Your browser doesn't support javascript.

Portal de Pesquisa da BVS Veterinária

Informação e Conhecimento para a Saúde

Home > Pesquisa > ()
Imprimir Exportar

Formato de exportação:

Exportar

Exportar:

Email
Adicionar mais destinatários

Enviar resultado
| |

Efeito do ultrasom terapêutico nas anastomoses colônicas. Estudo experimental em ratos

Hintz Greca, Fernando; de Lourdes Pessole Biondo-Simões, Maria; Fernando Ribeiro de Araújo, Celso; Martins Collaço, Luiz; Elias Contin Mansur, Alexandre; de Castro Kantor, Deborah; Afonso Morgenstern, Glauco.
Acta cir. bras.; 14(3)1999.
Artigo em Português | VETINDEX-Express | ID: vti-448071

Resumo

The aim of the present study was to evaluate the role of the ultrasound therapy in the healing of colonic anastomosis. Sixty-four Wistar male rats were studied. In the first protocol thirty-two animals were submited to a colonic anastomosis using 5-0 nylon suture. In the second protocol the remaining rats had their colonic anastomosis performed with 5-0 steel wire suture. In both protocols 50% of the animals were submited to terapeutic ultrasound. The anastomosis were evaluated on the 3rd and 7th post-operative day through bursting pressure and histological studies. Finally a third protocol was done to compare the healing process of the anastomosis performed with nylon and steel wire sutures in the therapeutic groups. We concluded the ultrasound does not interfere in the colonic healing process of the anastomosis performed with nylon or steel wire sutures.
Objetivou-se conhecer a influência do ultra-som na cicatrização colônica em ratos e avaliar os fios de aço e náilon na vigência desta terapia. Utilizou-se 64 ratos machos Wistar divididos em protocolos. Protocolo 1 com 32 ratos submetidos a anastomose colônica com fio de náilon divididos em 2 grupos C (controle), e T (terapêutico). O grupo T realizou a terapia com ultra-som de alta freqüência, na região dorsal. O subgrupo sacrificado no 3o dia, recebeu ultra-som no 1o e 2o dias pós-operatório. E o no 7o, terapia no 4o, 5o e 6o P.O. No Protocolo 2 anastomoses com aço, subdivididos da mesma forma. E no Protocolo 3 comparou-se os grupos T do náilon e aço. Avaliou-se pressão de ruptura à insuflação (PRI) e estudo histológico. Resultados: Protocolo 1 no 3o dia a PRI foi maior no grupo T (p=0,001) e no 7o dia não houve diferença (p=0,0950). No Protocolo 2 no 3o dia não houve diferença na PRI (p=0,3060) e no 7o dia a PRI foi maior no C (p=0,0010). No Protocolo 3 no 3o dia a PRI foi maior no NáilonT (p=0,0010) e no 7o dia não houve diferença (p=0,3100). Concluiu-se que o ultra-som não influencia a cicatrização de anastomoses feitas com náilon e não compromete a viabilidade das feitas com aço.
Biblioteca responsável: BR68.1