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Efeito da vacina contra coccidiose sobre a colonização de Salmonella enteritidis em frangos de corte tratados com microbiota cecal anaeróbia

Andreatti Filho, R.L.; Mestrinel Jr., P.; Sampaio, H.M.; Crocci, A.J..
Artigo em Português | VETINDEX-Express | ID: vti-447535

Resumo

The effect of a coccidiosis vacine on the ability of the anaerobic cecal microflora (ACM) administered (treated birds) through different ways, to protect broiler chicks against Salmonella enteritidis (Se) colonization was studied. One hundred twenty broiler chicks were divided into six groups: for group A, ACM was given by spray after vaccination against coccidiosis and challenge with Se; for group B, ACM was given by intra-esophagus to coccidiosis vaccinated and Se challenged chicks; for group C, ACM given by drinking water to coccidiosis vaccinated and Se challenged chicks; for group D, chicks were not ACM treated, but coccidiosis vaccinated and Se challenged; for group E, chicks were not ACM treated, not vaccinated against coccidiosis but Se challenged and, for group F, not vaccinated, not challenged, and not treated chicks were used (negative control). The colonization of the digestive system and the presence of Se in feces were used as parameters, as well as body weight of the chicks, evaluated at two, seven and 12 days after challenge. Se count in feces and cecal colonization were reduced in ACM treated groups, mainly through spraying and by intra-esophagus routes, indicating that the actions of ACM against cecal colonization and fecal excretion of Se are not affected by the use of vaccine against coccidiosis in broiler chicks, and that the association ACM/coccidiosis vaccine can be used without reduction of the effectiveness of ACM. In the groups that did not receive ACM, vaccinated or not against coccidiosis, there was an increase of cecal colonization, as well as fecal excretion of Se. The cecum was the main site of colonization and persistence of Se. ACM given by spraying or intra-esophagus route reduced Se in the feces and cecum, as compared with chicks that received ACM by drinking water, although only this treatment has determined a significantly higher body weight than the not treated, not vaccinated but challenged group, probably indicating that the paratyphoids Salmonella may not interfere with broiler performance. No differences on body weight between not ACM treated, Se challenged and vaccinated or not groups were observed, suggesting that the vaccine did not influence the weight gain of the chicks challenged with Salmonela enteriditis.
Avaliou-se o efeito da vacina contra coccidiose sobre a habilidade da microbiota cecal anaeróbia (MCA), administrada por diferentes vias (aves tratadas), em proteger pintos de corte da colonização por Salmonella enteritidis (Se). Utilizaram-se 120 aves assim divididas: grupo A, pulverização de MCA em aves vacinadas contra coccidiose e desafiadas com Se, grupo B, inoculação endoesofágica de MCA em aves vacinadas e desafiadas, grupo C, MCA na água de bebida de aves vacinadas e desafiadas, grupo D, aves não tratadas, vacinadas e desafiadas, grupo E, aves não tratadas, não vacinadas e desafiadas e, grupo F, aves não tratadas, não vacinadas e não desafiadas (controle negativo). Utilizaram-se como parâmetros a colonização do trato digestivo por Se e sua presença nas fezes, bem como o peso corporal das aves, avaliados aos dois, sete e 12 dias após o desafio. Nas aves tratadas com MCA, especialmente por meio de pulverização e inoculação endoesofágica, a colonização do ceco por Se e sua presença nas fezes foram menores, mostrando que a ação da MCA contra a colonização de ceco e excreção fecal não foi afetada pelo uso da vacina contra coccidiose em pintos de corte e que a associação MCA/vacina contra coccidiose pode ser utilizada sem que haja comprometimento na eficácia da MCA. Nos grupos que não receberam MCA, vacinados ou não contra coccidiose, houve aumento da colonização cecal, bem como excreção fecal da amostra desafio. O ceco foi o local de maior presença e persistência da Se. O resultado de administração de MCA pela água de bebida não foi tão eficiente, mas somente este tratamento resultou em peso corporal das aves significativamente superior ao das aves do grupo não tratado, não vacinado e desafiado, indicando que a presença de salmonelas paratifóides não interfere na produtividade de frangos de corte. Não se observou diferença no peso das aves dos grupos D (vacinados contra coccidiose) e E (não vacinadas) desafiadas com Se, demonstrando que a vacina não influenciou negativamente o ganho de peso das aves desafiadas com Salmonela enteriditis.
Biblioteca responsável: BR68.1