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VIABILITY OF NON-O157 SHIGA TOXIN-PRODUCING Escherichia coli (STEC) IN MINAS FRESCAL CHEESE / VIABILIDADE DE Escherichia coli PRODUTORA DE TOXINA SHIGA (STEC) NÃO-O157 EM QUEIJO TIPO MINAS FRESCAL.

Peters Pigatto, Caroline; Pablo Schocken-Iturrino, Rubén; Maria Telles Fadel-Pichetch, Cyntia; Priscila Chioda, Tammy; Vittori, Juliano; Moacir Marin, José.
Ci. Anim. bras.; 10(2): 663-668, 2009.
Artigo em Português | VETINDEX-Express | ID: vti-713867

Resumo

Shiga toxin-producing Escherichia coli (STEC) an emergent foodborne pathogen that cause diarrhea, hemorrhagic colitis and haemolytic uremic syndrome in humans, represents a public health problem all over the world. Cattle are the main source of STEC. STEC are transmitted to humans by contaminated food, mainly those of bovine origin as meat and dairy products. This study aimed evaluates the non-O157 STEC viability of artificially inoculated in the milk used for the Minas Frescal cheeses production. The cheese was kept at 4C and analyzed at 1st, 2nd, 4th, 6th and 10th days after its production. 100% (32/32) of the cheese storad under refrigeration during 10 days had been the STEC strains viable. These results show that minas frescal cheese can transmit STEC. The adoption of good manufacturing practices is important from milking to the cheese production process to reduce the contamination risks by non-O157 sorotypes.KEY WORDS: Food safety, Minas cheese, PCR, STEC.
Escherichia coli, produtora de toxina Shiga (STEC), um patógeno emergente capaz de causar diarreia, colite hemorrágica e síndrome hemolítica urêmica em humanos, representa um grave problema de saúde pública em todo o mundo. O principal reservatório de STEC são os bovinos. STEC são transmitidas aos humanos, principalmente através de alimentos contaminados, destacando-se aqueles de origem bovina como carne, leite e seus derivados. O objetivo deste trabalho foi avaliar a viabilidade de STEC não-O157 em queijo minas frescal preparado com leite artificialmente contaminado com diferentes cepas dessas bactérias. Os queijos foram mantidos a 4C e analisados no 1º, 2º, 4º, 6º e 10º dias de estocagem. As cepas de STEC mantiveram-se viáveis em 100% (32/32) dos queijos mantidos sob refrigeração por até dez dias. Os resultados mostram que o queijo minas pode ser veículo de transmissão de STEC. Recomenda-se a adoção de métodos higiênicos e sanitários desde a ordenha até o processo de produção do queijo para reduzir a possibilidade de contaminação com STEC.PALAVRAS-CHAVES: PCR, queijo minas, segurança alimentar, STEC.
Biblioteca responsável: BR68.1