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EFEITO DE CÁLCULOS BILIARES HUMANOS NA CAVIDADE PERITONEAL DE RATOS

Jorge Martins Torres, Orlando; Aparecido Valadão, José; José Rodrigues Silva, Ailton; Penha Macau, Rosane; Carlos Antunes Cintra, Jean; Andreas Dietz, Ulrich; Afonso Nunes Nassif, Paulo.
Acta cir. bras.; 13(4)1998.
Artigo em Português | VETINDEX-Express | ID: vti-448042

Resumo

The aim of the present study is to analize in an experimental study, the macroscopical and microscopical features of the human gallstones on the peritoneal cavity of rats. Thirty-two male Wistar rats, weighting between 205 to 268g, were used. The animals were divided into two groups. The surgical procedure was performed in each one group: in group A (n =16), the animals were underwent to intestinal mobilization; in group B (n =16), human gallstones were left on the peritoneal cavity. The rats were evaluated at postoperative days 21 and 42. The results showed that simple bowel mobilization caused adhesions on the animals (n =10). Adhesions were noted in 11 gallstones in group B. Histologically there was no exuberant fibrosis surrounding the gallstone, mainly at postoperative day 42. No macro or micro abscesses were noted, and there was no evidence of free intra peritoneal fluid. This study suggest that despite of low incidence of complications , every attempt should be made to retrieve stones lost during cholecystectomy.
Este estudo tem por objetivo analisar experimentalmente as características macroscópicas e microscópicas de cálculos biliares humanos na cavidade peritoneal de ratos. Foram utilizados 32 ratos Wistar, machos, pesando entre 205 e 268 g. Estes animais foram distribuídos em dois grupos e o procedimento cirúrgico foi realizado em cada grupo: no grupo A (n =16), os animais foram submetidos a manipulação intestinal; no grupo B (n=16), cálculos biliares humanos foram colocados na cavidade peritoneal. Os ratos foram avaliados no 21º e 42º dias do período pós-operatório. Os resultados mostraram que a simples manipulação causou aderências nos animais (n=10). As aderências foram notadas em 11 cálculos no grupo B. Histologicamente não houve fibrose intensa em torno do cálculo, principalmente no 42º dia do período pós-operatório. Não foram observados macro ou micro abscessos e não houve evidências de fluído livre intra-peritoneal. Este estudo demonstra que apesar da baixa incidência de complicações, todas as tentativas devem ser feitas para recuperar cálculos perdidos durante colecistectomia.
Biblioteca responsável: BR68.1