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Physiological potential of Dyckia spp. bromeliad seeds under different temperatures / Potencial fisiológico de sementes de bromélias Dyckia sp. sob diferentes temperaturas

Moresco, Verônica Pellizzaro; Omura, Mônica Satie; Paula, Jean Carlo Baudraz de; Furlan, Felipe Favoretto; Takahashi, Lúcia Sadayo Assari.
Semina Ci. agr.; 42(05): 2639-2650, set.-out. 2021. ilus, tab
Artigo em Inglês | VETINDEX | ID: vti-764886

Resumo

Bromeliads have been gaining ground in the economic scenario due mainly to their use as ornamental plants. Bromeliads of the genus Dyckia exhibit different morphologies, and therefore, have relevance in this market. However, some species are threatened due to the extraction of plants from their natural environments. Many of these species are endemic and native to Brazil and there are few studies on their seed physiology; hence, expansion of research into this topic is essential. An alternative for the preservation of such plants is the production of seedlings using seeds. To this end, the objective of thiswork was to evaluate the physiological potential of seeds of Dyckia brevifolia, Dyckia beateae, and Dyckia excelsa at different temperatures, and determine the number of days to carry out the tests. A completely randomized design was adopted, with three species of Dyckia, analyzed separately, and four temperatures (20, 25, 30, and 35 °C). The following were evaluated: first germination count, germination, germination speed index, length of seedling, and seedling dry weight. The data were analyzed using the Sisvar software for normality and homogeneity, and when the assumptions were met, they were subjected to analysis of variance using the F test (p < 0.05) and the means were compared using the Tukey test at 5% probability. Seeds of D. excelsa emit the radicle more quickly at 20 and 35 °C; however, temperatures of 25 and 30 °C provide better conditions for seedling growth and development. The greatest vigor of D. brevifolia seeds is observed at temperatures of 30 and 35 °C. Seeds of D. beateae emit the radicle more quickly at 20 °C, and the largest seedlings are observed at 35 °C. The first germination count of D. brevifolia, D. beateae, and D. excelsa should be evaluated on the third day after sowing. The germination evaluations [...].(AU)
As bromélias vêm ganhando espaço no cenário econômico em função principalmente do uso como plantas ornamentais. Bromélias do gênero Dyckia sp., apresentam morfologia diferenciada e, por isso, possuem relevância neste mercado, no entanto, algumas espécies estão ameaçadas devido ao extrativismo das plantas de seus ambientes naturais. Muitas destas espécies são endêmicas e nativas do Brasil e são poucos os estudos sobre a fisiologia de sementes destas plantas, sendo essencial o desenvolvimento de pesquisas. Uma alternativa para preservação é a produção de mudas via sementes. Neste sentido, o objetivo do trabalho foi avaliar o potencial fisiológico de sementes de D. brevifolia, D. beateae e D. excelsa em diferentes temperaturas e estabelecer o número de dias para a realização dos testes. Adotou-se delineamento inteiramente casualizado, contendo três espécies de Dyckia (D. brevifolia, D. beateae e D. excelsa), analisadas separadamente, e quatro temperaturas (20 °C, 25 °C, 30 °C e 35 °C). Foram avaliadas: primeira contagem de germinação, germinação, índice de velocidade de germinação, comprimento e massa seca de plântulas. Os dados foram analisados pelo software Sisvar quanto à normalidade e homogeneidade e ao atenderem os pressupostos foram submetidos à análise de variância pelo teste F (p <0,05) e as médias comparadas pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade. Sementes de Dyckia excelsa emitem a radícula mais rapidamente a 20 °C e 35 °C; no entanto as temperaturas de 25 °C e 30 °C proporcionam melhores condições para o crescimento e desenvolvimento das plântulas. O maior vigor de sementes de Dyckia brevifolia é observado nas temperaturas de 30 °C e 35 °C. As sementes da espécie Dyckia beateae emitem a radícula mais rapidamente a 20 °C e as maiores plântulas são observadas a 35 °C. A primeira contagem de germinação de D. brevifolia, D. beateae e D. excelsa deve ser avaliada no terceiro dia após a [...].(AU)
Biblioteca responsável: BR68.1
Localização: BR68.1