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BrJP ; 7: e20240032, 2024. tab
مقالة ي الانجليزية | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1564060

الملخص

ABSTRACT BACKGROUND AND OBJECTIVES: The presence of central sensitization (CS) in people with chronic neck pain requires clarification, as does the possible disparities between genders. Therefore, this study aimed to evaluate the presence of CS in chronic neck pain according to gender. METHODS: Cross-sectional study with the participation of 260 adults (18-59 years old) with chronic neck pain, carried out between September 2022 and September 2023. Instruments were applied to collect sociodemographic profile, pain characteristics, cervical functional disability and presence of SC. The software SPSS 23.0 was used for comparative analyzes. RESULTS: Regarding disparities between genders, there were no differences in the intensity of pain and cervical functional disability (p=0.134 and p=0.277, respectively). However, SC was higher in women (43.5 ± 14.0; p=0.003). In females, CS was related to "pain interference" in the aspects of walking (r=0.311; p=0.001), relationships with people (r=0.309; p=0.001), appreciation of life (r=0.321; p= 0.001) and with cervical functional disability (r=0.570; p=0.001). In males, CS was related to "pain interference" in aspects such as general activity (r=0.311; p=0.008), mood (r=0.376; p=0.001), walking (r=0.313; p= 0.007), relationships with people (r=0.477; p=0.001), sleep (r=0.321; p=0.006), appreciation of life (r=0.427 p=0.001) and functional disability (r=0.667; p<0.001). CONCLUSION: Women with chronic neck pain showed a greater presence of CS, while CS in men was related to a variety of aspects that negatively affect life. Given this, differences between genders could be considered in the management of patients with chronic neck pain.


RESUMO JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A presença de sensibilização central (SC) em pessoas com dor cervical crônica carece de esclarecimentos, bem como as possíveis disparidades entre os sexos. Portanto, objetivou-se avaliar a presença de SC na dor cervical crônica de acordo com o sexo. MÉTODOS: Estudo transversal com a participação de 260 adultos (18-59 anos) com dor cervical crônica, realizado entre setembro de 2022 e setembro de 2023. Foram aplicados instrumentos para coletar perfil sociodemográfico, características da dor, incapacidade funcional da cervical e presença de SC. Para análises comparativas foi utilizado o SPSS 23.0. RESULTADOS: Nas disparidades entre os sexos, não houve diferenças na intensidade da dor e incapacidade funcional cervical (p=0,134 e p=0,277, respectivamente). No entanto, a SC foi mais elevada nas mulheres (43,5 ± 14,0; p=0,003). No sexo feminino, a SC apresentou relação com a "interferência da dor" nos aspectos: caminhar (r=0,311; p=0,001), relacionamento interpessoal (r=0,309; p=0,001), apreciação da vida (r=0,321; p=0,001) e com incapacidade funcional da cervical (r=0,570; p=0,001). Já no sexo masculino, a SC teve relação com a "interferência da dor" em aspectos como atividade geral (r=0,311; p=0,008), humor (r=0,376; p=0,001), caminhar (r=0,313; p=0,007), relacionamento interpessoal (r=0,477; p=0,001), sono (r=0,321; p=0,006), apreciação da vida (r=0,427 p=0,001) e incapacidade funcional (r=0,667; p<0,001). CONCLUSÃO: Mulheres com dor cervical crônica mostraram maior presença da SC, enquanto nos homens a SC esteve relacionada a uma variedade de aspectos que afetam negativamente a vida. Diante disso, as diferenças entre os sexos poderiam ser consideradas no gerenciamento de pacientes com dor cervical crônica.

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