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Diagnostic aspects of dermalophytoses and superficial mycoses of dogs and cats / Dermatofitoses e leveduroses de cães e gatos. Aspectos diagnósticos

Theresa Bonilha Dubugras, Maria; Eduardo Larsson, Carlos; Luiza Basso Penteado Ledon, Ana; Gambale, Walderez.
Braz. j. vet. res. anim. sci; 29(2): 273-287, 1992.
Artigo em Português | VETINDEX-Express | ID: vti-710726

Resumo

For the diagnosis of superficial mycoses, the clinical aspects and cultivation of fungi for further identification are usually considered. Identification, however, is time consuming and at least 4 weeks are needed for a positive laboratory report. In Brazil, the use of Woods light is not a routine screen test, especially in Veterinary Medicine. Thus, the present paper has the aim to evaluate the availability, the sensitivity and the specificity of the Wood"s light in detecting fungal diseases because not all dermatomycoses are readily detected by this method. The fluorescence results were compared to those of fungi cultures of hair specimens from animals suspected of dermatophytes or yeast infections. The culture media used were the Sabouraud and the Mycose I Agar. From February 1989 to April 1990 the Dermatology Service of the University Veterinary Teaching Hospital attended 282 animals presenting lesions very suggestive of fungal diseases. From these, 162 (57.4%) were dogs and the remaining 120 (42.5%) were cats, of both sexes and of various ages and breeds. After performing dermatologie examination, the lesions were submitted to the Wood"s light (250 nm) and fluorescence was observed in 70 (24.5%) cases. After the inoculation and in vitro cultivation of clinical specimens from either fluorescent and non-fluorescent lesions, positive fungal growth was found in 109 cases, 103
Para o diagnóstico das infecções fúngicas superficiais recorre-se aos aspectos clínicos, exame direto, e de cultivo micológico. Este último exige período mínimo de quatro semanas para a obtenção dos resultados. O exame com o uso de luz fluorescente (lâmpada de Wood) não é habitualmente utilizado como teste de triagem em medicina veterinária, no Brasil. Objetiva-se avaliar a praticabilidade, sensibilidade e especificidade do uso da luz de Wood, com fins diagnósticos, comparando-se os resultados obtidos, com cultivo micológico em ágares Sabouraud e Mycosel (DIFCO), de pelame colhido de animais suspeitos de estarem infectados por dermatófitos ou leveduras. No período de fevereiro de 1989 a abril de 1990 atenderam-se no Serviço de Dermatologia do VCM/HOVET, 282 animais (162 cães - 57,4% e 120 gatos - 42,6%), com e sem precisa definição racial, de ambos os sexos e de diferentes faixas etárias, que apresentavam lesões sugestivas de infecção fúngica. Após o exame dermatológico direto, procedeu-se a exposição das lesões à luz de Wood (250 nm), assinalando-se fluorescência em 70 (24,5%) casos. Após a semeadura e o cultivo do material colhido das lesões, quer das fluorescentes como daquelas que não fluoresceram, verificou-se crescimento em 109 casos, sendo que, em 103 houve crescimento de dermatófitos ou leveduras patogênicos. Somente nos casos de infecção pelo Microsporum canis houve ev
Biblioteca responsável: BR68.1