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Atrição dental em Didelphis albiventris e D. marsupialis (Marsupialia, Didelphimorphia, Didelphidae) do Sul do Brasil

da Silva Aguiar, Marília; Ferigolo, Jorge; Luiz Rossi Junior, João; Antônio Gioso, Marco.
Ci. Rural; 34(4)2004.
Artigo em Português | VETINDEX-Express | ID: vti-704467

Resumo

This work deals with the study of dental wear down (atrittion and/or abrasion) in 168 specimens of Didelphis albiventris and D. marsupialis from Southern Brazil. Wear down was very important, with high frequency of tertiary dentine and exposition of the pulp cavity/radicular canal, due to the association of fractures and wear down. Fractures predispose wear down which, on the other side, favors fractures. The degree of attrition increased with age. The order of growing frequency of tertiary dentin in poscanines was: first, second and third molars, third and second premolars, and finally fourth molar. Differently from others omnivorous in Didelphis tooth wear down seems rather related to fractures due to food (followed by attrition) than to teeth contact. Contrary to literature, tribosphenic molars seems not to be "ideals" for such omnivorous diet, as is evident from the high frequency of wear down, fractures and teeth cavities exposition.
Pesquisou-se o nível de desgaste dental (atrição e/ou abrasão) em 168 espécimes de Didelphis albiventris e D. marsupialis (gambás) do sul do Brasil. O desgaste foi muito importante, com elevada freqüência de dentina terciária e de exposição da câmara coronária e/ou do canal radicular, devido à associação de fraturas e desgaste, pois as fraturas predispõem ao desgaste e este favorece as fraturas. O grau de desgaste aumentou com a idade dos animais. A ordem crescente na freqüência de dentina terciária nos dentes caudais aos caninos foi: primeiro, segundo e terceiro molares, terceiro e segundo pré-molar, e quarto molar. Diferentemente de outros onívoros, em Didelphis o desgaste dentário parece mais relacionado às fraturas devidas aos alimentos (seguida de atrição/abrasão) do que ao contato entre os dentes. Ao contrário da literatura, os molares tribosfênicos não parecem "ideais" para tal dieta onívora, o que é evidenciado pela elevada freqüência de desgaste, fraturas e exposição da câmara coronária ou do canal radicular.
Biblioteca responsável: BR68.1