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Study on reproductive and settlement cycles of Perna perna [Bivalvia : Mytilidae] at natural beds in Ubatuba shore São Paulo State, Brazil / ESTUDO SOBRE OS CICLOS DE REPRODUÇÃO E DE FIXAÇÃO DE Perna perna (BIVALVIA, MYTILIDAE) EM BANCOS NATURAIS NO LITORAL DE UBATUBA (SP), BRASIL)

MARQUES, Hélcio Luis de Almeida; PEREIRA, Ricardo Toledo Lima; CORREA, Benedito Carlos.
B. Inst. Pesca; 18: 73-81, 1991.
Artigo em Português | VETINDEX | ID: vti-761162

Resumo

Aspects of the reproductive and settlement cycles of mussels Perna perna (Linnaeus, 1758) were studied at three natural beds in Ubatuba shore, São Paulo State, Brazil (23°26'S; 45°04'W), in order to obtain basic knowledge on the biology of this species, aiming to subsidize its exploitation. It was noted that Perna perna reproduction extends over the whole year, with breeding peaks in January-February (early to middle summer), May to July (middle autumn to early winter) and September-October (early spring). Young mussels larger than 1 mm long, settled on Ulva fasciata, also occurred all the year long. Correlation between spawning and settlement intensities was not observed, but a fair relationship was noted between spawning and young mussel occurrence peaks, 30-60 days afterwards. It is concluded that the mussel spawning in the region studied do not follow a rigid seasonal pattern, making recommendable a permanent control of larval settlement, when it is required the massive captation of young musseIs for purpose of farming.
Foram estudados aspectos dos ciclos reprodutivo e de fixação de mexilhões Perna perna (Linnaeus, 1758) em três bancos naturais do litoral de Ubatuba (SP), Brasil (23°26'S; 45°04'W), com o objetivo de levantar conhecimentos básicos sobre a biologia da espécie, visando subsidiar a exploração racional desse recurso na região. Notou-se que a reprodução de P. perna ocorreu durante todo o ano, com picos de emissão de gametas em janeiro-fevereiro (início a meados do verão), maio a julho (meados do outono a início do inverno) e setembro-outubro (início da primavera). A ocorrência de mexilhões jovens maiores que 1 mm de comprimento, fixados sobre talos da alga Ulva fasciata, foi observada durante todos os meses do ano. Não foi constatada relação entre intensidade de emissão de gametas e densidade de jovens fixados, mas verificou-se certa correspondência entre as épocas de ocorrência de picos reprodutivos e as de maior fixação de jovens, estes surgindo geralmente 30 a 60 dias após aqueles. Conclui-se que a reprodução de mexilhões na região estudada não obedece a um padrão sazonal rígido, tornando recomendável o monitoramento da fixação larvaI ao se proceder à captação maciça de jovens para fins de cultivo.
Biblioteca responsável: BR68.1