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1.
Artigo em Português | ECOS, ColecionaSUS | ID: biblio-1152615

RESUMO

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou recentemente o sétimo mês dos microdados da PNAD Covid-19, versão da PNAD Contínua que pretende monitorar as transformações ocorridas no mercado de trabalho brasileiro durante a pandemia da Covid-19. Apesar de a PNAD Covid-19 ser uma pesquisa experimental, de forma que seus resultados devem ser interpretados com cautela, trata-se de uma pesquisa que possibilita avaliar o impacto da pandemia sobre os rendimentos do trabalho e o papel que o AE teve na sustentação da renda domiciliar. O acompanhamento da análise detalhada dessas informações permitirá aprofundar o conhecimento sobre a situação atual do mercado de trabalho. Em estudos anteriores, mediram-se os impactos da pandemia sobre os rendimentos nos meses de maio a outubro por meio das diferenças entre a renda média efetivamente recebida e a renda média habitualmente recebida. A análise dos microdados da PNAD Covid-19 de maio revelou que os rendimentos médios efetivamente recebidos alcançaram somente 82% dos rendimentos habituais, tendo alcançado 92,8% em outubro. Os resultados para o mês mostram que, em novembro, continuou a recuperação da renda média efetivamente recebida, e a diferença em relação à renda do trabalho habitual se reduziu, tendo atingido 93,7%. Além disso, apesar de o volume da renda proveniente do AE, em novembro, ter caído em comparação com o mês anterior, o total recebido do AE continuou superior à perda da massa salarial entre os que permaneceram ocupados.


Assuntos
Coronavirus , Infecções por Coronavirus , Pandemias , Política Pública , Programas Governamentais , Renda , Trabalho
2.
Artigo em Português | ColecionaSUS, ECOS | ID: biblio-1290452

RESUMO

Os dados da PNAD Contínua revelaram que, no quarto trimestre de 2020, as horas efetivamente trabalhadas e a proporção de afastados do trabalho já haviam amplamente retornado aos valores observados antes da pandemia. Contudo, a mesma recuperação não foi observada nos rendimentos. Mesmo que a diferença entre a renda efetiva e a renda habitual do trabalho não fosse tão substancial quanto fora no segundo trimestre, a razão de rendimentos no último trimestre de 2020 ainda estava consideravelmente abaixo da observada no mesmo trimestre de 2019.


Assuntos
Coronavirus , Infecções por Coronavirus , Pandemias , Renda , Trabalho
3.
Rev. adm. pública (Online) ; 54(4): 1010-1021, jul.-ago. 2020. graf
Artigo em Português | LILACS | ID: biblio-1136987

RESUMO

Resumo Diante da ameaça de desestruturação do tecido produtivo como consequência do isolamento social imposto no Brasil, e tendo em vista que as micro e pequenas empresas são aquelas mais duramente atingidas, o presente trabalho tem por objetivo formular uma proposta de auxílio emergencial governamental para este segmento econômico. Para tanto, apresenta uma breve análise das medidas já adotadas pelo Governo Federal, propõe uma medida capaz de preencher suas lacunas e, por fim, estima os custos da medida proposta para o Tesouro Nacional.


Resumen Ante la amenaza de desestructuración del tejido productivo como consecuencia del aislamiento social impuesto en Brasil y considerando que las micro y pequeñas empresas son las más afectadas, el presente trabajo tiene como objetivo formular una propuesta de asistencia gubernamental de emergencia a este segmento económico. Para ello, presenta un breve análisis de las medidas ya adoptadas por el Gobierno Federal, propone una medida capaz de llenar sus lagunas y, finalmente, estima los costos de la medida propuesta para el Tesoro Nacional.


Abstract Facing the threat of disruption to the productive sector as a result of social distancing measures imposed in Brazil, and considering that micro and small enterprises are those hardest struck, this study aims to formulate a government emergency aid proposal for this segment. It presents a brief analysis of the federal government's current actions and proposes a measure capable of filling the gaps observed. Finally, the study offers an estimation of costs for the National Treasury if adopting the proposed measure.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Política Pública , Infecções por Coronavirus , Economia , Cooperação Econômica , Empresa de Pequeno Porte
4.
Brasília; IPEA; 20200500. 15 p. (Nota Técnica / IPEA. Diset, 63).
Monografia em Português | LILACS, ECOS | ID: biblio-1102203

RESUMO

Este trabalho tem por objetivo avaliar as principais ações do governo federal brasileiro, no sentido de socorrer os segmentos mais vulneráveis do aparato produtivo nacional. Como será possível observar ao longo do texto, entendemos que as medidas apresentadas até o momento não se conectam em uma perspectiva sistêmica, mas, sim, compõem uma miríade cujo entendimento está escapando à grande parte dos micro e pequenos empresários e dos trabalhadores autônomos, alvos principais das ações aqui destacadas.


Assuntos
Política Pública , Infecções por Coronavirus , Coronavirus , Empresa de Pequeno Porte , Pandemias
5.
Artigo em Português | ColecionaSUS, ECOS | ID: biblio-1145206

RESUMO

Os impactos da pandemia sobre os rendimentos de agosto podem ainda ser medidos pelas diferenças entre a renda média efetivamente recebida e a renda média habitualmente recebida. A análise dos microdados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Covid-19 de agosto revela que os rendimentos médios habitualmente recebidos foram de R$ 2.384, enquanto os efetivamente recebidos foram de R$ 2.132, ou seja, 89,4% dos rendimentos habituais, valor 2,3 pontos percentuais (p.p.) acima do mês anterior. Os trabalhadores por conta própria receberam efetivamente apenas 76,7% do que habitualmente recebiam (contra 72% em julho), tendo seus rendimentos efetivos médios alcançado R$ 1.487. Já os trabalhadores do setor privado sem carteira assinada receberam efetivamente 86,1% do habitual. Trabalhadores do setor privado com carteira e funcionários públicos, por sua vez, receberam efetivamente em média cerca de 95% do habitual.


Assuntos
Coronavirus , Infecções por Coronavirus , Pandemias , Política Pública , Programas Governamentais , Trabalho
6.
Artigo em Português | ColecionaSUS, ECOS | ID: biblio-1145208

RESUMO

Os impactos da pandemia sobre os rendimentos no mês de junho podem ainda ser medidos pelas diferenças entre a renda média efetivamente recebida e a renda média habitualmente recebida. A análise dos microdados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Covid-19 de junho revela que os rendimentos médios habitualmente recebidos foram R$ 2.332, enquanto os rendimentos médios efetivamente recebidos foram R$ 1.939, ou seja, somente 83% dos rendimentos habituais, valor apenas 1 ponto percentual acima do mês anterior. Os trabalhadores por conta própria receberam efetivamente apenas 63,4% do que habitualmente recebiam, tendo seus rendimentos efetivos médios alcançado apenas R$ 1.164. Já os trabalhadores do setor privado sem carteira assinada receberam efetivamente 79,1% do habitual. Por sua vez, trabalhadores do setor privado com carteira e funcionários públicos receberam efetivamente em média acima de 90% do habitual..Os microdados da PNAD Covid-19 de junho nos permitem avaliar que o AE foi suficiente para compensar 84% da perda da massa salarial entre os que permaneceram ocupados, um acréscimo de 17 pontos percentuais em relação ao mês de maio. Os dados da pesquisa são claros em mostrar, seja analisando por faixa de renda ou por região, que o papel do AE na compensação da renda perdida em virtude da pandemia foi ainda mais importante do que no mês anterior, principalmente nos domicílios de baixa renda. Isto se deve tanto por causa de maiores desembolsos do auxílio em junho, quanto porque as diferenças entre as rendas efetivas e habituais foram menores.


Assuntos
Coronavirus , Infecções por Coronavirus , Pandemias , Política Pública , Programas Governamentais , Trabalho
7.
Artigo em Português | ECOS, ColecionaSUS | ID: biblio-1145213

RESUMO

Os impactos da pandemia sobre os rendimentos de maio podem ser medidos pelas diferenças entre a renda média efetivamente recebida e a renda média habitualmente recebida. A análise dos microdados da Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílio (PNAD) Covid-19 de maio revela que os rendimentos médios habitualmente recebidos foram no valor de R$ 2.320,24, enquanto os rendimentos médios efetivamente recebidos foram de R$ 1.898,86, ou seja, somente 82% dos rendimentos habituais. Os trabalhadores por conta própria receberam efetivamente apenas 60% do que habitualmente recebiam, tendo seus rendimentos efetivos médios alcançado apenas R$ 1.092,12. Já os trabalhadores do setor privado sem carteira assinada receberam efetivamente 76% do habitual. Por sua vez, trabalhadores do setor privado com carteira e funcionários públicos receberam efetivamente em média acima de 90% do habitual. Os dados mostram também que 5,2% dos domicílios (cerca de 3,5 milhões) sobreviveram apenas com os rendimentos recebidos do auxílio emergencial (AE). Além disso, em média, após considerar o AE, a renda domiciliar alcançou 95% do que seria caso houvesse recebido rendimentos do trabalho habituais. Esse impacto foi maior entre os domicílios de renda baixa, onde, após o AE, os rendimentos atingiram 103% do que seriam com as rendas habituais. Os microdados da PNAD Covid-19 nos permitem avaliar se o AE foi suficiente para compensar 67% da perda da massa salarial entre os que permaneceram ocupados. Além disso, considerando a perda da massa salarial com a queda da população ocupada observada na PNAD Contínua, pode-se estimar que o AE foi capaz de compensar cerca de 45% do impacto total da pandemia sobre a massa salarial.


Assuntos
Coronavirus , Infecções por Coronavirus , Pandemias , Trabalho
8.
Artigo em Português | ColecionaSUS, ECOS | ID: biblio-1150259

RESUMO

Os impactos da pandemia sobre os rendimentos de setembro podem ainda ser medidos pelas diferenças entre a renda média efetivamente recebida e a renda média habitualmente recebida. A análise dos microdados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Covid-19 de setembro revela que os rendimentos médios habitualmente recebidos foram de R$ 2.377, enquanto os efetivamente recebidos foram de R$ 2.154, ou seja, 90,6% dos rendimentos habituais, valor 1,2 ponto percentual (p.p.) acima do mês anterior. Os trabalhadores por conta própria receberam efetivamente apenas 78,8% do que habitualmente recebiam (contra 76,7% em agosto), tendo seus rendimentos efetivos médios alcançado R$ 1.531. Já os trabalhadores do setor privado sem carteira assinada receberam efetivamente 88,1% do habitual. Trabalhadores do setor privado com carteira e funcionários públicos, por sua vez, receberam efetivamente em média cerca de 95% do habitual.


Assuntos
Coronavirus , Infecções por Coronavirus , Pandemias , Política Pública , Programas Governamentais , Trabalho
9.
Rio de Janeiro; IPEA; 2016. 47 p. graf.(Texto para Discussão / IPEA).
Monografia em Português | LILACS, ECOS | ID: biblio-991892

RESUMO

O consumo das famílias é o componente mais importante do produto interno bruto (PIB) brasileiro, e sua dinâmica é fundamental para o entendimento das alterações percebidas na economia em períodos de boom e crises. Neste Texto para Discussão, procura-se analisar a estrutura do consumo das famílias no Brasil entre 2000 e 2013 a partir de suas duas principais fontes de dados, o Sistema de Contas Nacionais (SCN) e a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), ambas produzidas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Também se busca realizar uma análise comparativa sobre as diferenças existentes entre as duas fontes. Com base nos resultados obtidos, percebe-se que as duas pesquisas revelam mudanças na estrutura de consumo das famílias ao longo desse período de crescimento econômico e distribuição de renda, por exemplo, uma parcela maior de consumo de bens duráveis (automóveis, eletrodomésticos etc.). Entretanto, as diferenças entre as duas fontes são substanciais.


Assuntos
Gastos em Saúde , Inquéritos e Questionários , Serviços de Saúde , Brasil
10.
Rio de Janeiro; IPEA; 2016. 41 p. graf.(Texto para Discussão / IPEA).
Monografia em Português | LILACS, ECOS | ID: biblio-992096

RESUMO

"Analisa a dins do índice desde 1999, e propôs-se um tradutor entre esses subitens e os conceitos da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE), versão 2.0. Com base no referido tradutor, foi possível extrair dados da Pesquisa Anual de Serviços (PAS), da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) e da Relação Anual das Informações Sociais (Rais) sobre a composição do valor da produção, das ocupações e dos rendimentos do trabalho dos vários setores de serviços que compõem o IPCA. Os dados analisados corroboram visões preexistentes sobre o tema e as estendem, propondo, em particular, que seja dada atenção a alguns poucos setores de serviços com taxas excepcionais de crescimento da produção e/ou do número de ocupados e rendimentos desses trabalhadores e que demandam políticas públicas específicas.


Assuntos
Inflação , Planos de Pré-Pagamento em Saúde , Serviços de Saúde , Brasil
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