-implante de fatias de toda a massa esplênica no omento maior. Os animais foram divididos em dois grupos: I - ratos jovens com peso variando entre 100 g e 150 g; e II - ratos adultos com peso variando entre 250 g e 300 g. Dezesseis semanas depois, os animais foram inoculados, por via intravenosa, com uma suspensão de Escherichia coli AB1157. Decorridos vinte minutos da inoculação, os animais foram mortos e os implantes esplênicos foram removidos para estudo morfológico. Ocorreu regeneração do tecido esplênico auto-implantado em todos os animais. Foi observado aspecto morfológico similar em todos os animais, com presença de polpas vermelhas e brancas, folículos linfóides e zona marginal, com moderado desarranjo arquitetural. Foram observados macrófagos contendo agregados de bactérias gram-negativas, assim como macrófagos contendo pigmentos de hemosiderina, em seu citoplasma. Os vasos sangüíneos apresentaram paredes preservadas, com ausência de sinais de vasculite ou trombose. Nossos resultados sugerem que o implante esplênico autógeno no omento maior do rato adquire a arquitetura macro e microscópica de um baço normal, de menor dimensão, e preserva a função fagocitária bacteriana.
Biblioteca responsável: BR68.1