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1.
Mem Inst Oswaldo Cruz ; 105(5): 642-8, 2010 Aug.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-20835610

RESUMO

Mycobacterium fortuitum is a rapidly growing nontuberculous Mycobacterium that can cause a range of diseases in humans. Complications from M. fortuitum infection have been associated with numerous surgical procedures. A protective immune response against pathogenic mycobacterial infections is dependent on the granuloma formation. Within the granuloma, the macrophage effector response can inhibit bacterial replication and mediate the intracellular killing of bacteria. The granulomatous responses of BALB/c mice to rapidly and slowly growing mycobacteria were assessed in vivo and the bacterial loads in spleens and livers from M. fortuitum and Mycobacterium intracellulare-infected mice, as well as the number and size of granulomas in liver sections, were quantified. Bacterial loads were found to be approximately two times lower in M. fortuitum-infected mice than in M. intracellulare-infected mice and M. fortuitum-infected mice presented fewer granulomas compared to M. intracellulare-infected mice. These granulomas were characterized by the presence of Mac-1+ and CD4+ cells. Additionally, IFN-γmRNA expression was higher in the livers of M. fortuitum-infected mice than in those of M. intracellulare-infected mice. These data clearly show that mice are more capable of controlling an infection with M. fortuitum than M. intracellulare. This capacity is likely related to distinct granuloma formations in mice infected with M. fortuitum but not with M. intracellulare.


Assuntos
Granuloma/patologia , Fígado/imunologia , Infecções por Mycobacterium não Tuberculosas/patologia , Mycobacterium avium/imunologia , Mycobacterium fortuitum/imunologia , Baço/imunologia , Animais , Feminino , Granuloma/imunologia , Granuloma/metabolismo , Imunidade Celular , Imuno-Histoquímica , Interferon gama/genética , Interferon gama/metabolismo , Fígado/microbiologia , Fígado/patologia , Camundongos , Camundongos Endogâmicos BALB C , Infecções por Mycobacterium não Tuberculosas/imunologia , Infecções por Mycobacterium não Tuberculosas/metabolismo , Infecção por Mycobacterium avium-intracellulare/imunologia , Infecção por Mycobacterium avium-intracellulare/metabolismo , Infecção por Mycobacterium avium-intracellulare/patologia , RNA Mensageiro/genética , RNA Mensageiro/metabolismo , Reação em Cadeia da Polimerase Via Transcriptase Reversa , Baço/microbiologia , Baço/patologia , Fatores de Tempo
5.
Mem. Inst. Oswaldo Cruz ; 105(5): 642-648, Aug. 2010. ilus, graf
Artigo em Inglês | LILACS | ID: lil-557223

RESUMO

Mycobacterium fortuitum is a rapidly growing nontuberculous Mycobacterium that can cause a range of diseases in humans. Complications from M. fortuitum infection have been associated with numerous surgical procedures. A protective immune response against pathogenic mycobacterial infections is dependent on the granuloma formation. Within the granuloma, the macrophage effector response can inhibit bacterial replication and mediate the intracellular killing of bacteria. The granulomatous responses of BALB/c mice to rapidly and slowly growing mycobacteria were assessed in vivo and the bacterial loads in spleens and livers from M. fortuitum and Mycobacterium intracellulare-infected mice, as well as the number and size of granulomas in liver sections, were quantified. Bacterial loads were found to be approximately two times lower in M. fortuitum-infected mice than in M. intracellulare-infected mice and M. fortuitum-infected mice presented fewer granulomas compared to M. intracellulare-infected mice. These granulomas were characterized by the presence of Mac-1+ and CD4+ cells. Additionally, IFN-γmRNA expression was higher in the livers of M. fortuitum-infected mice than in those of M. intracellulare-infected mice. These data clearly show that mice are more capable of controlling an infection with M. fortuitum than M. intracellulare. This capacity is likely related to distinct granuloma formations in mice infected with M. fortuitum but not with M. intracellulare.


Assuntos
Animais , Feminino , Camundongos , Granuloma/patologia , Fígado/imunologia , Infecções por Mycobacterium não Tuberculosas/patologia , Mycobacterium avium/imunologia , Mycobacterium fortuitum/imunologia , Baço/imunologia , Granuloma/imunologia , Granuloma , Imunidade Celular , Imuno-Histoquímica , Interferon gama , Interferon gama , Fígado , Fígado/patologia , Camundongos Endogâmicos BALB C , Infecções por Mycobacterium não Tuberculosas/imunologia , Infecções por Mycobacterium não Tuberculosas , Infecção por Mycobacterium avium-intracellulare/imunologia , Infecção por Mycobacterium avium-intracellulare , Infecção por Mycobacterium avium-intracellulare/patologia , Reação em Cadeia da Polimerase Via Transcriptase Reversa , RNA Mensageiro , RNA Mensageiro , Baço , Baço/patologia , Fatores de Tempo
10.
Tese em Português | Arca: Repositório institucional da Fiocruz | ID: arc-7222

RESUMO

Corpúsculos lipídicos são organelas citoplasmáticas envolvidas na produção de eicosanoides em leucócitos. Eicosanoides como as prostaglandinas têm sido envolvidos no controle da resposta inflamatória e imunológica. A saliva de Lutzomyia longipalpis participa do estabelecimento e desenvolvimento da doença pela modulação das respostas hemostática, imunológica e inflamatória do hospedeiro favorecendo a infecção. Entretanto, o papel dos eicosanoides nos momentos iniciais da infecção por Leishmania ainda não foi esclarecido, assim como a participação da saliva neste contexto. Aqui, nós investigamos o papel dos eicosanoides induzidos pela saliva de L. longipalpis e produzidos pela Leishmania infantum chagasi na infecção. O sonicado de glândula salivar (SGS) de L. longipalis induziu um aumento no número de CLs em macrófagos de maneira dose e tempo dependente, o qual esteve correlacionado com o aumento de PGE2 nos sobrenadante de cultura. As enzimas COX- 2 e PGE-sintase foram co-localizadas nos CLs induzidos pela saliva e a produção de PGE2 foi reduzida pelo tratamento com NS-398, um inibidor de COX-2. Nós verificamos que o SGS rapidamente estimulou a fosforilação de ERK-1/2 e PKC-α e a inibição farmacológica dessas vias inibiu a produção de PGE2 pelos macrófagos estimulados com SGS. Em seguida, nós avaliamos o efeito da saliva de L. longipalpis sobre a produção de eicosanoides durante a infecção por L. i. chagasi no modelo peritoneal murino. Nós observamos que a saliva aumentou a viabilidade intracelular de L. i. chagasi tanto em neutrófilos como em neutrófilos recrutados para a cavidade peritoneal. As células recrutadas para cavidade peritoneal apresentaram maiores níveis da relação PGE2/LTB4 e o pré-tratamento com NS-398 reverteu o efeito da saliva sobre a viabilidade intracelular dos parasitas. Parasitas como Leishmania são capazes de produzir PGs utilizando uma maquinaria enzimática própria. Neste estudo nós descrevemos a dinâmica de formação e a distribuição celular dos CLs em L. i. chagasi bem como a participação desta organela na produção de PGs. A quantidade de CLs aumentou durante a metaciclogênese assim como a expressão de PGF2α sintase (PGFS), sendo esta enzima co-localizada nos CLs. A adição de ácido araquidônico AA à cultura de L. i. chagasi aumentou a quantidade de CLs por parasita, bem como a secreção de PGF2α. A infecção com as diferentes formas de L. i. chagasi não foi capaz de estimular a formação de CLs na célula hospedeira. Por outro lado, os parasitas intracelulares apresentaram maiores quantidades de CLs. A infecção estimulou uma rápida expressão de COX-2, mas não foi detectado aumento na produção de PGF2α nos sobrenadantes. Por fim, nós verificamos a presença do receptor de PGF2α (FP) nos vacúolos parasitóforos de macrófagos infectados com L. i. chagasi. O prétratamento das células com um antagonista do receptor FP inibiu os índices de infecção de forma dose-dependente. Em conjunto, nossos dados apontam que os eicosanoides desempenham um papel crucial para evasão da resposta imune durante os momentos iniciais da infecção por L. i. chagasi com diferentes contribuições do parasita, do vetor e da célula hospedeira neste contexto.

16.
Tese em Português | Arca: Repositório institucional da Fiocruz | ID: arc-34859

RESUMO

Lutzomyia longipalpis é o principal transmissor da Leishmania chagasi, agente etiológico da leishmaniose visceral (LV), a forma mais letal da doença. A saliva de L. longipalpis possui moléculas capazes de modular as repostas hemostática, inflamatória e imunológica do hospedeiro, favorecendo o estabelecimento da infecção. Entretanto, poucos trabalhos têm abordado o papel da saliva de L. longipalpis na indução de mediadores lipídicos e sua implicação nos momentos iniciais da infecção por Leishmania. Neste trabalho, investigamos o papel do sonicado de glândula salivar (SGS) de Lutzomyia longipalpis na indução da formação de corpúsculos lipídicos (CL) e produção de mediadores lipídicos durante os estágios iniciais da infecção por Leishmania chagasi. O SGS foi capaz de induzir in vitro a formação de CLs e a produção de PGE2 em macrófagos murinos. Durante a infecção de camundongos C57BL/6 por L. chagasi, a presença de saliva de L. longipalpis aumentou a formação de CLs em macrófagos após 3 horas de estímulo, o que esteve correlacionado com o aumento do influxo de células para o sítio inflamatório, principalmente neutrófilos. A infecção de L. chagasi em presença do SGS de L. longipalpis induziu a produção de LTB4 e PGE2 em leucócitos peritoneais ex vivo. Após 3 horas, macrófagos e neutrófilos infectados, bem como a interação entre essas células foram observadas. O percentual de macrófagos infectados e o número de parasitas por macrófago esteve reduzido durante a infecção em presença de SGS. O conjunto dos nossos resultados indica que a saliva do vetor desempenha um papel importante na modulação da inflamação durante os estágios iniciais da infecção por L. chagas i e abre novas perspectivas para o entendimento da imunopatogênese da leishmaniose visceral.

17.
Salvador; s.n; 2009. 63 p. ilus, graf.
Tese em Português | LILACS | ID: lil-540653

RESUMO

Lutzomyia longipalpis é o principal transmissor da Leishmania chagasi, agente etiológico da leishmaniose visceral (LV), a forma mais letal da doença. A saliva de L. longipalpis possui moléculas capazes de modular as repostas hemostática, inflamatória e imunológica do hospedeiro, favorecendo o estabelecimento da infecção. Entretanto, poucos trabalhos têm abordado o papel da saliva de L. longipalpis na indução de mediadores lipídicos e sua implicação nos momentos iniciais da infecção por Leishmania. Neste trabalho, investigamos o papel do sonicado de glândula salivar (SGS) de Lutzomyia longipalpis na indução da formação de corpúsculos lipídicos (CL) e produção de mediadores lipídicos durante os estágios iniciais da infecção por Leishmania chagasi. O SGS foi capaz de induzir in vitro a formação de CLs e a produção de PGE2 em macrófagos murinos. Durante a infecção de camundongos C57BL/6 por L. chagasi, a presença de saliva de L. longipalpis aumentou a formação de CLs em macrófagos após 3 horas de estímulo, o que esteve correlacionado com o aumento do influxo de células para o sítio inflamatório, principalmente neutrófilos. A infecção de L. chagasi em presença do SGS de L. longipalpis induziu a produção de LTB4 e PGE2 em leucócitos peritoneais ex vivo. Após 3 horas, macrófagos e neutrófilos infectados, bem como a interação entre essas células foram observadas. O percentual de macrófagos infectados e o número de parasitas por macrófago esteve reduzido durante a infecção em presença de SGS. O conjunto dos nossos resultados indica que a saliva do vetor desempenha um papel importante na modulação da inflamação durante os estágios iniciais da infecção por L. chagas i e abre novas perspectivas para o entendimento da imunopatogênese da leishmaniose visceral.


Assuntos
Animais , Glândulas Salivares/imunologia , Inflamação/fisiopatologia , Leishmaniose Visceral/imunologia , Leishmaniose Visceral/patologia , Macrófagos/imunologia , Biomarcadores/sangue , Mediadores da Inflamação/imunologia , Psychodidae/imunologia , Interações Hospedeiro-Parasita/imunologia , Leishmaniose Visceral/metabolismo
18.
Salvador; s.n; 2009. 63 p. ilus, graf.
Tese em Português | TESESFIO, FIOCRUZ | ID: tes-3512

RESUMO

Lutzomyia longipalpis é o principal transmissor da Leishmania chagasi, agente etiológico da leishmaniose visceral (LV), a forma mais letal da doença. A saliva de L. longipalpis possui moléculas capazes de modular as repostas hemostática, inflamatória e imunológica do hospedeiro, favorecendo o estabelecimento da infecção. Entretanto, poucos trabalhos têm abordado o papel da saliva de L. longipalpis na indução de mediadores lipídicos e sua implicação nos momentos iniciais da infecção por Leishmania. Neste trabalho, investigamos o papel do sonicado de glândula salivar (SGS) de Lutzomyia longipalpis na indução da formação de corpúsculos lipídicos (CL) e produção de mediadores lipídicos durante os estágios iniciais da infecção por Leishmania chagasi. O SGS foi capaz de induzir in vitro a formação de CLs e a produção de PGE2 em macrófagos murinos. Durante a infecção de camundongos C57BL/6 por L. chagasi, a presença de saliva de L. longipalpis aumentou a formação de CLs em macrófagos após 3 horas de estímulo, o que esteve correlacionado com o aumento do influxo de células para o sítio inflamatório, principalmente neutrófilos. A infecção de L. chagasi em presença do SGS de L. longipalpis induziu a produção de LTB4 e PGE2 em leucócitos peritoneais ex vivo. Após 3 horas, macrófagos e neutrófilos infectados, bem como a interação entre essas células foram observadas. O percentual de macrófagos infectados e o número de parasitas por macrófago esteve reduzido durante a infecção em presença de SGS. O conjunto dos nossos resultados indica que a saliva do vetor desempenha um papel importante na modulação da inflamação durante os estágios iniciais da infecção por L. chagas i e abre novas perspectivas para o entendimento da imunopatogênese da leishmaniose visceral. (AU)


Assuntos
Animais , Leishmaniose Visceral/imunologia , Leishmaniose Visceral/patologia , Glândulas Salivares/imunologia , Glândulas Salivares/patologia , Macrófagos/imunologia , Mediadores da Inflamação/imunologia , Psychodidae/imunologia , Interações Hospedeiro-Parasita/imunologia , Leishmaniose Visceral/metabolismo
19.
Salvador; s.n; 2009. 63 p. ilus, graf.
Tese em Português | ENSP, FIOCRUZ | ID: ens-24528

RESUMO

Lutzomyia longipalpis é o principal transmissor da Leishmania chagasi, agente etiológico da leishmaniose visceral (LV), a forma mais letal da doença. A saliva de L. longipalpis possui moléculas capazes de modular as repostas hemostática, inflamatória e imunológica do hospedeiro, favorecendo o estabelecimento da infecção. Entretanto, poucos trabalhos têm abordado o papel da saliva de L. longipalpis na indução de mediadores lipídicos e sua implicação nos momentos iniciais da infecção por Leishmania. Neste trabalho, investigamos o papel do sonicado de glândula salivar (SGS) de Lutzomyia longipalpis na indução da formação de corpúsculos lipídicos (CL) e produção de mediadores lipídicos durante os estágios iniciais da infecção por Leishmania chagasi. O SGS foi capaz de induzir in vitro a formação de CLs e a produção de PGE2 em macrófagos murinos. Durante a infecção de camundongos C57BL/6 por L. chagasi, a presença de saliva de L. longipalpis aumentou a formação de CLs em macrófagos após 3 horas de estímulo, o que esteve correlacionado com o aumento do influxo de células para o sítio inflamatório, principalmente neutrófilos. A infecção de L. chagasi em presença do SGS de L. longipalpis induziu a produção de LTB4 e PGE2 em leucócitos peritoneais ex vivo. Após 3 horas, macrófagos e neutrófilos infectados, bem como a interação entre essas células foram observadas. O percentual de macrófagos infectados e o número de parasitas por macrófago esteve reduzido durante a infecção em presença de SGS. O conjunto dos nossos resultados indica que a saliva do vetor desempenha um papel importante na modulação da inflamação durante os estágios iniciais da infecção por L. chagas i e abre novas perspectivas para o entendimento da imunopatogênese da leishmaniose visceral. (AU)


Assuntos
Animais , Leishmaniose Visceral/imunologia , Leishmaniose Visceral/patologia , Glândulas Salivares/imunologia , Inflamação/fisiopatologia , Macrófagos/imunologia , Mediadores da Inflamação/imunologia , Psychodidae/imunologia , Biomarcadores/sangue , Interações Hospedeiro-Parasita/imunologia , Leishmaniose Visceral/metabolismo
20.
Salvador; s.n; 2009. 63 p. ilus, graf.
Tese em Português | THESIS, FIOCRUZ | ID: the-5538

RESUMO

Lutzomyia longipalpis é o principal transmissor da Leishmania chagasi, agente etiológico da leishmaniose visceral (LV), a forma mais letal da doença. A saliva de L. longipalpis possui moléculas capazes de modular as repostas hemostática, inflamatória e imunológica do hospedeiro, favorecendo o estabelecimento da infecção. Entretanto, poucos trabalhos têm abordado o papel da saliva de L. longipalpis na indução de mediadores lipídicos e sua implicação nos momentos iniciais da infecção por Leishmania. Neste trabalho, investigamos o papel do sonicado de glândula salivar (SGS) de Lutzomyia longipalpis na indução da formação de corpúsculos lipídicos (CL) e produção de mediadores lipídicos durante os estágios iniciais da infecção por Leishmania chagasi. O SGS foi capaz de induzir in vitro a formação de CLs e a produção de PGE2 em macrófagos murinos. Durante a infecção de camundongos C57BL/6 por L. chagasi, a presença de saliva de L. longipalpis aumentou a formação de CLs em macrófagos após 3 horas de estímulo, o que esteve correlacionado com o aumento do influxo de células para o sítio inflamatório, principalmente neutrófilos. A infecção de L. chagasi em presença do SGS de L. longipalpis induziu a produção de LTB4 e PGE2 em leucócitos peritoneais ex vivo. Após 3 horas, macrófagos e neutrófilos infectados, bem como a interação entre essas células foram observadas. O percentual de macrófagos infectados e o número de parasitas por macrófago esteve reduzido durante a infecção em presença de SGS. O conjunto dos nossos resultados indica que a saliva do vetor desempenha um papel importante na modulação da inflamação durante os estágios iniciais da infecção por L. chagas i e abre novas perspectivas para o entendimento da imunopatogênese da leishmaniose visceral. (AU)


Assuntos
Animais , Leishmaniose Visceral/imunologia , Leishmaniose Visceral/patologia , Glândulas Salivares/imunologia , Glândulas Salivares/patologia , Macrófagos/imunologia , Mediadores da Inflamação/imunologia , Psychodidae/imunologia , Interações Hospedeiro-Parasita/imunologia , Leishmaniose Visceral/metabolismo
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