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1.
Biota Neotrop. (Online, Ed. ingl.) ; 20(1): e20190802, 2020. tab, graf
Article in English | LILACS-Express | ID: biblio-1038871

ABSTRACT

Abstract: The current study describes a new species of Hyalella found in a natural pond at the municipality of Palmeira das Missões, located in the northwestern region of state of Rio Grande do Sul, southern Brazil. The new species differs from other species found in state of Rio Grande do Sul (Hyalella bonariensis, H. castroi, H. kaigang, H. imbya, H. georginae, H. gauchensis, H. montenegrinae and H. pampeana) in the type and number of setae on uropods, on telson and on the inner face of gnathopod 1. Besides, Hyalella palmeirensis is morphologically similar to H. curvispina, especially in the shape and number of setae of uropods. However, H. palmeirensis differs from H. curvispina in having only two simple setae on telson, the inner face of gnathopod 1 with five serrate setae and only the posterior distal margin with denticles in comb-scales, and especially by the tubular sternal gills, present on segments 3 to 7. These new records increase from 11 to 12 the number of species known from state of Rio Grande do Sul.


Resumo: O presente trabalho descreve uma nova espécie de Hyalella encontrada numa nascente no município de Palmeira das Missões, localizado na região noroeste do estado do Rio Grande do Sul, sul do Brasil. A nova espécie difere das outras espécies encontradas no estado do Rio Grande do Sul (Hyalella bonariensis, H. castroi, H. kaigang, H. imbya, H. georginae, H. gauchensis, H. montenegrinae and H. pampeana) especialmente com relação ao tipo e número de setas dos urópodos, télson e superfície ventral do gnatópodo 1. Além disto, H. palmeirensis é similar a H. curvispina, especialmente na forma e número de setas dos urópodos. Entretanto, H. palmeirensis difere de H. curvispina por possuir somente duas setas simples no télson, cinco setas serradas na superfície ventral do gnatópodo 1 e dentículos (comb-scales) somente na margem posterior do gnatópodo 1 e brânquias esternais presentes do segmento 3 ao 7. Esse novo registro aumenta para 11 o número de espécies de Hyalella conhecidas para o estado do Rio Grande do Sul.

2.
Biota Neotrop. (Online, Ed. ingl.) ; 18(2): e20170470, 2018. tab, graf
Article in English | LILACS-Express | ID: biblio-951167

ABSTRACT

Abstract: The aim of this study was to characterize the reproductive strategies of a population of Hyalella bonariensis from southern Brazil. Pairing success, reproductive period of males and females, fecundity, and body size at the onset of reproduction were evaluated. Animals were sampled four times (August 2012, October 2012, January 2013, and April 2013) with the 250 µm-mesh dip net during 20 minutes by only one person. In the field, precopulatory pairs and ovigerous females were individualized. In the laboratory, cephalothorax length (CL) were measured and eggs and juveniles were removed from the females' marsupium and counted. The mean CL of paired males and females was significantly higher than that of non-paired males and females. A sexual dimorphism in body size was observed in the population - both paired and non-paired males were larger than females. Probably larger males have a higher probability of losing females during precopulatory behavior. A significant correlation was observed between the size of paired males and females - larger males often paired with larger females and smaller males paired with smaller females (r = 0.81). The pairing success of males increased with body size and we can assume that males from all size classes are able to find mates. The pairing success of females was independent of body size - paired and non-paired females had similar mean CL. The reproductive success increased with body size in males and females, and was more evident in males. Females from the largest size classes had null reproductive success. The idea that larger females can produce more eggs but might have a lower probability of finding a mate than smaller females was corroborated by our results. Therefore, smaller females have higher pairing success because they are capable of mating with a higher percentage of males. The estimated mean fecundity of H. bonariensis was 17.4 (± 3.89) eggs/juveniles. Our results are similar to those of other species of Hyalella from Brazil.


Resumo: Este trabalho teve por objetivo caracterizar as estratégias reprodutivas de uma população de Hyalella bonariensis no sul do Brasil, avaliando o sucesso de pareamento, o período reprodutivo de machos e fêmeas, a fecundidade e o tamanho corporal dos indivíduos durante a reprodução. Para isso foram realizadas quatro amostragens (Agosto/2012, Outubro/2012, Janeiro/2013 e Abril/2013) utilizando-se uma rede de mão, com malha de 250 µm, durante 20 minutos por um coletor. Em campo, os casais e as fêmeas ovígeras foram individualizados e em laboratório os mesmos foram mensurados quanto ao comprimento do cefalotórax (CC) (mm) e os ovos ou juvenis encontrados dentro do marsúpio foram contados. O CC médio dos machos e fêmeas pareados foi significativamente superior ao dos machos e fêmeas não pareados. Um dimorfismo sexual no tamanho corpóreo foi observado na população - ambos machos pareados e não pareados foram maiores do que as fêmeas. Aparentemente os machos maiores têm uma maior probabilidade de perder fêmeas durante o comportamento precopulatório. Foi observada correlação positiva entre o tamanho dos machos e fêmeas que foram encontrados formando casais - machos maiores geralmente pareiam com fêmeas maiores e machos menores com fêmeas menores (r=0,81). O sucesso de pareamento dos machos aumentou com o tamanho corpóreo e podemos assumir que os machos de todas as classes de tamanho são capazes de encontrar parceiras sexuais; entretanto, o sucesso de pareamento das fêmeas não depende do tamanho das mesmas, sendo que as fêmeas pareadas e não pareadas apresentaram CC médio semelhante. O sucesso reprodutivo da espécie aumentou com o tamanho corpóreo em machos e fêmeas, sendo mais pronunciado nos machos. As fêmeas pertencentes às maiores classes de tamanho apresentaram sucesso reprodutivo nulo. Os resultados suportam a ideia que as fêmeas grandes poderiam ter uma baixa probabilidade de encontrar parceiro para formar par pré-copulatório, quando comparada às fêmeas de tamanhos inferiores, apesar das fêmeas maiores serem mais fecundas. Neste sentido, as menores fêmeas possuem um sucesso de pareamento maior, pois elas são capazes de copular com uma elevada proporção de machos. A fecundidade média da espécie foi estimada em 17,4 (± 3,89) ovos/juvenis. Os resultados observados no presente trabalho assemelham-se aos encontrados para outras espécies do gênero já analisadas no sul do Brasil.

3.
Braz. arch. biol. technol ; 49(2): 239-248, Mar. 2006. tab, graf
Article in English | LILACS-Express | ID: lil-426752

ABSTRACT

A determinação do tamanho em que os caranguejos atingem sua maturidade sexual é um importante instrumento em estudos da dinâmica populacional e na determinação do potencial reprodutivo de uma espécie. O objetivo deste estudo foi analisar aspectos fisiológicos como o desenvolvimento gonadal para a determinação do tamanho na primeira maturação de Uca rapax. Os caranguejos foram coletados durante um ano (abril de 2001 a março de 2002) nos manguezais de Itamambuca e Ubatumirim, Ubatuba, SP. Os exemplares capturados foram mensurados quanto à largura da carapaça e o sexo e os estágios de desenvolvimento gonadal registrados. Os caranguejos com gônadas imaturas e rudimentares foram considerados jovens e os caranguejos nos demais estágios gonadais foram classificados como adultos. Os exemplares foram separados em 10 classes de tamanhos, sendo que para cada classe foram obtidas as freqüências de caranguejos jovens e adultos. A determinação da maturidade sexual foi obtida através de equação logística e o ajuste desta equação foi efetuado pelo método dos mínimos quadrados. O tamanho da largura da carapaça no qual 50% da população de Uca rapax foi considerada madura foi de 14,8 mm para machos e 12,1 mm de LC para fêmeas em Itamambuca e 13,6 mm para machos e 11,4 mm de LC para fêmeas provenientes do manguezal de Ubatumirim. O fato dos machos maturarem com tamanhos superiores ao das fêmeas, deve-se ao maior investimento em crescimento somático por parte desse sexo, sendo que as fêmeas investem mais em processos reprodutivos.

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