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ASPECTO ULTRASSONOGRÁFICO DA DIOCTOFIMOSE RENAL CANINA

Maciel Zardo, Karen; Rodrigues dos Santos, Débora; Rocco Babicsak, Viviam; Frey Belotta, Alexandra; Salvador de Oliveira, Hugo; de Abreu Estanislau, Cristiane; Jaqueline Mamprim, Maria; Valéria Seullner Brandão, Cláudia.
Vet. Zoot.; 19(1, supl. 1): 57-60, 2012.
Artigo em Português | VETINDEX-Express | ID: vti-699017

Resumo

A dioctofimose renal canina é uma doença parasitária rara causada pelo nematódeo do gênero Dioctophyma renale, (1,2) observado pela primeira vez por Goeze em 1782 (3). Apresenta distribuição cosmopolita, e pode acometer diversas espécies animais e o homem, além do cão (2,4,5,6,7). Os vermes migram diretamente através da parede intestinal para o rim, sendo o direito mais acometido, e causam destruição do parênquima renal (4). Além do rim, o parasita pode se instalar com menos freqüência no peritônio, no fígado, bexiga e até nos testículos. O diagnóstico definitivo é feito por meio da urinálise pela observação dos ovos do nematódeo (2), porém, a ultrassonografia pode ser útil para a avaliação da cápsula e da arquitetura renal, além da avaliação dos demais órgãos abdominais acometidos eventualmente, como a bexiga, o fígado e o peritôneo. Este exame efetuado em corte transversal dos rins é um método que pode sugerir a presença do D. renale pela visibilização da arquitetura renal totalmente distorcida e de estruturas arredondadas, medindo entre 5 a 10 mm de diâmetro, com uma fina camada externa hiperecóica e centro hipoecóico, não apresentando estruturas que caracterizem um rim. O rim contralateral pode estar com aumento de volume devido à hipertrofia compensatória (8,9,10,11). O presente trabalho objetiva relatar os achados ultrassonográficos da dioctofimose renal em um cão.
Biblioteca responsável: BR68.1