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Two cases of A. subclavia dextra as the last branch of the Arcus aorticus in the dog / Dois casos de A. subclavia dextra como última colateral do Arcus aorticus no cão

Marques de Paiva, Orlando.
Braz. j. vet. res. anim. sci; 3(4): 203-222, 1948.
Artigo em Português | VETINDEX-Express | ID: vti-727447

Resumo

This note gives the description of two cases of right subclavian artery (A. subclavia dextra) as the last branch of the aortic arch, in the dog, found occasionally when the A. was studying the frequency of the Truncus bicaroticus. The abnormal right subclavian artery arises cranio-distally to the left subclavian artery (A. subclavia sinistra), running towards the thoracic limb, above the oesophagus. Among its collateral branches is noted the following alteration: the transverse artery of the neck (A. transversa colli), instead of emerging as usually by a common trunk with the deep cervical artery (A. cervicalis profunda) and supreme intercostal artery (A. intercostalis suprema), arises from the right subclavian artery isolated and proximally to the common stem of these two vessels. Besides these particular dispositions, both animals present the common carotid arteries (Aa. carotides communes) arising by a common long trunk (Truncus bicaroticus) and the right recurrent nerve (N. laryngeus candalis) as a cervical branch of the vagus nerve (N. vagus), i. e., without winding around either the right subclavian artery or the brachiocephalic artery (A. brachiocephalica) and therefore showing its recurrencial traject shorter than commonly. The oesophagus is not constricted at the arterial crossing place. While human anatomical literature points out hundreds of cases of right, subclavia
Nesta publicação, apresentamos o relato de dois raros casos de A. subclavia dextra como última colateral da crossa aórtica, encontrados, acidentalmente, ao curso de estudo sobre a frequência do Truncus bicaroticus no cão. A A. subclavia dextra anormal emerge crânio-distalmente à sua homônima esquerda, tendo ao cruzar a linha mediana, a caminho do membro torácico, decurso supra-esofágico. Entre os seus ramos colaterais nota-se a seguinte alteração: o Truncus costocervicalis apresenta-se desmembrado, partindo a  A. transversa colli isolada e proximalmente ao tronco comum das Aa. cervicalis profunda e intercostalis suprema. Além das disposições ora mencionadas, verifica-se, em ambos os exemplares, que a origem das Aa. carótides communes se faz por longo tronco comum e que o N. laryngeus caudalis é fornecido pela porção cervical do N. vagus, não contraindo, portanto, suas habituais relações com a A. subclavia dextra ou com a A. brachiocephalica e vindo alcançar a laringe depois de curto trajeto recorrencial. Não se observa sinal de estenose esofágica, no ponto em que a artéria cruza o esôfago. Em contraposição ao que observa na literatura anatômica humana, na qual contam-se às centenas os relatos de emergência da A. subclávia dextra como último ramo do Arcus aorticus, a bibliografia anátomo-comparativa oferece o registro da anomalia somente no ouriço e no coelho (Meckel, Smith, Eal
Biblioteca responsável: BR68.1