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Laboratory diagnosis of rabies by the fluorescent antibody test applied to brain tissues of experimentally inoculated mice and either preserved in formalin or under refrigeration / Diagnóstico laboratorial da raiva pela reação de imunofluorescência direta aplicada a tecidos cerebrais conservados em formol ou em refrigeração, obtidos de camundongos experimentalmente infectados

Ester Parreira Vasconcellos, Marcia; Arruda Vasconcelos, Silvio; de Angelis Côrtes, José.
Braz. j. vet. res. anim. sci; 30(1): 21-24, 1993.
Artigo em Inglês | VETINDEX-Express | ID: vti-710744

Resumo

The fitness of formalin - treated materials for use in rapid rabies diagnosis was evaluated through Fluorescent Antibody (FA) test, using the digestion technique of pepsin and trypsin and the impression method of slide preparation. To achievc this proposal, brain fragments of experimentally rabid mice were submitted to different treatments of brain preservation by either using. pH adjusted formalin solutions or refrigeration, and the FA tests were run at ten experimental phases for a test period of 28 days. The results of FA reactivity ranged from 90.0% to 58.0%, depending on the treatments submitted; under the condition of the experiment, brain specimens should be maintained at refrigerating temperature until 96 hours for suitable FA examination, over this period the results should be irregular due to tissue degradation. The preservation of brain fragments in formalin, with further enzymatic digestion of pepsin and trypsin and the use of impression method did not mask or alter the virus antigenicity for adequate identification through FA technique, although the procedures should never substitute the existing methods of rapid rabies diagnosis.
Avaliou-se a adequação do emprego de cérebros preservados em formol para o estabelecimento rápido do diagnóstico da raiva pela reação de imunofluorescência direta, utilizando a técnica de digestão enzimática de pepsina e tripsina e método de impressão para o preparo de lâminas. O delineamento proposto contou com fragmentos de cérebros de camundongos experimentalmente infectados submetidos a diferentes tratamentos de conservação, com o uso de soluções de formol com pH corrigidos, ou submetidos à refrigeração; os testes de imunofluorescência foram realizados em 10 fases experimentais, por um período de 28 dias. Os resultados da prova de imunofluorescência variaram de 58.0% a 90.0% de positividade, dependendo dos tratamentos dispensados. Nas condições do experimento, os materiais destinados à prova de imunofluorescência podem ser conservados em temperatura de refrigeração por até 96 horas; após este período aumentam os resultados irregulares devido à degradação tissular. Nos tecidos mantidos em formol e após digestão enzimática, com a aplicação do método de impressão, observou-se o fenômeno de restauração da antigenicidade do vírus rábico, permitindo uma adequada identificação através da prova de imunofluorescência; no entanto, estes procedimentos não devem substituir os métodos atualmente empregados para o diagnóstico rápido da raiva.
Biblioteca responsável: BR68.1