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A prescrição racional em medicina veterinária e os nomes dos fármacos dos medicamentos alopáticos

Instituto de Biociências Departamento de Farmacologia) Langeloh, Augusto.
Ci. Rural; 26(2)1996.
Artigo em Português | VETINDEX | ID: vti-703157

Resumo

Drugs can be designed by their chemical name, by their generic (or non proprietary) names and by the commercial (or proprietary) name. Drugs can be marketed by more than one company and can have several proprietary or trademark names. In Brazil pharmaceutical companies which produce veterinary drugs use different chemical or generic names to designe the active drug of medicines. This clearly create difficulties for veterinarians inducing errors andmisuses. Medicines for human use on the other hand have a offïcial generic (non-proprietary) name known as Denominações Comuns Brasileiras (Brazilian Common Denomination) which were adopted in accordance with the World Health Organization recomendations. It is stressed that Brazilian Oficial non-proprietary names should also be adopted by manufacturers of veterinary drugs. This would either help to eliminate the necessity for memorizing multiple chemical and generic drug names as been as reduce the possibility of misunderstanding and errors. If veterinary medicines would be marketed in various South-American countries, as a result from the Mercosul comercial agreement, the existence of many names for the same drug can result in an even more conjuse situation. This article deals with this problem and calls for attention for the uniformity of drug nomes.
Este artigo revisa a questão da prescrição dos medicamentos, no exercício da clínica veterinária, ressaltando as dificuldades e/ou problemas que podem resultar da existência de diversos nomes atribuídos a um mesmo fármaco. Os fármacos tem várias denominações: o nome químico, os nomes genéricos e o nome comercial. Cada fármaco pode estar presente em mais de uma especialidade farmacêutica produzida pelas diversas indústrias farmacêuticas e recebe uma denominação comercial distinta. Uma portaria ministerial aprovou as Denominações Comuns Brasileiras baseadas na terminologia recomendada pela Organização Mundial da Saúde para o nome genérico dos fármacos. mas parte da indústria farmacêutica de medicamentos de uso médico veterinário ainda não emprega a denominação recomendada em seus produtos. A multiplicidade resultante cria dificuldades e pode induzir o médico-veterinário a erros no momento da prescrição ou utilização de medicamentos além de obrigá-lo a freqüentes consultas a compêndios a procura da sinonímia mais conhecida para exercer uma terapêutica racional. Por outro lado, o intercâmbio comercial decorrente do acordo Mercosul, se incluir a comercialização de medicamentos veterinários, pode gerar dificuldades adicionais caso não sejam adotadas normas uniformes na denominação das substâncias ativas entre os países signatários do acordo.
Biblioteca responsável: BR68.1