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CARACTERIZAÇÃO ZOOSANITÁRIA DA OVINOCULTURA E DA CAPRINOCULTURA NA MICRORREGIÃO HOMOGÊNEA DE TERESINA, PIAUÍ, BRASIL

Silva, R.A.B.; Batista, M.C.S.; Nascimento, C.B.; Alves, R.P.A.; Alves, F.S.F.; Pinheiro, R.R.; Sousa, M.S.; Diniz, B.L.M.; Cardoso, J.F.S.; Paula, N.R.O..
Arq. Inst. Biol.; 78(4)2011.
Artigo em Português | VETINDEX-Express | ID: vti-759908

Resumo

ABSTRACT The objective of this study was to characterize the health practices and describe the characteristics of sheep and goat farming in the homogeneous microregion (HMR) in Teresina, Piaui, Brazil. Forty-five goat and sheep farms were investigated, distributed in 14 cities. The average number of animals per herd was 129 and 121, for the goats and sheep, respectively. The animals used to form the herds originated in the states of Bahia, Pernambuco and Ceará. Animals with undefined breed (45.8%) and Santa Ines breed (35.4%) were the most frequent among the sheep, while for the goats it was undefined breed (55.3%) and Nubian goats (28.6%). The study showed that 42.2% of the 45 farms surveyed raised cattle as well as goats and/or sheep. The extensive rearing system was adopted on 71.1% of the farms. The health practices adopted most often by farmers were the disposing of needles and syringes after use, isolation of sick animals, and cutting and disinfecting the navel. Deworming was a practice used to control worms by 100.0% of producers. Vaccination was a practice adopted in 48.8% of the herds. The clinical changes most often mentioned were caseous lymphadenitis (64.4%), foot rot (62.2%) and diarrhea (60.0%). In conclusion, sheep and goat farming in the Teresina HMR is practiced extensively with reasonably proper installations, but still shows deficiencies in the use of health practices, which impair the prevention and control of diseases, particularly infectious and parasitic diseases.
RESUMO O objetivo deste trabalho foi caracterizar o manejo sanitário e descrever as características da ovinocaprinocultura na microrregião homogênea (MRH) de Teresina, Piauí, Brasil. Foram investigadas 45 propriedades capriovinícolas, distribuídas em 14 municípios. O número médio de animais foi de 129 e 121 nos rebanhos caprinos e ovinos, respectivamente. Os animais utilizados na formação dos rebanhos base tiveram como origem os estados da Bahia, Pernambuco e Ceará. Animais SPRD (45,8%) e da raça Santa Inês (35,4%) são os mais encontrados entre os ovinos e na espécie caprina animais SPRD (55,3%) e animais da raça Anglo-Nubiana (28,6%). O estudo demostrou que 42,2% propriedades pesquisadas exploravam bovinos e caprinos e/ou ovinos. O sistema de criação extensivo foi adotado em 71,1% dos criatórios. As práticas sanitárias adotadas com maior frequência foram descarte de agulhas após o uso, isolamento de animais doentes e corte e desinfecção do umbigo. A desverminação foi a prática utilizada no controle de verminoses por 100,0% dos produtores. A vacinação foi adotada em 48,8% dos rebanhos. As alterações clínicas mais citadas foram linfadenite caseosa (64,4%), pododermatite (62,2%) e diarreia (60,0%). Portanto, a ovinocaprinocultura na MRH de Teresina é praticada, em sua grande maioria, de forma extensiva e que, apesar de contar com instalações razoáveis, ainda apresenta deficiências quanto à utilização de práticas de manejo sanitário, o que acaba impossibilitando a prevenção e o controle de doenças, principalmente as de origem infecciosas e parasitárias.
Biblioteca responsável: BR68.1