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Dry mater and crude protein ruminal degradation of corn silage without spikes with sugar cane and manioc pulp - DOI: 10.4025/actascianimsci.v28i4.605 / Degradação da matéria seca e da proteína bruta de silagens de milho sem espigas com cana-de-açúcar e bagaço de mandioca - DOI: 10.4025/actascianimsci.v28i4.605

Elias Traad da Silva, Marcos; Waszczynskyj, Nina; Ricardo Soccol, Carlos; Rossi Junior, Paulo; Cavalcante Lipinski, Leandro.
Acta Sci. Anim. Sci.; 28(4): 423-429, 2006.
Artigo em Português | VETINDEX-Express | ID: vti-725162

Resumo

The goal of this work was to evaluate the ruminal degradation of corn silages without spikes (CSWS), added with sugar cane (SC) and dry manioc pulp (DMP), as compared as corn silage (CS). The foods were ensiled with (WI) and without (IF) inoculants, composed by Lactobacillus plantarum and L. paracasei ssp. paracasei. The following fractions have been studied: water soluble (A), potentially degradable (B), non degradable (C), fraction B degradable ratio (c); effective (ED) and potential (PD) degradability. The treatments evaluated were: T1 (CSWS + 20% SC -IF); T2 (CSWS + 20% SC-WI); T3 (CSWS + 35% SC -IF); T4 (CSWS + 35% SC -WI); T5 (CSWS + 20% DMP-IF); T6 (CSWS + 20% DMP -WI); T7 (CSWS + 35% DMP -IF); T8 (CSWS + 35% DMP-WI); T9 (CS-WI) and T10 (CS-IF). The average differences have been compared on a completely randomized model. Difference (P 0.05) for all treatments. Dry manioc pulp added to the non spikes corn silage (20 and 35% - DM basis), has allowed the rise of the DM fraction B, indicating the possibility to add up to 35% of dry manioc pulp on corn silage, inst ead of green spikes.
A degradação ruminal da matéria seca (MS) e da proteína bruta (PB) de silagen s de milho sem espigas (SMSE) com cana -de-açúcar (CA) e bagaço seco de mandioca (BSM), comparadas com a silagem de milho com espigas (SMCE), foi avaliada. A ensilagem foi feita com (CI) e sem inoculante (SI) - Lactobacillus plantarum e L paracasei ssp. paracasei. Estudaram-se: as frações solúvel (A), potencialmente degradável (B) e não degradável (C); a taxa de degradação da fração B (c); a degradabilidade efetiva (DE) e potencial (DP), para os tratamentos: T1 (SMSE+20% CA -SI); T2 (SMSE+20% CA -CI); T3 (SMSE+35% CASI); T4 (SMSE+35% CA-CI); T5 (SMSE+20% BSM-SI); T6 (SMSE+20% BSM-CI); T7 (SMSE+35% BSM-SI); T8 (SMSE+35% BSM-CI); T9 (SMCE-SI) e T10 (SMCE-CI). As médias foram comparadas num delineamento inteiramente casualisado. Houve diferença (P0,05). A adição de BSM (20 e 35%) às SMSE aumentou (P
Biblioteca responsável: BR68.1