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Marbofloxacin induces leishmanicidal activity and less inflammatory response in Leishmania chagasi infected macrophages / Marbofloxacina induz atividade leishmanicida e menos resposta inflamatória em macrófagos infectados por Leishmania chagasi / Marbofloxacino induce actividad leishmanicida y menor respuesta inflamatoria en macrófagos infectados con Leishmania chagasi

Amante, João Francisco dos Anjos Alvarenga; Santos, Amanda Ribeiro; Santos, Bárbara Mello; Mantovan, Karine Bott; Joaquim, Sâmea Fernandes; Latosinski, Giulia Soares; Menozzi, Benedito Donizete; Hataka, Alexandre; Lucheis, Simone Baldini; Venturini, James; Langoni, Helio.
Vet. Zoot.; 27: 1-11, Nov. 24, 2020. ilus, graf
Artigo em Inglês | VETINDEX | ID: vti-764854

Resumo

Marbofloxacin has promising leishmanicidal activity due to the direct action on the Leishmania chagasi amastigotes. It was developed only for veterinary medicine uses, and it could be used as an drug for the treatment of Canine Visceral Leishmaniasis (CVL).In the present study, we evaluated the leishmanicidal effect and macrophage modulation of marbofloxacin in macrophages infected with amastigotes of L. chagasi. Macrophages were collected from peritoneum of BALB/c mice and infected with promastigotes of L. chagasi. After internalization and transformation into amastigotes forms, cells were treated with marbofloxacinin concentration of100, 500 and 750 μg/mL for 18 hours. The leishmanicidal effect was evaluated by morphological spects of amastigotes inside of macrophages by phagocytosis assay and detection of death amastigotes and macrophages by TUNEL assay. Macrophage modulation was evaluated by release of cytotoxic metabolites and cytokine production. The results showed that L. chagasi-infected macrophages treated with the highest concentration of the drug showed lower amount of amastigotes into the macrophages (p<0,0632) than untreated infected cells. There was pronounced presence of cellular vacuoles in the treated infected-cells, and more apoptotic amastigotes in alive macrophages. It was observed decreased levels of H2O2, IL-1β, IL-6, and TNF-αdose-dependent of marbofloxacin in infected macrophages. The results indicate the leishmanicidal effect of marbofloxacin in infected macrophages and immunomodulation actions in these cells.(AU)
A marbofloxacina tem promissora atividade leishmanicida devido à ação direta sobre as amastigotas de Leishmania chagasi. Foi desenvolvido apenas para uso em medicina veterinária, podendo ser utilizado no tratamento da Leishmaniose Visceral Canina (LVC). No presente estudo, avaliamos o efeito leishmanicida e a modulação macrofágica da marbofloxacina em macrófagos infectados com amastigotas de L. chagasi. Os macrófagos foram coletados do peritônio de camundongos BALB/c infectados com promastigotas de L. chagasi. Após internalização e transformação em formas amastigotas, as células foram tratadas com marbofloxacina nas concentrações 100, 500 e 750μg / mL por 18 horas. O efeito leishmanicida foi avaliado pelos aspectos morfológicos de amastigotas dentro de macrófagos, por ensaio de fagocitose e detecção de amastigotas e macrófagos mortos por ensaio TUNEL. A modulação dos macrófagos foi avaliada pela liberação de metabólitos citotóxicos e produção de citocinas. Os resultados mostraram que macrófagos infectados com L. chagasi tratados com a maior concentração da droga apresentaram menor quantidade de amastigotas nos macrófagos (p <0,0632) do que células infectadas não tratadas. Houve a presença pronunciada de vacúolos celulares nas células infectadas tratadas, e mais amastigotas apoptóticas em macrófagos vivos. Observou-se diminuição dos níveis de H2O2, IL-1β, IL-6 e TNF-αdependente da dose de marbofloxacina em macrófagos infectados. Os resultados indicam o efeito leishmanicida da marbofloxacina em macrófagos infectados e ações imunomoduladoras nessas células.(AU)
El marbofloxacino tiene una actividad leishmanicida prometedora debido a la acción directa sobre amastigotes de Leishmania chagasi. Fue desarrollado solo para uso en medicina veterinaria y puede usarse en el tratamiento de la leishmaniasis visceral canina (LVC). En el presente estudio, evaluamos el efecto leishmanicida y la modulación de macrófagosde marbofloxacino en macrófagos infectados con amastigotes de L. chagasi. Se recogieron macrófagos del peritoneo de ratones BALB/c infectados con promastigotes de L. chagasi. Despuésde la internalizacion y transformacion en formas amastigotes, las células se trataron con marbofloxacina a concentraciones de 100, 500 y 750 μg / ml durante 18 horas. El efecto leishmanicida se evaluó mediante los aspectos morfológicosde amastigotes dentro de macrófagos, mediante ensayo de fagocitosis y detección de amastigotes y macrófagos muertos mediante ensayo TUNEL. La modulación de los macrófagos se evaluó mediante la liberación de metabolitos citotóxicos y la producción de citocinas. Los resultados mostraron que los macrófagos infectados con L. chagasi tratados con la concentración más altas del fármaco tenían una menor cantidad de amastigotes en los macrófagos (p <0,0632) que las células infectadas no tratadas. Hubo una presencia pronunciada de vacuolas celulares en las células infectadas tratadas y más amastigotes apoptóticas en macrófagos vivos. Se observó una disminuicón en los niveles de H2O2, IL-1β, IL-6 y TNF-α dependiendo de la dosis de marbofloxacino en macrófagos infectados. Los resultados indican el efecto leishmanicida de el marbofloxacino en macrófagos infectados y acciones inmunomoduladoras en estas células.(AU)
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