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Potencial produtivo e valor nutricional de cultivares de milheto sob doses de nitrogênio em duas épocas de semeadura

Buso, Wilian Henrique Diniz.
Tese em Português | VETTESES | ID: vtt-2304

Resumo

Objetivou-se com a presente pesquisa avaliar a produção de MV e a MS da planta inteira, N contido na planta e a eficiência de conversão do N, recuperação aparente do N, valor nutricional e caracterizar e quantificar as frações de carboidratos e frações nitrogenadas de cultivares de milheto forrageiro, sob doses de nitrogênio, em duas épocas de semeadura, no município de Ceres, Goiás. Utilizou-se delineamento de blocos casualizados em esquema fatorial 3x4, com três repetições. Os tratamentos foram assim constituídos: três cultivares de milheto (ADR-7010, ADR-500 e BRS-1501), quatro doses de N (0, 50, 100 e 200 kg ha-1). O fatorial foi avaliado em duas épocas de semeadura (dezembro e fevereiro). Foram realizados dois cortes em cada época quando as plantas atingiram em média, 0,70 m de altura. Ocorreu efeito significativo da interação entre cultivares e doses de nitrogênio. A produção de MV das cultivares ADR-7010 e BRS-1501 apresentaram efeito quadrático quando aumentou a dose de N. Para a cultivar ADR-500 o modelo mais adequado para avaliar a produção de MV foi o linear. Ocorreu efeito quadrático da aplicação das doses de N e produção de MS e a dose para máxima produção foi de 157 kg ha-1 de N. A quantidade de N extraído pela planta variou de acordo com a cultivar, onde a BRS-1501 acumulou maiores quantidades de N na parte aérea. O N contido na parte aérea das plantas de milheto foi influenciado de forma quadrática com aumento até a dose de 147,11 kg ha-1 de N. A maior eficiência de conversão aparente do nitrogênio ocorreu na dose equivalente a 50 kg ha-1 de N, com produção de 11,60 kg de MS kg-1 de N aplicado. A recuperação aparente do nitrogênio foi maior para as doses de 50 e 100 kg ha-1 de N, com máxima de recuperação de 53,16 e 45,35%, respectivamente. Não foi observada interação significativa entre as cultivares e dose de N e para os teores de MS, PB, FDN, FDA, celulose, hemicelulose e lignina. Entre as cultivares de milheto não houve diferença significativa para as mesmas variáveis. Ocorreu diferença significativa para os teores de MS, PB, FDN e FDA, entre as doses de N. Os teores de MS e PB aumentaram até a dose de 100 kg ha-1 de N. O teor máximo de MS foi de 11,14% e o de PB foi 22,53%. Os teores de FDN (60,11%) e FDA (30,01%) foram maiores no tratamento com dose zero as menores concentração foram determinadas com a aplicação da dose equivalente a 50 kg ha-1 de N, onde o FDN foi 56,33% e o FDA de 30,23%. Os teores de MS foram maiores na semeadura de fevereiro, com média de 10,59%. Os maiores teores de PB (22,46%) e FDA (31,58%), foram determinados na semeadura de dezembro. As variáveis FDN, CEL, HEM e LIG não foram influenciadas pela época de semeadura, cultivares de milheto, doses de N. Ocorreu efeito significativo para a interação entre épocas de semeadura e cultivares de milheto, sendo que a cultivar BRS-1501 apresentou maior DIVMS na semeadura de dezembro (73,88%). Ocorreu efeito significativo da interação de cultivares e doses de nitrogênio. Não ocorreu diferença significativa entre as cultivares de milheto para carboidratos solúveis total (CHOT) e para as frações A+B1, B2 e C. Para as frações A+B1, B2 e C não foram observadas diferenças significativas para as doses de N e para as épocas de semeadura. Entretanto, foi observada diferença significativa entre as doses de N e época de semeadura para os CHOT. Em relação ao fracionamento de proteínas, foram observadas diferenças significativas entre as cultivares de milheto para
Biblioteca responsável: BR68.1