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Environmental contamination by parasitic forms in a socially vulnerable community in southern Rio Grande do Sul state: a serious public health problem / Contaminação ambiental por formas parasitárias em comunidade em vulnerabilidade social no sul do estado do Rio Grande do Sul: um grave problema de saúde pública

de Almeida Capella, Gabriela; Berne Pinto, Natália; Carra Perera, Soliane; Giordani, Claudia; Quintana de Moura, Micaele; Mortagua de Castro, Leonardo; Ourique Motta, Tairan; de Campos Añaña, Débora; Affeldt Guterres, Karina; Cioato da Silva, Cristine; Brum Cleff, Marlete.
Artigo em Inglês | VETINDEX-Express | ID: vti-732849

Resumo

vulnerability. The fact that these people share the environment with animals promotes the establishment of zoonotic parasitic infections, as well as the resultant parasitic cycles. Thus, parasites present in the environment must be identified, so that control measures can be recommended. In this context, this studys objective was to evaluate environmental contamination by parasitic forms in a socially vulnerable community in southern Rio Grande do Sul. A total of 100 soil samples collected from the community were processed by a sodium dichromate centrifuge-flotation technique and analyzed by a compound microscope (40X objective) for the identification of parasite eggs, oocysts and cysts. All points were positive for two or more parasites, with the identification of 33.59% non-identified coccidian oocysts, Strongylida (25.4%), Ascaridida (21.31%), Trichuris spp. (8.19%), Toxocara spp. (3.27%), Amoebas (4.08%), Dioctophyma renale (2.45%), and Giardia spp. (1.63%). The presence of parasitic forms in all points analyzed surpasses other studies of environmental contamination carried out in the southern region of Brazil. In addition, the identification of several parasitic forms with zoonotic potential is concerning, since it shows the possibility of parasitic transmission to humans and other animals. In view of the results, the conclusion is that the environment analyzed is contami
No Brasil, uma parcela significativa da população não possui saneamento básico e vive em situação de vulnerabilidade social, compartilhando o ambiente com animais, possibilitando o estabelecimento de infecções parasitárias zoonóticas e a manutenção do ciclo dos parasitos. Assim, para que medidas de controle sejam preconizadas, torna-se necessário a identificação dos parasitos presentes no ambiente. Neste contexto, este trabalho avaliou a contaminação ambiental por formas parasitárias em comunidade de vulnerabilidade social no sul do Rio Grande do Sul. Foram coletadas cem amostras de solo da comunidade, que foram processadas pela técnica de centrifugo-flutuação em solução de dicromato de sódio e analisadas em microscópio composto (objetiva 40X) para a identificação dos ovos, oocistos e cistos de parasitos. Todos os pontos de coleta foram positivos para dois ou mais parasitos, sendo diagnosticados oocistos de coccídios não-identificados (33,59%), Strongylida (25,4%), Ascaridida (21,31%), Trichuris spp. (8,19%), Toxocara spp. (3,27%), Amebas (4,08%), Dioctophyma renale (2,45%), Giardia spp. (1,63%). A quantidade de formas parasitárias em todos os pontos analisados supera a contida em outros estudos de contaminação ambiental já realizados na região sul do Brasil. Além disso, a identificação de diversas formas parasitárias com potencial zoonótico é preocupante, pois evidencia a poss
Biblioteca responsável: BR68.1