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Developmental morphology of mouthparts and foregut of the larvae and postlarvae of Lepidophthalmus siriboia Felder & Rodrigues, 1993 (Decapoda: Callianassidae)

Abrunhosa, Fernando; Melo, Marlon; de Farias Lima, Jô; Abrunhosa, Jacqueline.
Acta amaz.; 36(3)2006.
Artigo em Inglês | VETINDEX-Express | ID: vti-450199

Resumo

In this study, the gross morphology of the mouthparts and foregut of the ghost shrimp Lepidophthalmus siriboia were investigated from larvae and postlarvae reared in the laboratory. The mouthparts (maxillae and maxillipeds) of the zoeae have a reduced number of setae and spines (or is absent in some individuals), and the foregut, under developed, have few minute setae in the cardiac and pyloric chambers. In contrast, after the metamorphosis into megalopa stage, all feeding appendages have many setae and, the foregut shows a well-developed gastric mill with strong lateral teeth. In the juvenile stage occurs an increase of setae and spines in the mouthparts and the foregut becomes more specialized. These observations strongly suggest that a lecithotrophic development occurs during all zoeal stages but the megalopa and juvenile stages are feeding animals. The functional morphology of the feeding structures of L. siriboia and other decapods will be briefly discussed.
A morfologia dos apêndices bucais e o estômago de larvas e pós-larvas de Lepidophthalmus siriboia cultivados em laboratório foi investigada. Os apêndices bucais (maxilas e maxilípedes) durante os estágios zoeae apresentam número reduzido de cerdas e espinhos, ou mesmo, ausentes em alguns indivíduos. O estômago aparece pouco desenvolvido, com poucas cerdas pequenas nas câmaras cardíaca e pilórica. Contrariamente, após a metamorfose para o estágio megalopa, todas estas estruturas bucais possuem muitas cerdas, e o estômago apresenta um moinho gástrico bem desenvolvido com dois fortes dentes laterais. No estágio juvenil ocorre incremento de cerdas e espinhos em todas estruturas bucais e o estômago torna-se mais especializado. Estas observações sugerem fortemente que as zoeae de L. siriboia têm desenvolvimento lecitotrófico, mas que as megalopae e juvenis passam a ingerir alimentos exógenos.
Biblioteca responsável: BR68.1