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CARACTERIZAÇÃO DA MEMBRANA DE LÁTEX DA Hevea brasiliensis E REAÇÃO TECIDUAL APÓS IMPLANTE NO SUBCUTÂNEO DE EQUINOS E BOVINOS

Zimmermann, Marina.
Tese em Português | VETTESES | ID: vtt-2288

Resumo

O látex natural da seringueira Hevea brasiliensis, na forma de membranas ou implantes, vem sendo estudado por possuir proteínas capazes de promover a angiogênese no tecido do hospedeiro. O material mostrou ser biocompatível com muitas espécies, incluindo os cães, camundongos, ratos e humanos. Entretanto, não há relatos sobre suas propriedades em bovinos e equinos, espécies estas que poderiam ser beneficiadas com a reparação mais rápida e eficiente de lesões, principalmente em membros. Dessa forma, o presente estudo teve como objetivo caracterizar uma nova membrana de látex, ainda em estudos, e verificar a biocompatibilidade e a reação tecidual desse material no subcutâneo de equinos e bovinos. A membrana foi desenvolvida e caracterizada em laboratório, utilizando microscopia eletrônica de varredura, microscopia de força atômica e espectroscopia de energia dispersiva de raios-x. Para os estudos in vivo foram utilizados seis equinos e seis bovinos, com modelo de ferida fechada no subcutâneo, onde foram implantadas as membranas em um período de 15, 30 e 45 dias de observação. Foram realizadas análises macroscópica, histológica, imunoistoquímica com os anticorpos anti - VEGF, anti - MAC e anti - CYR 61, e morfológica em microscópio eletrônico de varredura. Foi constatada a biocompatibilidade da nova membrana de látex nas duas espécies avaliadas. Houve aumento da inflamação e estímulo à angiogênese na espécie bovina. Vale salientar que não houve aumento da expressão de VEGF, CYR 61 e MAC em nenhuma das duas espécies, evidenciando a necessidade de mais estudos para a comprovação de mecanismos de ação dessa membrana de látex natural
Biblioteca responsável: BR68.1