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1.
J. bras. econ. saúde (Impr.) ; 13(1): 43-48, Abril/2021.
Artigo em Português | LILACS, ECOS | ID: biblio-1252705

RESUMO

Objetivo: O objetivo deste estudo foi o de conhecer os custos da utilização do serviço público de saúde por indivíduos segundo suas morbidades crônicas. Métodos: A metodologia adotada para apuração dos custos foi o sistema de custeio por absorção. Os custos apurados para cada serviço foram cruzados com a base de dados dos usuários atendidos no mesmo período, incluindo um conjunto de condições de saúde ou doença existentes, sem identificação dos usuários. Resultados: Os resultados obtidos correspondem aos custos de 375.760 usuários que utilizaram algum serviço da rede municipal de saúde durante o período de um ano. Os custos variaram de R$ 0,05 a R$ 16.773,82, sendo os menores equivalentes apenas ao consumo de medicamentos e os maiores, ao uso de múltiplos serviços. Conclusão: O estudo demonstrou importante variação nos custos médios por indivíduo no contexto de uma rede municipal de saúde estruturada, com associação direta ao problema/condição de saúde observado


Objective: The aim of this study was to know the costs of public health service users in a Brazilian city, according to their chronic morbidities. Methods: Cost method absortion was the methodology adopted to calculate those costs. The costs of each service were cross-referenced with a database of users cared in the same period, including a set of pre-existing health conditions, with no individual identification. Results: The results obtained correspond to the costs of 375,760 individuals who use some service of the municipal health network for a year. Costs ranged from R$ 0.05 to R$ 16,773.82, the lowest were equivalent to the consumption of medicines only and the highest to the use of multiple services. Conclusion: Significant variation was observed in the average costs per individual directly associated with the health problem/condition


Assuntos
Saúde Pública , Custos de Cuidados de Saúde , Custos e Análise de Custo
2.
Rev Saude Publica ; 43(6): 954-60, 2009 Dec.
Artigo em Inglês, Português | MEDLINE | ID: mdl-19967257

RESUMO

OBJECTIVE: To estimate the prevalence of sexual violence history among pregnant women and its association with the self-perception of health status. METHODS: Cross-sectional study including a total of 179 pregnant women older than 14 years old at gestation week 14 to 28 attending public health services in the city of São Paulo, Southeastern Brazil, between 2006 and 2007. Data collection instruments included: questionnaire on sexual violence; questionnaire on sociodemographic data; and an assessment of health-related quality of life using the Medical Outcomes Study 12-Item Short-Form Health Survey (SF-12(R)). Age, skin color, education, occupational and marital status, and self-perception of physical and mental health were compared between women with and without a lifetime history of sexual violence. Sexual violence was categorized as penetrative and non-penetrative sex. RESULTS: Among all women interviewed, the prevalence of sexual violence was 39.1%, of which 20% were of penetrative type by known perpetrators. In 57% of cases, the first episode of violence was before the age of 14. There were no sociodemographic differences between women with and without history of sexual violence. Mean scores of self-perception of physical health among women with history of sexual violence were lower (42.2; SD= 8.3) compared to those without history of sexual violence (51.0; SD= 7.5) (p<0.001). Mean scores of self-perception of mental health were 37.4 (SD= 11.2) and 48.1 (SD= 10.2) (p<0.001), respectively. CONCLUSIONS: There was found high prevalence of sexual violence among pregnant women studied. Women with history of sexual violence showed poorer self-perception of health status compared to those without history of sexual violence.


Assuntos
Nível de Saúde , Autoimagem , Delitos Sexuais/estatística & dados numéricos , Violência/estatística & dados numéricos , Adolescente , Adulto , Brasil/epidemiologia , Métodos Epidemiológicos , Feminino , Humanos , Saúde Mental/estatística & dados numéricos , Gravidez , Delitos Sexuais/classificação , Fatores Socioeconômicos , Adulto Jovem
3.
Rev. saúde pública ; 43(6): 954-960, dez. 2009. tab
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-535291

RESUMO

OBJETIVO: Estimar a prevalência de histórico de violência sexual entre mulheres gestantes e sua associação com a percepção de saúde. MÉTODOS: Estudo transversal, com 179 mulheres maiores de 14 anos e grávidas de 14 a 28 semanas, entrevistadas em serviços públicos de saúde em São Paulo, SP, entre os anos de 2006 e 2007. Os instrumentos utilizados foram: inventário de violência sexual, inventário de dados sociodemográficos e questionário de qualidade de vida relacionada à saúde: "Medical Outcomes 12-Item Short-Form Health Survey" (SF-12®). Mulheres com e sem história de violência sexual foram comparadas quanto à idade, escolaridade, ocupação, estado civil, cor da pele e autopercepção de saúde física e mental. A violência sexual foi caracterizada em penetrativa ou não penetrativa. RESULTADOS: Houve prevalência de 39,1 por cento de violência sexual entre as entrevistadas, sendo 20 por cento do tipo penetrativo, cometida sobretudo por agressores conhecidos. Em 57 por cento das mulheres a primeira agressão ocorreu antes dos 14 anos. Não houve diferenças sociodemográficas entre mulheres que sofreram e as que não sofreram violência sexual. Escores médios de percepção de saúde física entre as entrevistadas com antecedente de violência sexual foram menores (42,2; DP=8,3) do que das mulheres sem este antecedente (51,0; DP=7,5) (p<0,001). A percepção de saúde mental teve escore médio de 37,4 (DP=11,2) e 48,1 (DP=10,2) (p<0,001), respectivamente para os dois grupos. CONCLUSÕES: Houve alta prevalência de violência sexual entre as grávidas dos serviços de saúde avaliados. Mulheres com antecedente de violência sexual apresentaram pior percepção de saúde do que as sem esse antecedente.


OBJECTIVE: To estimate the prevalence of sexual violence history among pregnant women and its association with the self-perception of health status. METHODS: Cross-sectional study including a total of 179 pregnant women older than 14 years old at gestation week 14 to 28 attending public health services in the city of São Paulo, Southeastern Brazil, between 2006 and 2007. Data collection instruments included: questionnaire on sexual violence; questionnaire on sociodemographic data; and an assessment of health-related quality of life using the Medical Outcomes Study 12-Item Short-Form Health Survey (SF-12®). Age, skin color, education, occupational and marital status, and self-perception of physical and mental health were compared between women with and without a lifetime history of sexual violence. Sexual violence was categorized as penetrative and non-penetrative sex. RESULTS: Among all women interviewed, the prevalence of sexual violence was 39.1 percent, of which 20 percent were of penetrative type by known perpetrators. In 57 percent of cases, the first episode of violence was before the age of 14. There were no sociodemographic differences between women with and without history of sexual violence. Mean scores of self-perception of physical health among women with history of sexual violence were lower (42.2; SD= 8.3) compared to those without history of sexual violence (51.0; SD= 7.5) (p<0.001). Mean scores of self-perception of mental health were 37.4 (SD= 11.2) and 48.1 (SD= 10.2) (p<0.001), respectively. CONCLUSIONS: There was found high prevalence of sexual violence among pregnant women studied. Women with history of sexual violence showed poorer self-perception of health status compared to those without history of sexual violence.


OBJETIVO: Estimar la prevalencia de histórico de violencia sexual entre mujeres gestantes y su asociación con la percepción de salud. MÉTODOS: Estudio transversal, con 179 mujeres mayores de 14 años y embarazadas de 14 a 28 semanas, entrevistadas en servicios públicos de salud en Sao Paulo, Sureste de Brasil, entre los años de 2006 y 2007. Los instrumentos utilizados fueron: inventario de violencia sexual, inventario de datos sociodemográficos y cuestionario de calidad de vida relacionada con la salud: "Medical Outcomes 12-Item Short-Form Health Survey" (SF-12 ®). Mujeres con y sin historia de violencia sexual fueron comparadas con respecto a la edad, escolaridad, ocupación, estado civil, color de la piel y autopercepción de salud física y mental. La violencia sexual fue caracterizada en penetrativa o no penetrativa. RESULTADOS: Hubo prevalencia de 39,1 por ciento de violencia sexual entre las entrevistadas, siendo 20 por ciento del tipo penetrativo, cometida sobretodo por agresores conocidos. En 57 por ciento de las mujeres la primera agresión ocurrió antes de los 14 años. No hubo diferencias sociodemográficas entre mujeres que sufrieron y las que no sufrieron violencia sexual. Escores promedios de percepción de salud física entre las entrevistadas con antecedente de violencia sexual fueron menores (42,2; DP=8,3) con relación a las mujeres sin este antecedente (51,0; DP=7,5) (p<0,001). La percepción de salud mental tuvo escores promedio de 37,4 (DP= 11,2) y 48,1 (DP=10,2) (p<0,001), respectivamente para los dos grupos. CONCLUSIONES: Hubo alta prevalencia de violencia sexual entre las embarazadas de los servicios de salud evaluados. Mujeres con antecedente de violencia sexual presentaron peor percepción de salud con relación a las que no presentaban ese antecedente.


Assuntos
Adolescente , Adulto , Feminino , Humanos , Gravidez , Adulto Jovem , Nível de Saúde , Autoimagem , Delitos Sexuais/estatística & dados numéricos , Violência/estatística & dados numéricos , Brasil/epidemiologia , Métodos Epidemiológicos , Saúde Mental/estatística & dados numéricos , Delitos Sexuais/classificação , Fatores Socioeconômicos , Adulto Jovem
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