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Presentation forms of elephant-grass (Pennisetum purpureum, Schum.)acting on captivity capybaras consumption / Formas de apresentação do capim elefante (Pennisetum purpureum, Schum.) sobre o consumo por capivaras criadas em cativeiro

Luísa Teles Marques Florêncio Alves, Maria; Mitiko Nishida, Silvia; Costa, Ciniro; Mattosinho Alvite, Carolina; Regina Cunha Funari, Silvia.
B. Indústr. Anim.; 58(2): 169-180, 2001.
Artigo em Português | VETINDEX | ID: vti-468105

Resumo

The present work aimed to compare the consumption of fresh elephant grass by the capybaras, in the forms: whole grass, chopped grass, leaves and separate stems, as well as silage and hay, having as objective the establishment of an alimentary planning for its captivity rearing. Capybaras in confinement in the Institute of Biociências, UNESP/Botucatu, during 3 days received a daily and only meal of 1.0kg of dry matter animal of each food-test. The daily consumption was estimated calculating the difference between the initial weight and the final one of the meal. In relation to the mean consumption (g of dry matter), the results were: whole grass: 859.56 ± 19.4; chopped grass: 538.51 ± 43.4; leaves: 631.79 ± 10.6; stems: 245.07 ± 6.8; silage: 308.23 ± 119.9 and hay: 205.98 ± 26.4g. The daily consumption of chopped grass, silage and hay did not present significant statistical differences, however, the consumption of whole grass was 29.9% higher than the chopped grass. It was concluded that the variation in the form of roughage affected the alimentary consumption and the capybaras were capable of discriminating its parts in one plant (leaves from the stems), preferring the leaves. The supply of elephant grass, in the whole form assisted the needs of dry matter of the capybaras, while the chopped grass, silage and hay in reason of the reduced consumption, were not recommended for th
O presente trabalho procurou comparar o consumo de capim elefante fresco pelas capivaras, oferecido nas formas inteiro, picado e com folhas e colmos separados, assim como, nas formas conservadas de silagem e de feno, objetivando estabelecer um planejamento alimentar para sua criação em cativeiro. Capivaras do criadouro do Instituto de Biociências, UNESP/Botucatu, durante 3 dias consecutivos receberam uma refeição diária e única de 1,0kg de matéria seca (MS) por animal de cada alimento-teste. O consumo diário foi estimado calculando-se a diferença entre o peso inicial e o peso final da refeição. Com relação ao consumo médio diário (g de MS), os resultados foram: capim inteiro: 859,56 ± 19,4; capim picado:538,51 ± 43,4; folha: 631,79 ± 10,6; colmo: 245,07 ± 6,8; silagem: 308,23 ± 119,9 e feno: 205,98 ± 26,4. O consumo diário de capim picado, silagem e feno não apresentaram diferenças estatísticas significativas, entretanto o consumo de capim inteiro foi 29,9% superior ao do capim picado. Concluiu-se que a variação na forma do capim elefante afeta o consumo alimentar e que as capivaras são capazes de discriminar, em uma mesma planta, suas partes (folhas de colmos), preferindo as folhas. O fornecimento de capim elefante na forma inteiro atende as necessidades de MS das capivaras, enquanto que as formas picada, ensilada e fenada, em razão do reduzido consumo, não são recomendadas pa
Biblioteca responsável: BR68.1