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Morfologia da cérvice de ovelhas Santa Inês adultas nas fases luteínica e folicular

Franco, Matheus Castro; Santos, Jomel Francisco dos; Maciel, Thiago Arcoverde; Duarte Neto, Paulo José; Oliveira, Daniela.
Ci. Anim. bras.; 15(4)2014.
Artigo em Português | VETINDEX-Express | ID: vti-745059

Resumo

The ovine cervix is irregularly shaped, making it a challenge to pass through it during artificial insemination. Thus, the aim of this study was to describe the morphological characteristics of the cervix of Santa Ines breed, comparing the phases of the estrous cycle. A total of 112 uteri were collected from non-pregnant ewes and silicone was injected into the lumen of the cervix in order to obtain a cast of the cervical canal. Mean length of the cervix was 41.33 ± 16.38 mm and the most frequent cervical ostium type found was the duck-beak (46%). Two rings were the minimum and seven were the maximum found in the cervix, with means of 4.70 ± 1.05 rings. Morphometric data from each cervical ring indicates that the inner circumference tapers in the middle portion and then becomes to enlarge again. No significant difference (p> 0.05) was found when comparing the luteal and follicular phases, or the types of cervix regarding to the values of the diameter of the folds, height, inside circumference, midpoint between the folds and distance from the opening to the folds. Under the studied conditions, we concluded that the development of semen applicator should take into account the morphometric limits found, although the morphology and morphometry of the ovine cervix is quite varied, with no standard patterns for the species, even when comparing the luteal and follicular phases.
A cérvice ovina tem formato irregular, tornando um desafio transpassá-la durante a inseminação artificial. Logo, este trabalho teve por objetivo descrever as características morfológicas da cérvice de ovelhas da raça Santa Inês, comparando-se as fases do ciclo estral. Foram coletados 112 úteros de ovelhas adultas não gestantes e silicone foi injetado no lúmen da cérvice obtendo-se um molde do canal cervical. O comprimento médio foi de 41,33± 16,38 mm e o tipo de óstio cervical mais frequente foi o bico-de-pato (46%). O número mínimo de anéis encontrados nas cérvices foi de dois e o máximo de sete, com média de 4,70 ± 1,05 anéis. A morfometria de cada anel cervical indica que a circunferência interna se afunila na porção média e em seguida torna a aumentar. Não houve diferença significativa (p>0,05) quando se compararam as fases luteínica e folicular e entre os tipos de cérvice quanto ao diâmetro das dobras, altura das dobras, circunferência interna, ponto médio entre as dobras e distância do orifício para as dobras. Nas condições estudadas, concluiu-se que o desenvolvimento de um aplicador de sêmen deve levar em consideração os limites morfométricos encontrados, embora a morfologia e morfometria da cérvice da espécie ovina seja bastante variada, não havendo uma forma padrão para a espécie, inclusive quando são comparadas as fases luteínica e folicular.
Biblioteca responsável: BR68.1