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Desempenho e características de carcaça do escargot francês (Helix aspersa maxima) alimentado com rações contendo diferentes óleos vegetais

Hayashi, Carmino; Martins Soares, Claudemir; Matsushita, Makoto; Maria Galdioli, Eliana; Consoni Cocito, Igor.
Ci. Rural; 34(1)2004.
Artigo em Português | VETINDEX-Express | ID: vti-704322

Resumo

Aiming to evaluate the use of different vegetable oil sources on performance and carcass characteristics of gros gris (Helix aspersa maxima) diets, two hundred forty snails with initial average weight of 0.11g samples were distributed in an entirely randomized design with six treatments and four replications in twelve-liter aquaria. The diets were formulated to have differences on soybean, canola, sunflower, linseed, rice and corn oil inclusion at 3% of the diet. The average final weight, feed conversion, protein efficiency rate, carcass yields, percentage of shell and survival rates were not affected (p>0.01) by the use of different oils. The moisture, ash, crud protein and fat contents and the polyunsaturated fatty acids/saturated fatty acids (PUAF/SAF) relation of the comestible part of the animal that were fed with different diets was not affected (p>0.05). Therefore, the animals that received diets with linseed oil showed the best w6/ w3 relation than that one fed with diets with sunflower and corn oils. No differences were observed (p>0.05) in the shell moisture and ash contents of the animals fed with the different diets. By other hand the animals fed with linseed oil had lower shell crud protein contents in relation to the ones fed diets with soybean oil. It was concluded that all the oils can be used on Helix aspersa maxima diets in growth phase; however, the linseed oil promotes better w6/w3 relation than the sunflower and corn oils in the comestible part f this animal.
Objetivando avaliar a utilização de óleos vegetais de diferentes origens em rações no desempenho e características de carcaça do escargot francês gros gris (Helix aspersa maxima), 240 animais com peso inicial médio de 0,11g, foram distribuídos em um delineamento inteiramente casualizado com seis tratamentos e quatro repetições com dez animais cada, em aquários de 12L. As rações foram formuladas de forma a diferirem quanto ao emprego (3 % da ração) dos óleos de soja, canola, girassol, linhaça, arroz e milho. Os valores médios de peso final, conversão alimentar, taxa de eficiência protéica, rendimento de carcaça, percentagem de concha e taxa de sobrevivência dos animais alimentados com as rações com os diferentes óleos não diferiram (p>0,01) entre si. Os teores de umidade, cinza, proteína bruta e lipídeos totais e a relação ácidos graxos poliinsaturados/ácidos graxos saturados da porção comestível dos animais submetidos as diferentes rações não foram influenciados (p>0,05). Entretanto, os animais que receberam dieta com óleo de linhaça apresentaram o melhor (p 0,05) relação w6/ w3 do que aqueles alimentados com rações com óleos de girassol e milho. Não foram observadas diferenças (p>0,05) nos teores de umidade e cinza das conchas dos animais submetidos às diferentes rações. Por outro lado, os animais que receberam óleo de linhaça tiveram concha com menor (p 0,05) teor de proteína que aqueles que receberam ração com óleo de soja. Concluiu-se que os óleos testados podem ser utilizados em rações para o escargot francês em fase de crescimento, porém, o óleo de linhaça promove melhor relação de w6/ w3 do que os óleos de girassol ou de milho na porção comestível deste animal.
Biblioteca responsável: BR68.1