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Pitiose: uma micose emergente

Morais Santurio, Janio; Hartz Alves, Sydney; Brayer Pereira, Daniela; Siqueira Argenta, Juliana.
Acta Sci. vet.; 34(1): 1-14, 2006.
Artigo em Português | VETINDEX-Express | ID: vti-731943

Resumo

A pitiose é uma enfermidade piogranulomatosa do tecido subcutâneo causada pelo  Pythium insidiosum, microrganismo classificado no Reino Straminipila, Classe Oomycetes, Ordem Pythiales, Família Pythiaceae, Gênero Pythium e espécie P. insidiosum. Acomete várias espécies animais, porém a doença é mais freqüentemente observada em equinos, podendo, também, afetar os humanos. Epidemiologicamente a pitiose está intimamente relacionada com o contato dos animais e humanos com águas contaminadas pelo agente, onde produz zoosporos móveis que constituem-se na forma infectante do Pythium insidiosum. A enfermidade em eqüinos caracteriza-se principalmente pelo desenvolvimento de lesões subcutâneas ulcerativas e granulomatosas de aparência tumoral com presença de massas branco-amareladas, chamadas internacionalmente de kunkers. Já nas outras espécies a formação dos kunkers não é observada. O diagnóstico de pitiose é realizado pelos sinais clínicos, histopatologia, isolamento e identificação do agente, técnicas sorológicas como imunodifusão, ELISA e imunohistoquímica e mais recentemente por PCR. A doença destaca-se pela dificuldade no tratamento, uma vez que as drogas antifúngicas disponíveis não mostram eficiência contra o Pythium insidiosum. Atualmente a utilização de imunoterápicos constitui-se na alternativa de terapia em eqüinos, com resulatados animadores. Este trabalho tem por objeti
Biblioteca responsável: BR68.1