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Correlation of maternal concentrations of plasma testosterone with fetal sex in horses

Busato, Eduarda Maciel; Weiss, Romildo Romualdo; Abreu, Ana Claudia Machinski Rangel de; Bergstein-Galan, Tácia Gomes; Marcondes, Felipe Augusto Beckert; Kozicki, Luiz Ernandes; Soccol, Vanete Thomaz; Dornbusch, Peterson Triches.
Ci. Rural; 51(2)2021.
Artigo em Inglês | VETINDEX-Express | ID: vti-760272

Resumo

ABSTRACT: The objectives of this study were to evaluate the correlation of fetal sex and plasma testosterone concentrations between the 5th and 8th months of pregnancy in mares and to verify the applicability of this test to predict fetal sex. Blood samples were collected from 21 mares at 30-day intervals of between 150 and 240 days of pregnancy. Plasma testosterone was determined by radioimmunoassay and the sex of the foals confirmed at birth. The levels of maternal testosterone were higher in mares carrying female fetuses at months 5 and 8 (P 0.05). Limit values were determined by analyzing the receiver operating characteristic (ROC) estimates: 35.5 pg/mL and 40 pg/mL for the 5th and 8th month, respectively. For the mares with plasma testosterone values equal to or above the threshold, gestation of female foals was predicted, and for those with plasma testosterone below the threshold values pregnancy of male foals was predicted. In the 5th month, the predictive values for male and female fetuses were 70% and 88.9%, respectively; the detection rates were 87.5% and 72.7%, and the total accuracy of the examination was 78.9%. In the 8th month, the predictive values for male and female fetuses were 80% and 90%, respectively; the detection rates were 88.9% and 81.8%, and the total accuracy of the examination was 85%. It was concluded that there was a correlation between fetal sex and plasma testosterone concentrations in pregnant mares. Prediction of fetal sex based on plasma concentrations of maternal testosterone can be performed in months 5 and 8 with 78.9% and 85% accuracy, respectively.
RESUMO: Os objetivos do estudo foram avaliar a correlação do sexo fetal com as concentrações plasmáticas de testosterona entre o 5° e o 8º mês de gestação na égua e verificar a aplicabilidade deste exame para a predição do sexo fetal. Amostras de sangue foram coletadas de 21 éguas, com intervalos de 30 dias, entre 150 e 240 dias de gestação. A testosterona plasmática foi determinada por radioimunoensaio e o sexo dos potros foi confirmado ao nascimento. Os valores de testosterona materna foram superiores nas éguas gestando fetos fêmeas aos cinco e oito meses (P 0.05). Através da análise da curva ROC (receiver operating characteristic) foram determinados valores limites de 35,5 pg/mL e 40 pg/mL para o 5º e o 8° mês, respectivamente. Éguas com testosterona plasmática igual ou acima dos valores limites foram preditas como gestando fêmeas e éguas com testosterona plasmática abaixo dos valores limites foram preditas como gestando machos. Aos cinco meses, os valores preditivos para fetos machos e fêmeas foram 70% e 88,9%, respectivamente; as taxas de detecção foram 87,5% e 72,7% e a acurácia total do exame foi de 78,9%. Aos oito meses, os valores preditivos para fetos machos e fêmeas foram 80% e 90%, respectivamente; as taxas de detecção foram 88,9% e 81,8% e a acurácia total do exame foi de 85%. Conclui-se que houve correlação entre o sexo fetal e as concentrações de testosterona plasmática em éguas prenhes. A predição do sexo fetal baseada nas concentrações plasmáticas de testosterona materna pode ser realizada aos cinco e oito meses de gestação com 78,9% e 85% de acurácia, respectivamente.
Biblioteca responsável: BR68.1