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Radiografia quantitativa hepática de cães tranquilizados com acepromazina

Fernandes Lopes, Bernardo; Onghero Taffarel, Marilda; Lorenção Feitosa, Mariana; Adão Vescovi Séllos Costa, Lorena; Raposo Monteiro, Eduardo; Séllos Costa, Fabiano.
Ci. Rural; 41(1)2011.
Artigo em Português | VETINDEX-Express | ID: vti-707132

Resumo

The acepromazine is one of the most commonly tranquilizer used in veterinary medicine and its use may cause splenomegaly. However it is not known if it can cause hepatomegaly. The aim of this study is to evaluate the quantitative radiography with digital assistance to determine the liver size and volume of dogs tranquilized with acepromazine. Nine healthy dogs were radiographed in the lateral right and ventral-dorsal liver , before and after intramuscular administration of acepromazine at a dose of 0.1kg-1. It was possible to characterize the size and increase in liver size (P 0.05) between the different experimental moments with a strong positive correlation between the measures liver assets. The quantitative radiographic technique used in this study accurately characterized the increase in size and volume of the liver in dogs treated with acepromazine.
O maleato de acepromazina é um dos tranquilizantes mais utilizados em medicina veterinária, podendo causar esplenomegalia, mas não é conhecida a possibilidade de ocorrência de hepatomegalia. Objetivou-se, com o presente estudo, utilizar a radiografia quantitativa com auxilio digital para determinar o tamanho e volume do fígado de cães tranquilizados com acepromazina. Foram radiografados, na projeção lateral direita e ventrodorsal do fígado, nove cães hígidos, antes e após a administração intramuscular de maleato de acepromazina, na dose de 0,1mg kg-1 de peso. Foi possível caracterizar aumento das dimensões hepáticas (P 0,05) entre os diferentes momentos experimentais com forte correlação positiva entre as medidas corpóreas. A técnica radiográfica quantitativa empregada neste estudo caracterizou com precisão o aumento de tamanho e volume hepático nos cães tratados com acepromazina.
Biblioteca responsável: BR68.1