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1.
Brasília; IPEA; 2021. 20 p. graf.(Nota Técnica / IPEA. Disoc, 92).
Monografia em Português | LILACS, ECOS | ID: biblio-1152602

RESUMO

Este estudo procura analisar os ajustes do mercado de trabalho em meio a essas duas retrações, tentando estabelecer similaridades e diferenças entre os ajustes observados nas crises anterior e mais recente. Para tanto, serão usados diversos indicadores de trabalho, construídos a partir da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT), e da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), também produzida por essa secretaria.


Assuntos
Coronavirus , Desemprego , Doenças Endêmicas , Infecções por Coronavirus , Pandemias , Brasil
2.
Artigo em Português | ColecionaSUS, ECOS | ID: biblio-1150260

RESUMO

De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Covid-19, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), referente à semana de 20 a 26 de setembro ­ 20a semana da pesquisa ­, a trajetória de recuperação do mercado de trabalho permaneceu basicamente inalterada em relação às semanas anteriores. Os efeitos diretos da pandemia sobre o mercado de trabalho continuam a arrefecer ­ conforme sinalizado pela tendência de diminuição do número de pessoas afastadas do trabalho devido ao distanciamento social e pela redução do contingente de pessoas fora da força de trabalho que gostariam de trabalhar, mas não procuraram emprego por conta da pandemia ­, mas de forma muito gradual. O nível de ocupação vem recuperando-se lentamente, mas ainda é muito baixo. Por sua vez, o aumento da participação na força de trabalho vem pressionando a taxa de desocupação, que continua em tendência de elevação. Assim, ainda que a evolução da Covid-19 permita a continuidade do processo de retorno paulatino a certo grau de "normalidade" no funcionamento das atividades econômicas no Brasil, os efeitos adversos da crise no mercado de trabalho tendem a persistir durante algum tempo.


Assuntos
Coronavirus , Infecções por Coronavirus , Mercado de Trabalho , Pandemias , Pesquisa Empírica , Setor Informal
3.
Artigo em Português | ECOS, ColecionaSUS | ID: biblio-1145211

RESUMO

Nesta nota, analisamos os efeitos das medidas de contenção da pandemia sobre o nível do emprego ao nível setorial até maio de 2020. Para tanto, lançamos mão dos registros administrativos de admissões e desligamentos do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), dos pedidos do seguro-desemprego e das informações de abertura de empresas disponíveis para o estado de São Paulo, fontes que são restritas ao setor formal, e da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), para incorporar o segmento informal da economia. As informações sobre o setor formal indicam uma forte retração no nível do emprego em que a queda das taxas de admissão dita o ritmo. Os setores de comércio, construção e alimentação e alojamento são os mais afetados nesse universo, tanto pelo Caged como pelos dados de seguro-desemprego e de abertura de empresas. Já a PNAD Contínua, além de reforçar essas constatações, revela as atribulações da categoria de serviços domésticos, marcados por vínculos informais.


Assuntos
Coronavirus , Emprego , Infecções por Coronavirus , Pandemias
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