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Boné mineral density in children and adolescents with hepatosplenic mansonic schistosomiasis and esophageal varices who underwent splenectomy and ligature of the left gastric vein

Teixeira Brandt, Carlos; Marcelo Gonçalves de Souza, Antonio; Virgínia da Motta Braga, Maria; Leal Reis de Melo, Karina; Almeida, Fernando.
Acta cir. bras.; 14(3)1999.
Artigo em Inglês | VETINDEX-Express | ID: vti-448072

Resumo

Twenty eight children and adolescents from 7 to 19 years of age, suffering from hepatosplenic mansonic schistosomiasis and bleeding esophageal varices were evaluated for bone mineral density (BMD), before undergoing medical and surgical treatment. The surgical protocol was splenectomy, autoimplantation of spleen tissue into a pouch of the greater omentum and ligature of the left gastric vein. Twenty one patients were evaluated after a follow up from two to nine years post surgical treatment. The BMD was measured at the lumbar spine (L2 - L4) through the dual energy absorptionmetry X-ray (DEXA), using a LUNAR DPX-L densitometer. Preoperatively, all patients showed deficit of the BMD varying from 1 to 7.07 standard deviations (Mean FONT FACE="Symbol">± /FONT> SEM - 2.64 FONT FACE="Symbol">± /FONT> 0.28), considering the mean line of the control curve for healthy children accepted as normal. The BMD deficit was more evident among the females than the males. After treatment there was a significant increment ( FONT FACE="Symbol">C /FONT>2 = 9.19 - p =0.01) of the BMD and 29% of the patients (six out of twenty one) were considered without bone mineral deficit. It was concluded that the patients included in this series, who suffer from hepatosplenic mansonic schistosomiasis, showed an important BMD deficit, specially among the females which has had a significant improvement after medical and surgical treatment.
Vinte e oito crianças e adolescentes de 7 a 19 anos, portadoras de hepatoesplenomegalia esquistossomótica e varizes sangrantes do esôfago foram avaliadas quanto ao conteúdo mineral ósseo (BMD), antes de serem submetidas a tratamento clínico e cirúrgico. O protocolo cirúrgico consistia de esplenectomia, auto-implante esplênico no omento maior e ligadura da veia gástrica esquerda. Vinte e um pacientes foram avaliados após seguimento pós-operatório de dois a nove anos. O BMD foi medido nas vértebras lombares (L2 - L4) através do método de "Dual energy absorptionmetry X-ray (DEXA)", usando um densitômetro LUNAR DPX-L. No pré-operatório todos os pacientes evidenciavam déficit do BMD variando de 1 a 7,07 desvios padrão (Média FONT FACE="Symbol">± /FONT> Erro Padrão da Média - 2,64 FONT FACE="Symbol">± /FONT> 0,28), considerando a linha média da curva de controle para os indivíduos sadios aceitos como normais. O déficit de BMD foi maior nas pacientes do sexo feminino do que as do sexo masculino. Após tratamento, houve um incremento significativo ( FONT FACE="Symbol">C /FONT> 2 = 9,19 - p =0,01 ) do BMD e 29% dos pacientes (seis em vinte e um) foram considerados sem déficit do conteúdo mineral ósseo. Pode-se concluir que os pacientes incluídos nesta série, que sofriam de esquistossomose mansônica hepatoesplênica evidenciavam um importante déficit do BMD, especialmente entre as pacientes do sexo feminino, os quais tiveram uma melhora significativa após tratamento clínico e cirúrgico.
Biblioteca responsável: BR68.1