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EFEITO DO RESFRIAMENTO, CRIOPRESERVAÇÃO, E EXPOSIÇÃO AO FATOR DE CRESCIMENTO ENDOTELIAL VASCULAR SOBRE TECIDO OVARIANO EQUINO AUTO OU XENOTRANSPLANTADO

SAMARA SILVA DE SOUZA.
Tese em Português | VETTESES | ID: vtt-221417

Resumo

Os objetivos deste estudo foram: 1) Avaliar a eficiência da técnica de autotransplante heterotópico de tecido ovariano equino, após exposição ou não dos fragmentos ovarianos ao processo de resfriamento e/ou VEGF antes do enxerto (Fase 1); 2) Avaliar o efeito da exposição prévia de tecidos ovarianos equinos ao resfriamento, criopreservação e VEGF no xenotransplante heterotópico. (Fase 2). Na fase 1, os fragmentos ovarianos foram coletados por biópsia in vivo e autoenxertados no sítio subcutâneo do pescoço da égua. Na fase 2, ovários equinos foram coletados por ovariectomia, em seguida fragmentados, vitrificados, expostos ao VEGF e xenoenxertados na parede intraperitoneal de camundongos BALB nude. Na fase 1, a exposição dos fragmentos ovarianos ao VEGF não foi benéfica para a qualidade do tecido; contudo, o processo de resfriamento dos fragmentos reduziu (P < 0,05) a hiperemia aguda pós-enxertia. Os enxertos resfriados comparados com enxertos não resfriados obtiveram valores semelhantes (P > 0.05) para folículos pré-antrais normais e em desenvolvimento, densidade vascular e apoptose das células estromais. Na fase 2, A exposição ao VEGF aumentou (P < 0,05) a densidade vascular (vasos novos e maduros) no tecido criopreservado transplantado. Um equilíbrio das fibras de colágeno dos tipos I e III no tecido transplantado e resfriado foi observado em tecido exposto ao VEGF. Em conclusão, a exposição ao VEGF antes do autotransplante não melhorou a qualidade dos tecidos enxertados. No entanto, resfriar o tecido ovariano por pelo menos 24 horas antes do enxerto pode ser benéfico, pois foram obtidas taxas satisfatórias de sobrevivência e ativação folicular e de sobrevivência e proliferação de células estromais, bem como aumento da densidade de vasos.
The objectives of this study were: 1) To evaluate the efficiency of the heterotopic autotransplantation technique of equine ovarian tissue, after exposure or not of the ovarian fragments to the cooling process and / or VEGF before the graft (Phase 1); 2) Evaluate the effect of previous exposure of equine ovarian tissues to cooling, cryopreservation and VEGF in heterotopic xenotransplantation. (Level 2). In phase 1, the ovarian fragments were collected by biopsy in vivo and autografted in the subcutaneous site of the mare's neck. In phase 2, equine ovaries were collected by ovariectomy, then fragmented, vitrified, exposed to VEGF and xenografted on the intraperitoneal wall of nude BALB mice. In phase 1, the exposure of ovarian fragments to VEGF was not beneficial for tissue quality; however, the cooling process of the fragments reduced (P <0.05) the acute post-grafting hyperemia. The cooled grafts compared with non-cooled grafts obtained similar values (P> 0.05) for normal and developing preantral follicles, vascular density and apoptosis of stromal cells. In phase 2, VEGF exposure increased (P <0.05) the vascular density (new and mature vessels) in the transplanted cryopreserved tissue. A balance of types I and III collagen fibers in the transplanted and cooled tissue was observed in tissue exposed to VEGF. In conclusion, exposure to VEGF before autotransplantation did not improve the quality of the grafted tissues. However, cooling ovarian tissue for at least 24 hours before the graft can be beneficial, as satisfactory rates of survival and follicular activation and stromal cell survival and proliferation have been achieved, as well as increased vessel density.
Biblioteca responsável: BR68.1