Your browser doesn't support javascript.

Portal de Pesquisa da BVS Veterinária

Informação e Conhecimento para a Saúde

Home > Pesquisa > ()
Imprimir Exportar

Formato de exportação:

Exportar

Exportar:

Email
Adicionar mais destinatários

Enviar resultado
| |

Parasite prevalence among equidae in the backland of the State of Pernambuco, Brazil / Frequência parasitológica em equídeos do sertão Pernambucano, Brasil

Morais, Clairton Bruno Rodrigues de; Martins Santiago, Juliano; Maria de Lima, Marilene; Eduardo Cavalcante Lucena, Jorge.
Semina Ci. agr.; 38(6): 3629-3638, Nov.-Dec.2017. tab
Artigo em Inglês | VETINDEX | ID: vti-738874

Resumo

The present study aimed to assess the prevalence of gastrointestinal and lung parasites in equidae reared in the backland of the state of Pernambuco, Brazil and also evaluate the influence of equidae species, rearing system, age group, and anthelmintic administration schedule the infection level. 185 fecal samples were randomly collected in cities in the backland of Pernambuco. After collection, the material was submitted to a qualitative coproparasitological analyses and number of eggs and larvae of parasites. The horses were found to have lower EPG count than the donkeys. Regarding the rearing system, equidae reared in pasture had higher EPG counts than those confined in pens. Moreover, foals under one year old have lower EPG count than those between one and two years old. No difference was found in EPG count among de equidae that received anthelmintic at different frequencies, while the horses and donkeys had a higher amount of Cyathostominae than of other nematodes researched. It is concluded that, in the backland of Pernambuco, most equidae had light to moderate parasite loads, with a predominance of the Cyathostominae e Strongylinae subfamilies, with no horses, donkeys, or mules infected by Dictyocaulus arnfieldi. In addition, the donkeys had higher parasite loads than the horses and the extensive grazing system presents a greater risk of infections by nematodes.(AU)
O presente estudo teve como objetivo verificar a frequência de parasitos gastrointestinais e pulmonar em equídeos criados no sertão pernambucano e também avaliar a influência das espécies equídeas, sistema de criação, faixa etária e frequência de vermifugação no grau de infecção. Foram coletadas 185 amostras fecais de forma aleatória em municípios do sertão pernambucano. Após coleta, o material foi submetido à análises copropararsitológicas qualitativas e números de ovos e larvas dos parasitos. Observou-se que os equinos apresentaram menor contagem de OPG que os asininos. Em relação aos sistemas de criação, equídeos mantidos a pasto apresentaram maior contagem de OPG que os animais criados confinados em baias. Além disso, potros com menos de um ano de idade apresentaram menor contagem de OPG que os animais na faixa etária entre um e dois anos e meio. Não houve diferença na contagem de OPG dos equídeos submetidos às diferentes frequências de vermifugação, e nos equinos e asininos a quantidade de larvas de parasito da subfamília Cyathostominae foi superior aos demais nematóides pesquisados. Concluiu-se que no sertão pernambucano a maioria dos equídeos apresenta cargas parasitárias leves a moderadas, com prevalência das subfamílias Cyathostominae e Strongylinae, não havendo nesta região infecção de equinos, asininos e muares por Dictyocaulus arnfieldi. Além disso, os asininos apresentam maiores cargas parasitárias que os equinos e o sistema extensivo, à pasto, apresenta maiores riscos de infecção por nematóides.(AU)
Biblioteca responsável: BR68.1
Localização: BR68.1