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Resistência á submersão de ácaros (Acari: Ribatida) terrestres de florestas inundáveis e de terra firme na Amazônia central em condições experimentais de laboratório

. FRANKLIN, Elizabeth; L. GUIMARÃES, Rosiletez; ADIS, Joachim; O. R. SCHUBART, Herbert.
Acta amaz.; 31(2)2001.
Artigo em Português | VETINDEX-Express | ID: vti-449859

Resumo

Specimens of Rostrozetes foveolatus were obtained from two inundated forest areas ("várzea" and "igapó") and from two nonflooded secondary forests in the Central Amazon Region. The survival rates of their populations under submerged and nonsubmerged conditions were compared in laboratory conditions. The "igapó" population was sampled during three periods in 1992: before (February: litter nonsubmerged), in the beginning (April: litter submerged) and in the peak of the inundation phase (July: litter submerged). At "igapó", the animals survived better when submitted to nonsubmerged conditions, meaning that submersion is a stress factor. The same result did not occur at "várzea", signifying a better adaptation of this population to the submersion stress. The lowest flood resistance (27 days) was found in animals from "terra firme" secondary forest, away from the igapó. A considerable submersion resistance in the population sampled in the secondary forest, near the igapó forest, was comparable to the populations of the inundated areas and greater than the resistence at "terra-firme", far away from the "igapó". Animals sampled in February of 1996 (reared individually in plastic containers), from the flooded forests had significantly higher survival rates than those from secondary forests. Three situations in relation to the submersion period were registered: a) one of "várzea", with a more resistant population, b) one of "igapó", with a intermediate resistance and c) one of "terra-firme", away from the "igapó", with a lower resistant population. In twelve of the fifteen species studied, a high resistance to submersion was also registered.
Espécimens de Rostrozetes foveolatus foram obtidos de duas florestas inundáveis (várzea e igapó) e de duas florestas secundárias (terra firme) da Amazônia Central. As populações foram comparadas para a obtenção da taxa de sobrevivência em experimentos de laboratório nas condições submersas e não submersas. As coletas no igapó foram efetuadas em três períodos de 1992: antes (fevereiro: serapilheira não submersa), no início (abril: serapilheira submersa) e no pico da inundação (julho: serapilheira submersa). No igapó, os animais sobreviveram melhor em condição não submersa, significando que a submersão é um fator de estresse. O mesmo não ocorreu na várzea, indicando que esta população está melhor adaptada ao estresse da submersão. A menor resistência à submersão (27 dias) foi registrada nos animais de uma floresta secundária da terra firme, situada longe do igapó. Na população da terra firme próxima ao igapó, a resistência a submersão foi comparável à registrada para as populações das áreas inundáveis e maior do que a registrada em terra firme longe do igapó. Em experimentos com animais coletados em fevereiro de 1996 (mantidos individualmente em recipientes plásticos), as populações das florestas inundáveis tiveram taxa de sobrevivência significativamente maior em relação aos das florestas não inundáveis. Três situações foram registradas quanto a resistência à submersão: a) a da várzea, com população mais resistente, b) a do igapó, com uma população intermediária e c) a da terra-firme longe do igapó, com uma população menos resistente. Em doze das outras quinze espécies estudadas foi registrada alta resistência às condições de submersão.
Biblioteca responsável: BR68.1