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Sensitivity of urolithiasis detection using urinary, radiography and ultrasound parameters / Sensibilidade da detecção da urolitíase utilizando parâmetros urinários radiográficos e ultrassonográficos

Lima, Charles Silva de; Cintra, Cristiane Alves; Meirelles, Adriana Érica Wilkes Burton; Crivellenti, Sofia Borin; Mariani, Orlando Marcelo; Honsho, Daniel Kan; Santana, Aureo Evangelista; Carvalho, Marileda Bonafim; Canola, Julio Carlos; Crivellenti, Leandro Zuccolotto.
Semina Ci. agr.; 38(6): 3599-3604, Nov.-Dec.2017.
Artigo em Inglês | VETINDEX | ID: vti-738904

Resumo

Although many information has been published regarding canine urolithiasis, sensitivity of radiography, ultrasound and urinary parameters have been poorly correlated with number, size, and composition of the stones. One hundred and thirteen clinical files of dogs with diagnosis of urolithiasis were retrospectively selected. Information regarding number, appearance, location, size, and composition of the stones were noted after surgical removed. Urolithiasis data was compared with radiographs and ultrasound images and urinalysis parameters. Pure struvite was found in 42.4% and calcium oxalate in 35.6%. Survey radiographs enabled the detection of radiopaque stones and when an ultrasound examination was also performed, the sensitivity was increased. Double contrast radiography enabled identification in 100% of radiolucent stones, and allowed for size measurement and number counts in 76.9% of radiolucent stones. Crystalluria had low sensitivity (31.5%) and specificity (58.8%). Hematuria (96.3%) and leukocyturia (61.1%) were the most common parameters found. We concluded that double contrast radiography can be considered the method of choice for detection of radiolucent stones. Crystalluria is not a good parameter to detect or predict type of stone. Hematuria and leukocyturia, although non-specific findings, can be used as triage for investigation of urolithiasis.(AU)
Embora várias informações já tenham sido publicadas sobre a urolitíase canina, a sensibilidade dos exames radiográficos, ultrassonográficos e urinários é pouco correlacionada com a composição, número e tamanho dos urólitos. Dessa forma, objetivou-se com esse estudo, analisar retrospectivamente cento e treze prontuários de cães com diagnóstico de urolitíase. Após a remoção cirúrgica dos cálculos, informações sobre o número, aspecto, localização, tamanho e composição foram comparados com os exames de imagens (raio-x e ultrassom) e achados da urinálise. Cálculos de estruvita foram encontrados em 42,4% dos pacientes e de oxalato de cálcio em 35,6%. Exames radiográficos foram capazes de detectar cálculos radiopacos e quando associado ao ultrassom tiveram melhores resultados. A radiografia de duplo contraste permitiu a identificação de 100% dos urólitos radiolucentes e foi capaz de estimar o tamanho e o número em 76,9% desses. Na urinálise a cristalúria apresentou baixa sensibilidade (31,5%) e especificidade (58,8%) na detecção de urólitos, já a hematúria (96,3%) e leucocitúria (61,1%) foram os parâmetros mais observados. Conclui-se que a radiografia de duplo contraste é o método de escolha para a detecção de urólitos radiolucentes e que a cristalúria não pode ser considerada um bom parâmetro para detectar ou prever o tipo de urólitos. Embora a hematúria e leucocitúria não sejam achados específicos,podem ser utilizados como triagem para a investigação da urolitíase.(AU)
Biblioteca responsável: BR68.1
Localização: BR68.1