Your browser doesn't support javascript.
loading
Mostrar: 20 | 50 | 100
Resultados 1 - 2 de 2
Filtrar
Mais filtros

Ano de publicação
Tipo de documento
Intervalo de ano de publicação
2.
São Paulo; s.n; 2012. 55 p. graf.
Tese em Português | Coleciona SUS, HSPM-Producao, Sec. Munic. Saúde SP, Sec. Munic. Saúde SP | ID: biblio-938095

RESUMO

A coqueluche é uma enfermidade infectocontagiosa aguda do trato respiratório, conhecida popularmente como “tosse comprida”, que provoca tosse paroxística de intensidade variável e com duração de várias semanas. A Bordetella pertussis é uma das 4 espécies de bactérias que formam o gênero Bordetella, constituindo-se em um cocobacilo gram-negativo, imóvel e aeróbio que necessita de meios de cultura específicos e condições ambientais favoráveis para o seu crescimento. O homem é o único reservatório natural. A transmissão se dá, principalmente, pelo contato direto de pessoa doente com pessoa susceptível, através de gotículas de secreção da orofaringe, eliminadas por tosse, espirro ou ao falar. Pode ocorrer a transmissão por objetos recentemente contaminados com secreções do doente, porém é pouco freqüente, pela dificuldade do agente sobreviver fora do hospedeiro. O período de incubação é em média, de 5 a 10 dias, podendo variar de 1 a 3 semanas e, raramente, até 42 dias. O diagnóstico da coqueluche é clínico. Quando as características clássicas da doença estão presentes, o diagnóstico pode ser facilmente considerado e iniciado o tratamento. A eritromicina (de preferência o estolato) é o antimicrobiano de escolha para o tratamento da coqueluche, visto ser mais eficiente e menos tóxico. Este antibiótico é capaz de erradicar o agente do organismo em um ou dois dias quando seu uso for iniciado durante o período catarral ou início do período paroxístico, promovendo, assim, a diminuição do período de transmissibilidade da doença


Assuntos
Humanos , Incidência , Infecções , Coqueluche
SELEÇÃO DE REFERÊNCIAS
DETALHE DA PESQUISA