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Adesão ao regime terapêutico medicamentoso da pessoa com doença renal crónica em programa de hemodiálise / Adherence to drug therapy regimen in people with chronic kidney disease on haemodialysis programme

Ferreira, Anabela Martins.
Bragança; s.n; 20220000. tab..
Tesis en Portugués | BDENF | ID: biblio-1411781
A adesão ao regime medicamentoso na pessoa com doença renal crónica (DRC) em hemodiálise é deveras importante, de resto, como destaca a vasta literatura científica da área, relevando a necessidade de se avaliar a mesma.

Objetivos:

Avaliar a adesão ao regime terapêutico medicamentoso dos inquiridos. Identificar a relação das variáveis sociodemográficas e clínicas com a adesão ao regime terapêutico medicamentoso.

Métodos:

Trata-se de um estudo descritivo correlacional e transversal, inserido numa abordagem quantitativa, com o objetivo de avaliar a adesão ao regime terapêutico medicamentoso da pessoa com doença renal crónica em programa de hemodiálise. A amostra reporta-se aos utentes com DRC que se encontravam a realizar hemodiálise numa clínica privada da região norte de Portugal. Obteve-se uma amostra de 110 doentes. Para avaliar o nível de adesão ao regime medicamentoso dos indivíduos, foi aplicado um questionário composto pela caraterização sociodemográfica e clínica, e o instrumento Medida de Adesão aos Tratamentos (MAT), adaptado e validado para a população portuguesa por Delgado e Lima (2001). O estudo obteve o consentimento por parte de uma comissão de ética (no74/2022) e por parte do centro de hemodiálise. Foi assegurada a livre participação, com respetiva assinatura do consentimento informado por parte dos utentes.

Resultados:

A amostra é maioritariamente do sexo feminino (64,5%; n = 71), com idades compreendidas entre os 65 e os 84 anos (68,2%; n = 75), casados ou em união de facto (65,5%; n = 72), com habilitações ao nível do 1.o ciclo (52,7%; n = 58). Globalmente, o valor médio obtido nos sete itens da escala MAT foi de 5,36±0,472. Verificou-se com base no padrão dicotómico da escala que 83,64% da amostra (n = 92) enquadrava-se como aderente e 16,36% (n = 18) como não aderente. A análise inferencial mostrou haver diferença estatisticamente significativa entre a adesão e a coabitação, em que os inquiridos que viviam com outras pessoas (ERPI) foram os que apresentaram pontuações mais elevadas na adesão.

Conclusão:

Apesar da elevada percentagem de aderentes, o seu incremento é possível e desejável, visando a obtenção de ganhos em saúde.
Biblioteca responsable: PT48.1
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