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Differential trappability of small mammals in three habitats of Southeastern Brazil

V. Vieira, M.; E. V. Grelle, C.; Gentile, R..
Braz. J. Biol.; 64(4)2004.
Artigo em Inglês | VETINDEX-Express | ID: vti-445967

Resumo

We compared the trappability of marked and unmarked individuals in species of marsupials and rodents of three tropical assemblages of small mammals in Brazil. Two studies used trapping grids, one in cerrado and the other in an Atlantic forest reserve, whereas the study in a rural area used transects. In the two studies using trapping grids, marked animals were frequently more trappable than unmarked ones, but in some species this difference was not significant. In the rural area, marked and unmarked animals did not differ significantly. The number of recaptures per resident animal was higher in the two studies using trapping grids than in the rural area where transects were used. Differences in trappability between the three studies might have been caused by differences not only in trapping design (grids vs. transects), but also in the type of trap used, bait, and habitat. Although differential trappability tends to be considered the rule in small mammals, these results suggest that trappability of marked and unmarked animals may be specific for the particular combination of sampling design, field methods, and habitat under study.
A taxa de captura de indivíduos marcados e não-marcados de espécies de marsupiais e roedores foi comparada entre três comunidades de pequenos mamíferos no Brasil. Em dois estudos, foram utilizadas grades de armadilhas, um no cerrado e outro em reserva de Mata Atlântica, e em um estudo em área rural foram utilizados transectos. Nos dois estudos que usaram grades de armadilhas, os animais marcados foram capturados com mais freqüência que os não-marcados, embora em algumas espécies essa diferença não tenha sido significativa. Na área rural, a captura de animais marcados e não-marcados não diferiu significativamente. O número de recapturas por animal residente foi maior nos dois estudos que usaram grades de armadilha. As diferenças de capturabilidade entre os três estudos podem resultar do uso de grades e transectos de armadilhas, mas também podem ser decorrentes das diferenças entre as armadilhas utilizadas, as iscas e os habitats. Independentemente da causa, a capturabilidade diferencial tende a ser considerada uma regra em pequenos mamíferos, mas os resultados apresentados sugerem que a capturabilidade de animais marcados e não-marcados seja específica da combinação particular de desenho amostral, métodos de campo e habitat de estudo.
Biblioteca responsável: BR68.1