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1.
Rev. Assoc. Med. Bras. (1992) ; 66(9): 1283-1288, Sept. 2020. tab, graf
Article in English | LILACS, SES-SP | ID: biblio-1136379

ABSTRACT

SUMMARY The pharmacological therapy for type 2 diabetes mellitus has presented important advances in recent years, which has impacted the treatment of patients with established cardiovascular disease or with high cardiovascular risk. In this scenario, two drug classes have emerged and demonstrated clear clinical benefits: SGLT-2 inhibitors and GLP-1 agonists. The present review discusses the pharmacology, adverse effects, and clinical trials that have demonstrated the benefits of these medications in reducing cardiovascular risk.


RESUMO A terapia farmacológica do diabetes mellitus tipo 2 apresentou avanços importantes nos últimos anos, impactando principalmente o tratamento dos pacientes com doença cardiovascular estabelecida ou com alto risco cardiovascular. Nesse cenário, surgiram duas classes de fármacos com claros benefícios clínicos; os inibidores da SGLT-2 e os agonistas do GLP-1. Na presente revisão os autores discutem desde a farmacologia, efeitos adversos e também os estudos clínicos que demonstraram os benefícios dessas medicações na redução de risco cardiovascular.


Subject(s)
Humans , Cardiovascular Diseases/prevention & control , Diabetes Mellitus, Type 2/drug therapy , Risk Factors , Sodium-Glucose Transporter 2 Inhibitors
3.
Rev. Assoc. Med. Bras. (1992) ; 65(12): 1438-1441, Dec. 2019. graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1057097

ABSTRACT

SUMMARY Artificial intelligence (AI) is a field of computer science that aims to mimic human thought processes. AI techniques have been applied in cardiovascular medicine to explore novel genotypes and phenotypes in existing diseases, improve the quality of patient care, enabling cost-effectiveness, and reducing readmission and mortality rates. The potential of AI in cardiovascular medicine is tremendous; however, ignorance of the challenges may overshadow its potential clinical impact. This paper gives a glimpse of AI's application in cardiovascular clinical care and discusses its potential role in facilitating precision cardiovascular medicine.


RESUMO A inteligência artificial (IA) é um campo da ciência da computação que tem como objetivo imitar os processos de pensamento humano. Técnicas de IA têm sido aplicadas na medicina cardiovascular para explorar novos genótipos e fenótipos em doenças existentes, melhorar a qualidade do atendimento ao paciente, possibilitar custo-efetividade e reduzir taxas de readmissão e mortalidade. Existe um grande potencial da IA na medicina cardiovascular; no entanto, a ignorância dos desafios pode ofuscar seu impacto clínico. Esse artigo fornece a aplicação da IA no atendimento clínico cardiovascular e discute seu papel potencial na facilitação da medicina cardiovascular de precisão.


Subject(s)
Humans , Artificial Intelligence/trends , Cardiovascular Diseases/diagnosis , Algorithms , Precision Medicine/trends , Supervised Machine Learning/trends , Unsupervised Machine Learning , Big Data
4.
Rev. Assoc. Med. Bras. (1992) ; 65(3): 319-325, Mar. 2019. graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1003042

ABSTRACT

SUMMARY Treatment of stable coronary artery disease (CAD) relies on improved prognosis and relief of symptoms. National and international guidelines on CAD support the indication of revascularization in patients with limiting symptoms and refractory to optimal medical treatment, as well as in clinical situations where there is a prognostic benefit of interventional treatment. Most of the studies that support the guidelines for indication of revascularization date back to the 1980s and1990s of the last century. Recent studies have revisited the theme and brought a new breath. The present review provides a critical analysis of classic indications for revascularization, reviewing evidence from the studies of the 1970s to the recent controversial ORBITA study.


RESUMO O tratamento da doença arterial coronariana estável (DAC) se baseia na melhora do prognóstico e alívio de sintomas. Diretrizes nacionais e internacionais sobre a DAC respaldam a indicação de revascularização em pacientes com sintomas limitantes e refratários ao tratamento medicamentoso, bem como em situações clínicas nas quais há benefício prognóstico do tratamento intervencionista. Grande parte dos estudos que norteiam as diretrizes de indicação de revascularização data das décadas de 1980 e 1990. Estudos recentes têm revisitado o tema e trazido novo fôlego. A presente revisão faz uma análise crítica das indicações clássicas de revascularização, revisando a evidência desde os estudos da década de 1970 ao recente e polêmico estudo Orbita.


Subject(s)
Humans , Coronary Artery Disease/surgery , Myocardial Revascularization/standards , Prognosis , Risk Factors , Risk Assessment , Clinical Decision-Making , Myocardial Revascularization/methods
5.
Rev. Assoc. Med. Bras. (1992) ; 65(3): 316-318, Mar. 2019.
Article in English | LILACS | ID: biblio-1003030

ABSTRACT

SUMMARY Coronary artery bypass graft (CABG) is a consolidated treatment in patients with coronary artery disease (CAD) for both symptom control and improvement of prognosis. The patency of venous grafts is still the most vulnerable point of the surgical treatment since it presents a high prevalence of occlusion both in the immediate postoperative period and in the long-term follow-up. Aspirin plays a well-established role in this setting, and for a long time, clopidogrel use has been restricted to patients allergic to aspirin. Recently, subgroup analyses of studies with different anti-platelet therapies have shown reduced mortality and cardiovascular events in patients on dual anti-platelet antiplatelet therapy (DAPT) undergoing CABG, although such studies have not been designed to evaluate this patient profile. However, there is still an insufficient number of randomized studies using DAPT in this context, resulting in a disagreement between the European and American cardiology societies guidelines regarding their indication and generating doubts in clinical practice.


RESUMO A cirurgia de revascularização miocárdica (CRM) é tratamento fundamental em pacientes com doença arterial coronariana (DAC) tanto para controle de sintomas quanto para melhora do prognóstico. A patência dos enxertos venosos ainda hoje é o ponto mais vulnerável do tratamento cirúrgico, por apresentar alta prevalência de oclusão tanto no pós-operatório imediato como no seguimento em longo prazo. A aspirina tem papel bem estabelecido neste cenário e, por muito tempo, o uso do clopidogrel ficou restrito a pacientes alérgicos a aspirina. Recentemente, análises de subgrupos de estudos com diferentes terapias antiplaquetárias demonstraram redução de mortalidade e eventos cardiovasculares em pacientes em uso de dupla antiagregação plaquetária (Dapt) submetidos à CRM, ainda que tais estudos não tenham sido desenhados para avaliar este perfil de pacientes. Contudo, há ainda uma quantidade insuficiente de estudos randomizados com uso de Dapt nesse contexto, resultando em uma discordância entre as diretrizes europeia e americana de cardiologia quanto à sua indicação e gerando dúvidas na prática clínica.


Subject(s)
Humans , Vascular Patency/drug effects , Platelet Aggregation Inhibitors/therapeutic use , Coronary Artery Bypass/methods , Graft Occlusion, Vascular/prevention & control , Coronary Artery Disease/surgery , Aspirin/therapeutic use , Coronary Artery Bypass/adverse effects , Treatment Outcome , Clopidogrel/therapeutic use , Ticagrelor/therapeutic use
6.
Rev. Assoc. Med. Bras. (1992) ; 64(9): 783-786, Sept. 2018. graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-976863

ABSTRACT

SUMMARY The treatment of patients with ST-segment elevation myocardial infarction concomitant with the presence of multivessel disease has been studied in several recent studies with the purpose of defining the need, as well as the best moment to approach residual lesions. However, such studies included only stable patients. The best therapeutic approach to cardiogenic shock secondary to acute coronary syndrome, however, remains controversial, but there are recommendations from specialists for revascularization that include non-event related injuries. Recently published, the CULPRIT-SHOCK study showed benefit of the initial approach only of the injury blamed for the acute event, in view of the multivessel percutaneous intervention, in the context of cardiogenic shock. In this perspective, the authors discuss the work in question, regarding methodological questions, limitations and clinical applicability.


RESUMO O tratamento de pacientes com infarto do miocárdio com elevação do segmento ST concomitante à presença de doença multiarterial tem sido estudado em vários estudos recentes com o objetivo de definir a necessidade, bem como o melhor momento, de abordagem das lesões residuais. No entanto, tais estudos incluíam apenas pacientes estáveis. A melhor abordagem terapêutica do choque cardiogênico secundário à síndrome coronariana aguda, no entanto, ainda permanece controversa, havendo porém recomendação de especialistas para uma revascularização que inclua as lesões não relacionadas ao evento. Publicado recentemente, o estudo CULPRIT-SHOCK mostrou benefício da abordagem inicial apenas da lesão culpada pelo evento agudo, perante a intervenção percutânea multiarterial, no contexto do choque cardiogênico. No presente ponto de vista, os autores discutem o trabalho em questão, no que concerne a questões metodológicas, limitações e aplicabilidade clínica.


Subject(s)
Humans , Shock, Cardiogenic/surgery , Coronary Artery Disease/surgery , Randomized Controlled Trials as Topic , Acute Coronary Syndrome/surgery , Percutaneous Coronary Intervention/methods , ST Elevation Myocardial Infarction/surgery , Shock, Cardiogenic/etiology , Coronary Artery Disease/complications , Treatment Outcome , Practice Guidelines as Topic , Europe , Acute Coronary Syndrome/complications , ST Elevation Myocardial Infarction/complications , Myocardial Revascularization/methods
7.
In. Ramires, José Antonio Franchini; Kalil Filho, Roberto; Santos Filho, Raul Dias dos; Casella Filho, Antonio. Dislipidemias e prevenção da Aterosclerose / Dyslipidemias and prevention of Atherosclerosis. Rio de janeiro, Atheneu, 2018. p.85-91.
Monography in Portuguese | LILACS | ID: biblio-880937
8.
Article in English, Portuguese | LILACS | ID: biblio-909214

ABSTRACT

O diabete mellitus (DM) é uma comorbidade muito frequente entre os pacientes com síndrome coronariana aguda (SCA), acometendo, aproximadamente, 20 a 37% desses. Além de ser um preditor de risco independente, também está relacionado a uma maior prevalência de quadros atípicos de SCA. Apesar disso, é importante ressaltar que no caso da SCA, a maioria dos pacientes com DM apresenta o mesmo quadro clínico que os pacientes sem a doença. Assim como para os pacientes não diabéticos, os scores de risco devem ser aplicados. Entretanto, essa comorbidade por si própria já prediz uma maior gravidade. Inclusive é mais aconselhável utilizar para esses pacientes uma estratégia invasiva precoce. Em relação ao tratamento medicamentoso da SCA, não há alterações significativas no tratamento dos pacientes com DM para os pacientes sem DM. Já no que diz respeito à terapia de reperfusão, muito se extrapola dos conhecimentos em angina estável, em que há uma superioridade do tratamento cirúrgico sobre o percutâneo para os pacientes com DM, ainda que haja falta de evidências no contexto agudo. Finalmente, o conjunto de evidências não é definitivo para indicar a melhor estratégia para o controle da hiperglicemia, entretanto, sabe-se que tanto a hiperglicemia quanto à hipoglicemia durante a internação está relacionada aos piores desfechos. Portanto, é importante evitar valores de glicemia superiores a 180 mg/dL e inferiores a 90 mg/dL, ficando a estratégia de controle rigoroso de glicemia com insulina intravenosa restrita aos pacientes selecionados.


Diabetes mellitus (DM) is a frequent comorbidity among patients with acute coronary syndrome (ACS), affecting about 20% to 37% of these patients. Besides being an independent risk predictor, it is also related to a higher prevalence of atypical presentations of ACS. Despite this, it is important to emphasize that in the case of ACS the majority of patients with DM have the same clinical presentation as patients without the disease. Just as for non-diabetic patients, risk scores should be applied. However, this comorbidity per se predicts a greater severity. Also, it is preferable to use an early invasive strategy for these patients. Regarding the medicinal treatment of ACS, there are no significant differences between the treatment of patients with DM and those without DM. In relation to reperfusion therapy, much of it is extrapolated from knowledge of stable angina, in which surgical treatment takes precedence over percutaneous treatment for patients with DM, despite the lack of evidence in the acute context. Finally, there is no definitive body of evidence to indicate the best strategy to control hyperglycemia, but it is known that both hyperglycemia and hypoglycemia during hospitalization are associated with worse outcomes. Thus, it is important to avoid glycemia values above 180 mg/dL and below 90 mg/dL, restricting the strategy of strict glycemic control with intravenous insulin to selected patients.


Subject(s)
Humans , Female , Aged , Diabetes Mellitus/drug therapy , Acute Coronary Syndrome/diagnostic imaging , Myocardial Revascularization , Blood Glucose , Reperfusion , Aspirin/administration & dosage , Prasugrel Hydrochloride/administration & dosage , Network Meta-Analysis
9.
In. Soeiro, Alexandre de Matos; Leal, Tatiana de Carvalho Andreucci Torres; Oliveira Junior, Múcio Tavares de; Kalil Filho, Roberto. Manual da condutas da emergência do InCor: cardiopneumologia / IInCor Emergency Conduct Manual: Cardiopneumology. São Paulo, Manole, 2ª revisada e atualizada; 2017. p.99-103.
Monography in Portuguese | LILACS | ID: biblio-848463
10.
Int. j. cardiovasc. sci. (Impr.) ; 29(4): f:280-l:287, jul.-ago. 2016. tab, graf
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-831825

ABSTRACT

Fundamento: Diversos estudos experimentais têm mostrado redução de marcadores inflamatórios associados às doses mais elevadas de estatinas em pacientes com síndrome coronariana aguda (SCA). No entanto, a implicação clínica da dose de estatina na fase aguda da SCA ainda é incerta. Objetivo: Comparar desfechos em curto e longo prazo entre pacientes com SCA que receberam doses mais elevadas de atorvastatina versus baixas doses de atorvastatina iniciadas nas primeiras 24 horas da admissão hospitalar. Métodos: Para tal, os pacientes foram divididos em dois grupos: grupo I (N = 464): dose de atorvastatina 40 mg/dia. Foram obtidos dados demográficos, exames laboratoriais, medicações utilizadas e tratamento coronário adotado. Análise estatística: O desfecho primário foi mortalidade por todas as causas. A comparação entre grupos foi realizada através de Q-quadrado e teste T. A análise multivariada de desfechos intrahospitalares foi realizada por regressão logística, sendo considerado significativo p < 0,05. Em longo prazo foi avaliada a mortalidade e eventos combinados pelo método Kaplan-Meier com seguimento médio de 8,79 meses. Resultados: Na análise de desfechos intrahospitalares, não se observaram diferenças significativas entre os grupos I e II. Em longo prazo o grupo II apresentou menor mortalidade em relação ao grupo I (3,9% vs. 8,4%, p = 0,013), respectivamente. Conclusão: Diferenças favoráveis e significativas foram observadas em relação à mortalidade em longo prazo em pacientes com SCA que receberam desde a fase aguda doses elevadas de atorvastatina


Background: Recent experimental studies have described reduction in inflammatory markers related to higher doses of statins in patients with acute coronary syndromes (ACS). However, the clinical implication of the dose of statin in the acute phase of the ACS remains uncertain. Objective: To compare the outcomes in short and long terms among patients with acute coronary syndromes that received higher doses of atorvastatin versus low doses of atorvastatin started in the first 24 hours of hospital admission.Methods: For such, the patients were divided in two groups: group I (N = 464): atorvastatin dose: 40 mg/day. Demographic data, laboratory exams, medications used and coronary treatment adopted were obtained. Statistical analysis: The primary outcome was mortality from all causes. The comparison between groups was made by T-test and Q-square. Multivariative analysis of in-hospital outcomes were determined by logistic regression, considered significant when p < 0.05. In long-term, the mortality and combined events by the Kaplan-Meier method were assessed, with median follow-up of 8.79 months. Results: In the analysis of in-hospital outcomes, no significant differences were observed between groups I and II. In the long-term, group II presented lower mortality in comparison with group 9 (8.4% vs. 3.9%, p = 0.013). Conclusions: Favorable and significant differences were observed in relation to long-term mortality in patients with ACS that received high doses of atorvastatin since the acute phase


Subject(s)
Humans , Male , Female , Acute Coronary Syndrome/mortality , Atorvastatin/administration & dosage , Hydroxymethylglutaryl-CoA Reductase Inhibitors/administration & dosage , Patients , Cholesterol, LDL/blood , Cohort Studies , Heart Ventricles , Multivariate Analysis , Risk Factors , Data Interpretation, Statistical , Stents , Treatment Outcome
11.
In. Kalil Filho, Roberto; Fuster, Valetim; Albuquerque, Cícero Piva de. Medicina cardiovascular reduzindo o impacto das doenças / Cardiovascular medicine reducing the impact of diseases. São Paulo, Atheneu, 2016. p.693-698.
Monography in Portuguese | LILACS | ID: biblio-971561
12.
Arq. bras. cardiol ; 105(2): 145-150, Aug. 2015. tab
Article in English | LILACS | ID: lil-757999

ABSTRACT

AbstractBackground:The prevalence and clinical outcomes of heart failure with preserved left ventricular ejection fraction after acute myocardial infarction have not been well elucidated.Objective:To analyze the prevalence of heart failure with preserved left ventricular ejection fraction in acute myocardial infarction and its association with mortality.Methods:Patients with acute myocardial infarction (n = 1,474) were prospectively included. Patients without heart failure (Killip score = 1), with heart failure with preserved left ventricular ejection fraction (Killip score > 1 and left ventricle ejection fraction ≥ 50%), and with systolic dysfunction (Killip score > 1 and left ventricle ejection fraction < 50%) on admission were compared. The association between systolic dysfunction with preserved left ventricular ejection fraction and in-hospital mortality was tested in adjusted models.Results:Among the patients included, 1,256 (85.2%) were admitted without heart failure (72% men, 67 ± 15 years), 78 (5.3%) with heart failure with preserved left ventricular ejection fraction (59% men, 76 ± 14 years), and 140 (9.5%) with systolic dysfunction (69% men, 76 ± 14 years), with mortality rates of 4.3%, 17.9%, and 27.1%, respectively (p < 0.001). Logistic regression (adjusted for sex, age, troponin, diabetes, and body mass index) demonstrated that heart failure with preserved left ventricular ejection fraction (OR 2.91; 95% CI 1.35–6.27; p = 0.006) and systolic dysfunction (OR 5.38; 95% CI 3.10 to 9.32; p < 0.001) were associated with in-hospital mortality.Conclusion:One-third of patients with acute myocardial infarction admitted with heart failure had preserved left ventricular ejection fraction. Although this subgroup exhibited more favorable outcomes than those with systolic dysfunction, this condition presented a three-fold higher risk of death than the group without heart failure. Patients with acute myocardial infarction and heart failure with preserved left ventricular ejection fraction encounter elevated short-term risk and require special attention and monitoring during hospitalization.


ResumoFundamento:A prevalência e os desfechos clínicos em pacientes com insuficiência cardíaca com fração de ejeção do ventrículo esquerdo preservada pós-infarto agudo do miocárdio ainda não foram bem elucidados.Objetivo:Analisar a prevalência de insuficiência cardíaca com fração de ejeção do ventrículo esquerdo preservada no infarto agudo do miocárdio e sua associação com a mortalidade.Métodos:Pacientes com infarto agudo do miocárdio (n = 1.474) foram incluídos prospectivamente. Pacientes admitidos sem insuficiência cardíaca (Killip = 1), com insuficiência cardíaca com fração de ejeção do ventrículo esquerdo preservada (Killip > 1 e fração de ejeção do ventrículo esquerdo ≥ 50%) e com insuficiência cardíaca sistólica (Killip > 1 e fração de ejeção do ventrículo esquerdo < 50%) foram comparados. A associação entre insuficiência cardíaca sistólica e com fração de ejeção do ventrículo esquerdo preservada, com a mortalidade hospitalar foi testada em modelos ajustados.Resultados:Dentre os incluídos, 1.256 (85,2%) pacientes foram admitidos sem insuficiência cardíaca (72% homens, 67 ± 15 anos), 78 (5,3%) com insuficiência cardíaca com fração de ejeção do ventrículo esquerdo preservada (59% homens, 76 ± 14 anos) e 140 (9,5%) com insuficiência cardíaca sistólica (69% homens, 76 ± 14 anos), com mortalidade, respectivamente, de 4,3; 17,9 e 27,1% (p < 0,001). A regressão logística (ajustada para sexo, idade, troponina, diabetes e índice de massa corporal) demonstrou que insuficiência cardíaca com fração de ejeção do ventrículo esquerdo preservada (odds ratio de 2,91; intervalo de confiança de 95% de 1,35-6,27; p = 0,006) e insuficiência cardíaca sistólica (odds ratio de 5,38; intervalo de confiança de 95% de 3,10-9,32; p < 0,001) se associaram à mortalidade intra-hospitalar.Conclusão:Um terço dos pacientes com infarto agudo do miocárdio admitidos com insuficiência cardíaca apresentou fração de ejeção do ventrículo esquerdo preservada. Apesar de esse subgrupo ter evolução mais favorável que os pacientes com insuficiência cardíaca sistólica, ele apresentou risco de morte três vezes maior do que o grupo sem insuficiência cardíaca. Pacientes com infarto agudo do miocárdio e insuficiência cardíaca com fração de ejeção do ventrículo esquerdo preservada apresentaram elevado risco em curto prazo e mereceram especial atenção e monitorização durante a internação hospitalar.


Subject(s)
Aged , Aged, 80 and over , Female , Humans , Male , Middle Aged , Heart Failure/epidemiology , Heart Failure/physiopathology , Myocardial Infarction/epidemiology , Myocardial Infarction/physiopathology , Stroke Volume/physiology , Brazil/epidemiology , Diastole/physiology , Epidemiologic Methods , Hospitalization , Prognosis , Systole/physiology , Ventricular Dysfunction, Left/physiopathology , Ventricular Function, Left/physiology
13.
Rev. Soc. Bras. Clín. Méd ; 10(6)nov.-dez. 2012.
Article in Portuguese | LILACS | ID: lil-657330

ABSTRACT

JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: As maiores causas de morte no Brasil são as doenças cardiovasculares e as neoplasias. Entre essas, a síndrome metabólica (SM) é atribuída como responsável por cerca de 40% das mortes ocorridas em mulheres acima de 20 anos, e o câncer de mama (CM) é a neoplasia mais comum em mulheres com idade abaixo de 60 anos. Todavia, ainda é desconhecido se existe ou não uma relação etiopatogênica entre ambas. O objetivo deste estudo foi avaliar a interrelação entre SM e CM e suas relações epidemiológicas, etiopatogênicas e clínicas. CONTEÚDO: Revisão sistemática da literatura, através do Pubmed, por artigos com as palavras-chave "câncer de mama" e "síndrome metabólica", sem restrição para data da publicação. Entre 186 artigos avaliados, foram selecionados 56, nos quais a associação entre CM e SM estava adequadamente relatada. Existem evidências consistentes de que o CM e a SM não só compartilham diversos fatores de risco comuns (idade, dislipidemias, obesidade, hipertensão arterial, hiperglicemia, estados inflamatórios sistêmicos), como também o tratamento de uma afecção parece influenciar o prognóstico da outra doença. No entanto, ainda são incertos os mecanismos pelos quais a SM e seus componentes predispõem ao CM, ou se, na vigência desta, o tratamento da SM deva ser diferente daquelas preconizadas atualmente. CONCLUSÃO: Este estudo explicou a clara correlação entre SMe CM. Contudo, ainda são necessários estudos que esclareçam todos os mecanismos fisiopatológicos envolvidos, consequentemente expandindo as possibilidades de tratamentos nestes casos.


BACKGROUND AND OBJECTIVES: The major causes of death in Brazil are cardiovascular disease and cancer. Among these, the metabolic syndrome (MS) is considered responsible for about 40% of deaths in women over 20 years of age, and breast cancer (BC) is the most common cancer in women aged below 60 years. However, whether there is an etiopathogenic relationship between them is still unclear. The objective of this study was to evaluate the association between MS and BC, and their epidemiological, etiopathogenic and clinical relationships. CONTENTS: Systematic review of literature through PubMed articles with the keywords "breast cancer" and "metabolic syndrome", without restriction of date of publication. Among 186 articles assessed, 56 were selected in which the association between BC and MS were properly reported. There is consistent evidence that BC and MS not only share many common risk factors (i.e. age, dyslipidemia, obesity, hypertension, hyperglycemia, systemic inflammation), but also that the treatment of one of these conditions seems to influence the prognosis of the other one. However, the mechanisms by which MS and its components can predispose to BC are still uncertain, as well as, if in the presence of BC, the treatment of SM should be different from current guidelines. CONCLUSION: This study explicit the clear correlation between SM and BC. However, further studies are needed to clarify all the pathophysiological mechanisms involved, thus expanding the possibilities of treatment in these cases.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Breast Neoplasms/epidemiology , Breast Neoplasms/etiology , Metabolic Syndrome/epidemiology , Metabolic Syndrome/etiology
14.
Rev. Soc. Cardiol. Estado de Säo Paulo ; 22(supl.A): 19-23, jan.-mar. 2012. ilus, graf
Article in Portuguese | LILACS | ID: lil-671086

ABSTRACT

A depressão e doença arterial coronariana (DAC) são duas doenças muito prevalentes. Além disso, o comprometimento da qualidade de vida e expectativa de vida são características de ambas as situações. Existem várias condições que, além de agravar a depressão e facilitar o desenvolvimento da DAC, ainda pioram o prognóstico em pacientes com DAC estabelecida. São elas: adesão inferior a orientações médicas (medicamentos e modificações no estilo de vida), maior ativação e agregação plaquetária, disfunção endotelial e disfunção autonômica (diminuição da variabilidade da frequência cardíaca). A literatura recente tem mostrado que a depressão por si só está se tornando um fator de risco independente para eventos cardíacos, tanto na prevenção primária e como na secundária. Como o diagnóstico de depressão em pacientes com doença cardíaca é difícil, devido às semelhanças dos sintomas, o profissional de saúde deve realizar uma avaliação cuidadosa para diferenciar os sinais clínicos de depressão daqueles relacionados com doenças cardíacas em geral. Tratamentos bem sucedidos da depressão têm mostrado melhora na qualidade de vida dos pacientes e nos resultados cardiovasculares. No entanto, estudos clínicos multicêntricos são necessários para apoiar essa inferência. Aligação prática entre profissionais qualificados é necessária para melhor gestão dos pacientes deprimidos com excessode risco no desenvolvimento de DAC. Assim, as implicações fisiopatológicas e clínicas entre depressão e DAC são discutidas neste artigo.


Depression and coronary artery disease (CAD) are both extremely prevalent diseases. In addition, compromised quality of life and life expectancy are characteristics of both situations.There are several conditions that aggravate depression and facilitate the development of CAD, as well as provoke aworse prognosis in patients with already established CAD:inferior adherence to medical orientations (medications and life style modifications), greater platelet activation and aggregation, endothelial dysfunction, and impaired autonomic dysfunction (lowered heart rate variability). Recent literature has shown that depression alone is becoming an independent risk factor for cardiac events both in primary and secondary prevention. As the diagnosis of depression in patients with heart disease is difficult, due to similarities of symptoms, the health professional should perform a careful evaluation to differentiate the clinical signs of depression from those related with general heart diseases. Successful therapy of depression has been shown to improve patients’quality of life and cardiovascular outcome. However, multicentric clinical trials are needed to support this inference. A practical liaison between qualified professionals is necessary for the better management of depressed patients with excess risk in developing CAD. Accordingly, pathophysiological and clinical implications between depression and CAD are discussed in this article.


Subject(s)
Humans , Depression/complications , Depression/diagnosis , Coronary Artery Disease/complications , Prognosis , Social Behavior Disorders/complications , Risk Factors
15.
Arq. bras. cardiol ; 98(2): e28-e31, fev. 2012. ilus
Article in Portuguese | LILACS | ID: lil-614521

ABSTRACT

Trata-se de um caso de uma paciente de 30 anos do sexo feminino, com prótese biológica valvar mitral em razão de estenose mitral sintomática e antecedentes de infarto agudo do miocárdio, episódios de convulsões tônico-clônicas generalizadas, alucinações visuais, eventos tromboembólicos cerebrais, apresentando no momento coreia e cardite aguda. Foram diagnosticados na paciente febre reumática em atividade, lúpus eritematoso sistêmico e síndrome do anticorpo antifosfolipídeo. A combinação de três diagnósticos incomuns em um mesmo paciente torna esse caso único, modificando o tratamento e seu prognóstico.


We report on a 30-year-old female patient, with biological mitral valve prosthesis due to symptomatic mitral stenosis and a history of acute myocardial infarction and generalized tonic-clonic seizure episodes, visual hallucinations, cerebral thromboembolic events and, at present, chorea and acute carditis. The patient was diagnosed with active rheumatic fever (RF), systemic lupus erythematosus (SLE) and Antiphospholipid syndrome (APS). The combination of three unusual diagnoses in the same patient makes this a unique case, modifying patient treatment and prognosis.


Se trata de un caso de una paciente de 30 años del sexo femenino, con prótesis biológica valvular mitral en razón de estenosis mitral sintomática y antecedentes de infarto agudo de miocardio, episodios de convulsiones tónico-clónicas generalizadas, alucinaciones visuales, eventos tromboembólicos cerebrales, presentando en el momento corea y carditis aguda. Fueron diagnosticados en la paciente fiebre reumática en actividad, lupus eritematoso sistémico y síndrome del anticuerpo antifosfolípido. La combinación de tres diagnósticos infrecuentes en un mismo paciente vuelve este caso único, modificando el tratamiento y su pronóstico.


Subject(s)
Adult , Female , Humans , Antiphospholipid Syndrome/complications , Lupus Erythematosus, Systemic/complications , Rheumatic Fever/complications , Bioprosthesis , Heart Valve Prosthesis , Mitral Valve Stenosis/complications , Myocarditis/etiology
16.
Arq. bras. cardiol ; 95(3): 321-327, set. 2010. graf, tab
Article in Portuguese | LILACS | ID: lil-560561

ABSTRACT

FUNDAMENTO: Alguns estudos têm sugerido redução da atividade do clopidogrel sobre a ativação e adesão plaquetárias em pacientes em uso de estatinas. OBJETIVO: Avaliar se a ativação e agregação plaquetárias diminuem com clopidogrel, e se ocorre redução da ação do clopidogrel quando associado à atorvastatina ou à sinvastatina. MÉTODOS: Estudo prospectivo que incluiu 68 pacientes com angina estável em uso prévio de sinvastatina, atorvastatina, ou nenhuma estatina (grupo controle), com indicação prévia eletiva de realização de intervenção coronária percutânea. Foi analisada a ativação plaquetária através do número de plaquetas, níveis de P-selectina e glucoproteína IIb/IIIa (com e sem estímulo de ADP) através de citometria de fluxo. Os resultados foram analisados antes e após a intervenção coronária percutânea e da administração de clopidogrel. RESULTADOS: Observamos redução da atividade plaquetária com uso de clopidogrel. Além disso, não houve diferenças entre as variáveis analisadas que comprovassem redução da atividade do clopidogrel quando associado à estatinas. Observou-se níveis de p-selectina (pré-angioplastia: 14,23±7,52 x 11,45±8,83 x 7,65±7,09; pós angioplastia: 21,49±23,82 x 4,37±2,71 x 4,82±4,47, ρ<0,01) e glicoproteína IIb/IIIa (pré-angioplastia: 98,97±0,43 x 98,79±1,25 x 99,21±0,40; pós angioplastia: 99,37±0,29 x 98,50±1,47 x 98,92±0,88, ρ=0,52), respectivamente nos grupos controle, atorvastatina e sinvastatina. CONCLUSÃO: Concluímos que a ativação plaquetária diminui com a administração de clopidogrel, e que o clopidogrel não tem seu efeito antiplaquetário reduzido na presença de sinvastatina ou atorvastatina.


BACKGROUND: Some studies have suggested reduced activity of clopidogrel on platelet activation and adherence in patients using statins. OBJECTIVE: To assess whether platelet activation and aggregation decrease with clopidogrel, and whether there is a reduction of the action of clopidogrel when associated with atorvastatin or simvastatin. METHODS: This prospective study included 68 patients with stable angina with previous use of simvastatin, atorvastatin, or no statin (control group), with previous elective indication of percutaneous coronary intervention (PCI). Platelet activation was analyzed by means of platelet count, levels of P-selectin and glycoprotein IIb/IIIa (with and without ADP stimulation) by flow cytometry. The findings were analyzed before and after percutaneous coronary intervention and the administration of clopidogrel. RESULTS: We observed reduction in platelet activity with use of clopidogrel. Furthermore, no differences were found between the variables analyzed to prove reduced activity of clopidogrel when combined with statins. We observed levels of p-selectin (pre-angioplasty: 14.23 ± 7.52 x 8.83 x 11.45 ± 7.65 ± 7.09; after angioplasty: 21.49 ± 23.82 x 4 37 ± 2.71 x 4.82 ± 4.47, ρ < 0.01) and glycoprotein IIb/IIIa (pre-angioplasty: 98.97 ± 0.43 ± 1.25 x 98.79 x 99.21 ± 0.40 after angioplasty: 99.37 ± 0.29 ± 1.47 x 98.50 x 98.92 ± 0.88, ρ = 0.52), respectively, in the control, atorvastatin and simvastatin groups. CONCLUSION: We concluded that platelet activation decreases with administration of clopidogrel, and clopidogrel has no antiplatelet effect reduced in the presence of simvastatin or atorvastatin.


FUNDAMENTO: Algunos estudios han sugerido reducción de la actividad del clopidogrel sobre la activación y adhesión plaquetarias en pacientes en uso de estatinas. OBJETIVO: Evaluar si la activación y agregación plaquetarias disminuyen con clopidogrel, y si ocurre reducción de la acción del clopidogrel cuando está asociado a la atorvastatina o a la sinvastatina. MÉTODOS: Estudio prospectivo que incluyó 68 pacientes con angina estable en uso previo de sinvastatina, atorvastatina, o ninguna estatina (grupo control), con indicación previa electiva de realización de intervención coronaria percutánea. Fue analizada la activación plaquetaria a través del número de plaquetas, niveles de P-selectina y glucoproteína IIb/IIIa (con y sin estímulo de ADP) a través de citometría de flujo. Los resultados fueron analizados antes y después de la intervención coronaria percutánea y de la administración de clopidogrel. RESULTADOS: Observamos reducción de la actividad plaquetaria con uso de clopidogrel. Además de eso, no hubo diferencias entre las variables analizadas que comprobasen reducción de la actividad del clopidogrel cuando está asociado a las estatinas. Se observaron niveles de p-selectina (pre-angioplastia: 14,23±7,52 x 11,45±8,83 x 7,65±7,09; post angioplastia: 21,49±23,82 x 4,37±2,71 x 4,82±4,47, ρ<0,01) y glicoproteína IIb/IIIa (pre-angioplastia: 98,97±0,43 x 98,79±1,25 x 99,21±0,40; post angioplastia: 99,37±0,29 x 98,50±1,47 x 98,92±0,88, ρ=0,52), respectivamente en los grupos control, atorvastatina y sinvastatina. CONCLUSIÓN: Concluimos que la activación plaquetaria disminuye con la administración de clopidogrel, y que el clopidogrel no tiene su efecto antiplaquetario reducido en la presencia de sinvastatina o atorvastatina.


Subject(s)
Adult , Aged , Aged, 80 and over , Female , Humans , Male , Middle Aged , Angioplasty, Balloon, Coronary , Heptanoic Acids/pharmacology , Hydroxymethylglutaryl-CoA Reductase Inhibitors/pharmacology , Platelet Aggregation/drug effects , Pyrroles/pharmacology , Simvastatin/pharmacology , Ticlopidine/analogs & derivatives , Drug Interactions , Prospective Studies , Platelet Activation/drug effects , Platelet Aggregation Inhibitors/metabolism , Platelet Aggregation Inhibitors/pharmacology , Ticlopidine/pharmacology
17.
Clinics ; 65(1): 3-8, 2010. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: lil-538600

ABSTRACT

Objective: To determine long-term survival, identify preoperative factors predictive of a favorable outcome, and assess functional improvement after coronary artery bypass grafting in patients with advanced left ventricular dysfunction. Methods: Between 1995 and 2001, 244 patients who underwent coronary artery bypass grafting and had a preoperative left ventricular ejection fraction less than or equal to 35 percent were included. left ventricular ejection fraction was determined by uniplanar or biplanar ventriculography during left heart catheterization. Indication for surgery was predominance of tissue viability. Functional improvement was evaluated through echocardiography and gated scintigraphy at exercise/ rest. Survival was determined by Kaplan-Meier analysis. Results: Mean left ventricular ejection fraction was 29±4 percent (ranged from 9 percent to 35 percent). An average of 3.01 coronary bypass grafts per patient were performed. In-hospital mortality was 3.7 percent (9 patients). The 4-year survival rate was 89.7 percent. Multivariate correlates of favorable short- and long-term outcome were preoperative New York Heart Association Funcional classification for congestive heart failure class I/II, lower PAsP, higher left ventricular ejection fraction and gated left ventricular ejection fraction Ex/Rest ratio >5 percent. Left ventricular ejection fraction rise from 32±5 percent to 39±5 percent, p <0.001. Gated left ventricular ejection fraction at exercise/ rest increased markedly after surgery: from 27±8 percent/ 23±7 percent to 37±5 percent/ 31±6 percent, p <0.001. Conclusions: In selected patients with severe ischemic left ventricular dysfunction and predominance of tissue viability, coronary artery bypass grafting may be capable of implement preoperative clinical/ functional parameters in predicting outcome as left ventricular ejection fraction and gated left ventricular ejection fraction at exercise/ rest.


Subject(s)
Female , Humans , Male , Middle Aged , Cardiomyopathies/surgery , Coronary Artery Bypass/mortality , Preoperative Care/standards , Stroke Volume/physiology , Ventricular Dysfunction, Left/surgery , Cardiomyopathies/physiopathology , Cardiomyopathies , Cardiomyopathies , Epidemiologic Methods , Hospital Mortality , Preoperative Care/methods , Treatment Outcome , Ventricular Dysfunction, Left/physiopathology , Ventricular Dysfunction, Left , Ventricular Dysfunction, Left
18.
Clinics ; 65(10): 947-952, 2010. ilus, tab
Article in English | LILACS | ID: lil-565975

ABSTRACT

INTRODUCTION: The purpose of this study was to (1) identify the functional results after aneurysm surgery in patients with ischemic cardiomyopathy and (2) identify predictors of favorable outcomes. METHODS AND MATERIAL: Patients (n = 169) with angiographic left ventricular ejection fraction of 22±5 percent underwent aneurysm surgery and were prospectively followed for three years. Prior to surgery, 40 percent and 60 percent of the patients were in congestive heart failure NYHA class I/II and III/IV, respectively. Concomitant revascularization was performed on 95 percent of the patients. RESULTS: Cumulative in-hospital and 36-month mortalities were 7 percent and 15 percent, respectively. These respective rates varied according to preoperative parameters: CHF class I-II, 4 percent and 13 percent; CHF class III-IV, 8 percent and 16 percent; LVEF,20 percent, 12 percent and 26 percent; LVEF 21-30 percent, 2 percent and 6 percent; gated LVEF exercise/rest .5 percent, ,1 percent and 4 percent; and gated LVEF exercise/rest #5 percent, 17 percent and 38 percent. Higher LVEF ex/rest ratio (p = 0.01), male sex (p = 0.05), and a higher number of grafts (p = 0.01) were predictive of improvement in CHF class at follow-up based on the results of a multivariate analysis. After three years of follow-up, 84 percent of the patients were in class I/II, LVEF was 45±7 percent, and gated LVEF ex/rest ratio was 13 percent higher (p,0.01) compared to the beginning of the study. CONCLUSIONS: These data suggest that aneurysmectomy among patients with severe LV dysfunction result in shortand long-term favorable functional outcome and survival. Selection of appropriate surgical candidates may substantially improve survival rates among these patients.


Subject(s)
Adult , Aged , Female , Humans , Male , Middle Aged , Heart Aneurysm/surgery , Myocardial Ischemia/surgery , Stroke Volume/physiology , Ventricular Dysfunction, Left/surgery , Epidemiologic Methods , Myocardial Ischemia/mortality , Myocardial Ischemia/physiopathology , Preoperative Period , Treatment Outcome
20.
Arq. bras. cardiol ; 91(6): 377-381, dez. 2008. graf, tab
Article in English, Portuguese | LILACS | ID: lil-501794

ABSTRACT

FUNDAMENTO: Pouco se sabe, principalmente em nosso meio, sobre a influência dos planos de saúde na evolução a longo prazo pós-infarto agudo do miocárdio (IAM). OBJETIVO: Avaliar a evolução de pacientes com IAM usuários do SUS ou de outros convênios. MÉTODOS: Foram analisados 1588 pacientes com IAM (idade média de 63,3 ± 12,9 anos, 71,7 por cento homens), incluídos de forma prospectiva em banco de dados específico, e seguidos por até 7,55 anos. Deste total, 1003 foram alocados no "grupo SUS" e 585 no "outros convênios". Qui-quadrado, log-rank e Cox ("stepwise") foram aplicados nas diferentes análises estatísticas. O modelo multivariado a longo prazo, com mortalidade como variável dependente, incluiu 18 variáveis independentes. RESULTADOS: As mortalidades hospitalares nos grupos "outros convênios" e "SUS" foram de 11,4 por cento e 10,3 por cento, respectivamente (P=0,5); a longo prazo, as chances de sobrevivência nos grupos foram, respectivamente, de 70,4 por cento ± 2,9 e 56,4 por cento ± 4,0 (P=0,001, "hazard-ratio"=1,43, ou 43 por cento a mais de chance de óbito no grupo "SUS"). No modelo ajustado, o grupo "SUS" permaneceu com probabilidade significativamente maior de óbito (36 por cento a mais de chance, P=0,005), demonstrando-se ainda que cirurgia de revascularização miocárdica e angioplastia melhoraram o prognóstico dos pacientes, ao passo que idade e história de infarto prévio, diabete ou insuficiência cardíaca, pioraram o prognóstico dos mesmos. CONCLUSÃO: Em relação a usuários de outros convênios, o usuário SUS apresenta mortalidade similar durante a fase hospitalar, porém tem pior prognóstico a longo prazo, reforçando a necessidade de esforços adicionais no sentido de melhorar o nível de atendimento destes pacientes após a alta hospitalar.


BACKGROUND: Little is known, especially in our country, about the influence of health insurance plans on the long term outcome of patients after acute myocardial infarction (AMI). OBJECTIVE: To assess the outcome of patients with AMI who are covered by the National Health System (SUS) or other health insurance plans. METHODS: We analyzed 1,588 patients with AMI (mean age of 63.3 + 12.9 years, 71.7 percent male) who were included prospectively into a specific database and followed up for up to 7.55 years. Of this total, 1,003 were placed in the "SUS" group and 585 in the "other insurance plans" group. We applied chi-square, log-rank and Cox (stepwise) to the different statistical analyses. The long term multivariate model with mortality as a dependent variable included 18 independent variables. RESULTS: In-hospital mortality rates in the "other insurance plans" and "SUS" groups were 11.4 percent and 10.3 percent, respectively (p = 0.5); in the long term, survival chances in the groups were respectively, 70.4 percent + 2.9 and 56.4 percent + 4.0 (p = 0.001, hazard-ratio = 1.43, or a 43 percent higher chance of death in the "SUS" group). In the adjusted model, the "SUS" group had a significantly higher chance of death (a 36 percent higher chance, p = 0.005). Surgical revascularization and angioplasty improved the prognosis of these patients, whereas age and previous history of infarction, diabetes or heart failure worsened the prognosis. CONCLUSIONS: Relative to patients with other insurance plans, SUS users present similar mortality rates during hospital stay, but their prognosis is worse in the long term, thus reinforcing the need for additional efforts to improve the care provided to these patients after hospital discharge.


Subject(s)
Female , Humans , Male , Middle Aged , Insurance, Health , Myocardial Infarction/mortality , National Health Programs , Brazil/epidemiology , Epidemiologic Methods , Hospital Mortality , Myocardial Infarction/diagnosis , Myocardial Infarction/therapy , Patient Discharge , Prognosis , Treatment Outcome
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