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LINFOMA ALIMENTAR EM GATO DOMÉSTICO (Felis catus L., 1758) - RELATO DE CASO

Nogueira Oliveira, Iana; Carolina Salomão, Márcia; Maria de Andrade, Inis; da Silva Leite, Juliana; Freire Vallim de Mello, Marcela; Maria Reis Ferreira, Ana.
Vet. Zoot.; 19(1, supl. 1): 98-100, 2012.
Artigo em Português | VETINDEX-Express | ID: vti-699030

Resumo

Linfomas são neoplasias caracterizadas pela proliferação clonal de linfócitos malignos originando-se principalmente dos órgãos linfóides. No entanto, podem se desenvolver praticamente em qualquer órgão devido à migração dos linfócitos pelos diferentes tecidos do organismo (2,7). Em gatos, constitui uma das neoplasias mais comuns, sendo responsável por 90% dos tumores hematopoiéticos e por 33% de todas as neoplasias nesta espécie (4). O linfoma alimentar é o tipo mais frequente e geralmente representa de 32 a 72% dos casos (3,4). A maioria dos gatos que apresentam esse tipo de linfoma são animais de idade avançada (média de 9 a 13 anos) e negativos para o vírus da FeLV (2,3,4). Esta neoplasia ocorre com maior freqüência no intestino delgado, sendo o ceco e o cólon raramente afetados (4,7). Os principais sinais clínicos incluem anorexia, perda de peso e hipoproteinemia, além de êmese, diarréia e letargia (2,3,4,6). O exame físico pode revelar massas intrabdominais e o exame ultrassonográfico pode ser útil em localizá-las. Os achados ultrassonográficos incluem desde o espessamento da parede intestinal com perda de definição das camadas, hipoecogenicidade da parede intestinal e linfadenopatia abdominal até a presença de massas localizadas associadas ao intestino, hipomotilidade intestinal regional e ascite (1,4,7,8). O diagnóstico definitivo é obtido por meio do exame histopatológi
Biblioteca responsável: BR68.1