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RUMINAL DEGRADATION OF THE DRY MATTER, PROTEIN AND THE AMINOACIDS OF THE CORN AND CORN GLUTENS MEAL / DEGRADAÇÃO RUMINAL DA MATÉRIA SECA, DA PROTEÍNA E DOS AMINOÁCIDOS DO MILHO E DE GERMENS DE MILHO

Nassar Ferreira, Reginaldo; Maria Bertocco Ezequiel, Jane; Rosa, Beneval; do Nascimento Kronka, Sérgio; Borbari Dourado, Juliana; Laís Galati, Rosimeiry.
Ci. Anim. bras.; 8(3): 407-416, 2007.
Artigo em Português | VETINDEX-Express | ID: vti-713550

Resumo

The present work was carried out at the Faculty of Agriculture and Animal Science, UNESP-Jaboticabal. Three ¾ Holstein x Zebu bovines fistulated on rumen, abomasum and intestine using a fixed cannula type T were used. Four types of feed: corn (M), 1% EE corn gluten meal (G1), 7% EE corn gluten meal and 10% EE corn gluten meal (G10) were tested.  All feed were also extruded: CornEx, G1Ex, G7Ex and G10EX. Ruminal incubation was done using the nylon bags technique, and degradability of dry matter, crude protein and disponibilization of amino acids were analyzed. Basic diet was composed of corn gluten meal, soybean meal and hay at roughage (70): concentrate (30) ratio. Ruminal degrading of dry matter feed M, G1, G7 and G10 presented the following values: 37.5%, 56.7%, 56.8% and 55.1% respectively.  Extruded feed: 52.3%, 68.9%; 69.0% and 61.6% for Mex, G1Ex, G7Ex and G10Ex. The corn was significantly inferior to others and extruded feed increased ruminal degradedly for all feed. The degradability of crude protein was 27.0%, 60.9%, 56.8% and 35.1% for M, G1, G7 and G10; 50.8, 52.2, 66.4 and 59.6 for MEx; G1Ex; G7Ex and G10Ex, respectively. Statistically the G1 feed was equal to M and both were inferior to G7 and G10. The extrusion process did not increase the degradability of crude protein of G1. The lysine presented high ruminal degradability for tested feed, showing values above 99
O trabalho foi desenvolvido na Faculdade de Ciên-cias Agrárias e Veterinárias da UNESP de Jaboticabal. Utilizaram-se três bovinos ¾ holandês x zebu, fistulados no rúmen, no abomaso e no intestino delgado com cânu-la fixa tipo T. Testaram-se quatro alimentos: milho (M); gérmen de milho com 1% de EE (G1), gérmen de milho com 7% de EE (G7) e gérmen de milho com 10 % de EE (G10). Os mesmos alimentos foram também extrusados: MEx; G1Ex; G7Ex e G10Ex. Procedeu-se à incubação ruminal, usando-se a técnica de sacos de náilon, à degra-dabilidade da MS e da PB e à disponibilização de AA. A dieta básica foi composta de gérmen de milho, farelo de soja e feno de capim Coastcross, numa relação volumoso concentrado de 70:30. A degradação ruminal da MS apre-sentou os seguintes valores para os alimentos M, G1, G7 e G10, respectivamente 37,5%, 56,6%, 56,8% e 55,1%. Para os alimentos extrusados, foi de 52,3%, 68,9%, 69,0% e 61,6%, para MEx, G1Ex, G7Ex e G10Ex. O M mostrou-se significativamente inferior aos demais alimentos e a extrusão aumentou a degradabilidade ruminal da MS para todos os alimentos. A degradabilidade da proteína bruta foi de 27,0%, 60,9%, 56,8% e 35,1%, para M, G1, G7 e G10 e de 50,8%, 52,2%, 66,4% e 59,6% para MEx, G1Ex, G7Ex e G10Ex, respectivamente. A extrusão somente não aumentou a degradabilidade da PB do G1. A lisina apresentou alta degradabilidade ruminal para os alimentos
Biblioteca responsável: BR68.1