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Autotransplantation of spleen tissue in children with mansonic schistosomiasis who underwent splenectomy: Evaluation of splenic residual functions

Teixeira Brandt, Carlos; Bragante de Araújo, Lenisio; Maria Barbosa, Célia.
Acta cir. bras.; 13(4)1998.
Artigo em Inglês | VETINDEX-Express | ID: vti-448039

Resumo

Autotransplantation of spleen tissue is an attempt for maintenance of splenic functions when splenectomy is indicated in children. It minimizes the risks of overwhelming postsplenectomy infection and it has been done in children with severe portal hypertension due to hepatosplenic mansonic schistosomiasis that underwent splenectomy. The purposes of this investigation were to study the morphology of the residual splenic tissue; to evaluate the residual filtration function of this splenosis; and to assess the immune response to polyvalent pneumococcal vaccine of these patients. Twenty-three children with portal hypertension from mansonic schistosomiasis who underwent splenectomy, ligature of the left gastric vein, autotransplantation of spleen tissue into an omental pouch were evaluated for residual splenic parenchyma and functions. Tc-99m sulfur colloid liver-spleen scans were used for detection of splenic nodules. The search for Howell Jolly bodies were used for assessing the filtration function and Enzyme-linked immunosorbent assay was used for measuring the relative rise in titter of specific pneumococcal antibodies. Splenosis was evident in all children; however, in two there were less than five splenic nodules in the greater omentum, which was considered insufficient. Howell-Jolly bodies were found in the peripheral blood only in these two patients with less evident splenosis. The immune response was adequate in 15 patients; it was intermediate in 4 patients and inadequate in 4 patients. Autotransplantation of spleen tissue into an omental pouch is efficient in maintaining the filtration splenic function in more than 90% of the cases and the immune response to pneumococcal vaccination in approximately 65% of the children.
Transplante autólogo de tecido esplênico é uma tentativa de manter as funções esplênicas quando esplenectomia está indicado em crianças. Ele minimiza os riscos de septicemia fulminante após esplenectomia e tem sido feito em crianças com hipertensão porta severa, devido a hepato-esplenomegalia esquistossomótica, que se submeteram à esplenectomia. Os objetivos da presente investigação foram: estudar a morfologia do tecido esplênico residual; avaliar a função de filtração da esplenose; e avaliar a resposta imune à vacinação polivalente contra pneumococos destes pacientes. Vinte e três crianças com hipertensão porta, devido a esquistossomose mansônica, que se submeteram à esplenectomia, ligadura da veia gástrica esquerda, autotransplante de tecido esplênico em bolsa no omento maior foram avaliadas para as funções esplênicas residuais. Cintilografia hepatoesplênica com enxofre coloidal marcado com Tc-99m foi usado para detecção dos nódulos esplênicos. A pesquisa de corpúsculos de Howell Jolly foi usada para avaliar a função de filtração. A avaliação da resposta de anticorpos contra pneumococos foi medida pelo método de Elisa. Esplenose foi evidente em todas as crianças, contudo, em dois, foi identificado menos de cinco nódulos esplênicos no omento maior, a qual foi considerada insuficiente. Corpúsculos de Howell Jolly foram encontrados no sangue periférico somente nesses dois pacientes com esplenose menos evidente. A resposta imune foi adequada em quinze pacientes; foi intermediária em quatro pacientes e inadequada em outros quatro. Transplante autólogo de tecido esplênico em bolsa do omento maior foi considerado eficiente na manutenção da função esplênica em mais de 90% dos pacientes e da resposta imune à vacinação contra pneumococos em aproximadamente 65% das crianças.
Biblioteca responsável: BR68.1