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1.
Article in English | LILACS | ID: biblio-1368851

ABSTRACT

ABSTRAC: :Background: many doubts about the infection of SARS-CoV-2 were raised, such as sexual transmission, sterility, and changes in fertility procedures; however, information is not clearly stated and organized. Purpose: to review and summarize scientific evidence on detection of SARS-CoV-2 in semen samples of Covid-19 patients. Methods:literature search in PubMed, Web of Science, Scopus, Medline and Embase databases, and followed Scoping Review protocol defined by Joanna Briggs Institute (JBI) after the guiding question "Is it possible to detect SARS-CoV-2 in the semen of adult patients with a confirmed diagnosis of Covid-19?" Results: 287 studies were identified, and, after discerning analysis, 9 studies published in the English language were selected. Three researchers analyzed the studies for SARS-CoV-2 presence in the seminal fluid, patients' severity, days since the onset of disease, diagnosis confirmation, semen collection method, viral analysis method, and sample numbers. Conclusions: it was not possible to find strong evidence to confirm the presence or absence of Covid-19 in the semen of adult patients. New studies on the subject should be better designed, taking into account the possible anatomical and functional conditions and changes of the male reproductive system during and after the infection by SARS-CoV-2. (AU)


RESUMO:Objetivo: Revisar e resumir as evidências científicas em pesquisas realizadas para detectar a presença de SARS-CoV-2 em amostras de sêmen de pacientes com COVID-19. Métodos: A pesquisa de literatura foi conduzida nas bases de dados PubMed, Web of Science, Scopus, Medline e Embase. Seguiu o protocolo de revisão de escopo definido por Joanna Briggs Institute (JBI) e baseou-se na pergunta norteadora "É possível detectar SARS-CoV-2 no sêmen de pacientes adultos com diagnóstico confirmado de Covid-19?". Resultados: 287 estudos foram identificados, 9 estudos publicados em língua inglesa foram selecionados após análise minuciosa. Três pesquisadores analisaram os estudos em busca de presença de SARS-CoV-2 no fluído seminal, gravidade do paciente, dias desde o início da doença, confirmação diagnóstica, método de coleta de sêmen, método de análise viral e número de amostras. Conclusões: Não foi possível identificar fortes evidências para confirmar a presença ou ausência de COVID-19 no sêmen de pacientes adultos. Novos estudos sobre o tema devem ser melhor projetados, levando-se em conta as possíveis condições anatômicas e funcionais e mudanças no sistema reprodutor masculino durante e após a infecção por SARS-CoV-2. (AU)


Subject(s)
Semen , SARS Virus , COVID-19
2.
Article in English | LILACS | ID: biblio-1368616

ABSTRACT

RESUMO: Introdução: A pandemia pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2) trouxe muitas incertezas sobre quais parâmetros laboratoriais seriam mais adequados durante a evolução da COVID 19. Objetivos: Correlacionar os resultados do hemograma (HGM), da relação neutrófilos/linfócitos (R N/L), da proteína C reativa (PCR) e dos achados morfológicos de indivíduos diagnosticados com infecção por SARS-CoV-2 através de Reação em Cadeia da Polimerase em Tempo Real (RT-PCR) em um laboratório particular de Belém, Pará, no período de março a setembro de 2020. Materiais e Métodos: Estudo retrospectivo com 30 indivíduos, de ambos os sexos, qualquer idade e queixa clínica, de origem domiciliar ou hospitalar que realizaram HGM, PCR e RT-PCR para COVID 19 até o 8o dia de infecção. As alterações morfológicas foram analisadas após a seleção das lâminas desses pacientes. Resultados:Amostra composta por 15 homens e 15 mulheres, com idades entre 7 e 92 anos. Desses, 12/30 indivíduos estavam em domicílio e 18/30 internados. As principais queixas foram febre, mal-estar geral, diarreia e desconforto respiratório. O estudo estatístico mostrou a existência de relação de dependência direta entre os aumentos da R N/L, PCR e necessidade de internação (p=0,0005). A análise morfológica mostrou neutrófilos hipossegmentados com granulações tóxicas, monócitos vacuolizados e linfócitos reativos com citoplasma basofílico. Conclusão: Nossos resultados associam os níveis intermediários e elevados da R N/L com o aumento de PCR e a gravidade da doença, porém, sem relação com os achados morfológicos em neutrófilos, linfócitos e monócitos que foram comuns a todos os pacientes diagnosticados até o 8o dia de infecção. (AU)


ABSTRACT: Morphological changes in leukocytes of acute SARS-CoV-2 infection patients, Amazon, BrazilORIGINAL ARTICLEIntroduction: The pandemic for the new coronavirus (SARS-CoV-2) brought many uncertainties about which laboratory parameters would be most suitable during the evolution of COVID 19. Objectives: Correlate the results of the blood count (BC), the neutrophil/lymphocyte ratio (N/LR), the C-reactive protein (CRP) and morphological findings of individuals diagnosed with SARS-CoV-2 infection through Polymerase Chain Reaction in Real Time (RT-PCR) in a private laboratory in Belém, Pará, from March to September 2020. Materials and Methods: Retrospective study with 30 individuals, of both sexes, any age and clinical complaint, of home or hospital origin who underwent BC, CRP and RT-PCR for COVID 19 until the 8th day of infection. Morphological changes were analyzed after selecting the slides for these patients. Results: Sample composed of 15 men and 15 women, aged between 7 and 92 years. Of these 12/30 individuals were at home and 18/30 were hospitalized. The main complaints were fever, malaise, diarrhea and respiratory distress. The statistical study showed a direct dependency relationship between increases in N/LR, CRP and the need for hospitalization (p = 0.0005). Morphological analysis showed hyposegmented neutrophils with toxic granulations, vacuolated monocytes, and reactive lymphocytes with basophilic cytoplasm. Conclusion: Our results associate intermediate and elevated levels of N/LR with increased CRP and disease severity, however, unrelated to the morphological findings in neutrophils, lymphocytes and monocytes that were common to all patients diagnosed up to the 8th day of infection. (AU)


Subject(s)
Humans , Male , Female , Child , Adolescent , Adult , Middle Aged , Aged , Lymphocytes , Monocytes , Coronavirus Infections/diagnosis , SARS Virus/pathogenicity , COVID-19/blood , Neutrophils
3.
Rev. colomb. cir ; 37(2): 206-213, 20220316. fig, tab
Article in Spanish | LILACS | ID: biblio-1362915

ABSTRACT

Introducción. La colecistitis aguda es una de las causas más frecuentes de ingresos hospitalarios y la colecistectomía laparoscópica es el estándar de oro para su manejo. Dentro de los efectos de la pandemia por COVID-19 se ha percibido un aumento en la severidad de presentación en estos pacientes. Este estudio tuvo como objetivo comparar la presentación clínica y quirúrgica de la colecistitis aguda antes y durante la pandemia por COVID-19. Métodos. Estudio retrospectivo de una cohorte con pacientes llevados a colecistectomía laparoscópica por colecistitis aguda entre 2019 y 2020. Se realizó un análisis bivariado y de Kaplan Meier con el tiempo transcurrido entre inicio de síntomas y el ingreso al hospital, y entre el ingreso del hospital y la realización de la cirugía. Resultados. Fueron llevados a colecistectomía laparoscópica por colecistitis aguda un total de 302 pacientes. El tiempo de evolución de los síntomas hasta el ingreso fue de 83,3 horas (IC95%: 70,95 ­ 96,70) antes de la pandemia y 104,75 horas (IC95%: 87,26 ­ 122,24) durante la pandemia. El tiempo entre el ingreso al hospital y el procedimiento quirúrgico fue significativamente menor en el período de pandemia (70,93 vs. 42,29; p<0,001). El porcentaje con mayor severidad (Parkland 5) fue igual antes y durante la pandemia (29 %). Conclusión. Se reporta una severidad clínica y quirúrgica similar antes y durante la pandemia por COVID-19, probablemente secundario a los resultados de un tiempo de entrada al quirófano significativamente menor durante la pandemia, debido a una mayor disponibilidad de quirófanos para las patologías quirúrgicas urgentes.


Introduction. Acute cholecystitis is one of the most frequent causes of hospital admissions in the adult population and laparoscopic cholecystectomy is considered the gold standard for its management. Within the effects of the COVID-19 pandemic, an increase in the severity of presentation has been perceived in these patients. This study aims to compare the clinical and surgical presentation based on the different severity scales of acute cholecystitis before and during the COVID-19 pandemic. Methods. A retrospective cohort study was performed with patients undergoing laparoscopic cholecystectomy for acute cholecystitis between 2019 and 2020. A bivariate and Kaplan Meier analysis was performed with the time elapsed between onset of symptoms and admission to hospital, and between admission to hospital and performance of surgery. Results. A total of 302 patients underwent laparoscopic cholecystectomy for acute cholecystitis. The time of evolution of symptoms until admission was 83.3 hours (95% CI: 70.95 - 96.70) vs. of 104.75 hours (95% CI: 87.26 - 122.24) before and during the pandemic, respectively. The time between admission to the hospital and the surgical procedure was significantly shorter in the current pandemic period (70.93 vs. 42.29; p<0.001). The patients with greater severity (Parkland 5) was the same before and during pandemic (29%). Conclusion. Similar clinical and surgical severity is reported before and during the COVID 19 pandemic, probably secondary to the results of a significantly shorter entry time to the operating room during the pandemic, due to a greater availability of operating rooms for urgent surgical pathologies.


Subject(s)
Humans , Cholelithiasis , COVID-19 , Coronavirus , SARS Virus , Cholecystitis, Acute , Pandemics
4.
Article in English | AIM, AIM | ID: biblio-1361415

ABSTRACT

Background. SARS-CoV-2 viral loads may aid in the risk stratification of patients with COVID-19. Methods. 486 patients tested positive for SARS Cov2 by real time RT-PCR were included in this study. All the tests were performed on nasopharyngeal swabs during the first week after symptom onset using Sansure Biotech™ SARS Cov2 real time RT-PCR kits. Patient's condition was monitored over a period of one month after the onset of symptoms. Results. The mean Ct value in the group of patients who developed acute respiratory distress syndrome (ARDS +) was 18.27 (95% CI: 17.43-19.10) while for the ARDS group it was 33.06 (95% CI: 32.77-33.34). Discussion. The Ct values in the group of patients who developed ARDS (ARDS +) were significantly lower than those observed in the ARDS- group. By setting a cut-off value, the determination Ct values (on a qualitative technique) from nasopharyngeal swabs performed during the first week after symptom onset will assist clinicians in risk-stratifying patients. Conclusion. Our data show that the determination of SARS CoV2 RTPCR cycle threshold values from nasopharyngeal swabs performed during the first week after symptom onset may aid in the risk stratification of patients with COVID-19


Subject(s)
Humans , Respiratory Distress Syndrome, Newborn , SARS Virus , COVID-19 Nucleic Acid Testing , COVID-19
5.
J. Hum. Growth Dev. (Impr.) ; 31(2): 192-198, May-Aug. 2021.
Article in English | LILACS, INDEXPSI | ID: biblio-1340078

ABSTRACT

INTRODUCTION: In adults, olfactory loss is one of the earliest and most frequent acute clinical manifestations of SARS-CoV-2 infection. The number of children infected with SARS-CoV-2 is relatively small, perhaps due to the lower expression of Angiotensin Converting Enzyme 2 (ACE2) in children compared to adults. Little is known about foetal impairment in mothers infected with SARS-CoV-2. This paper describes an ongoing scientific project on smell perception in infantsOBJECTIVE: The goal of the study is to develop and validate a behavioural evaluative scale of olfactory perception in healthy newborns and to apply this scale to newborn children of women infected with COVID-19 during pregnancy comparing to newborn children of women without COVID-19 infection history, in order to compare these groupsMETHODS: This is a retrospective comparative analytical cohort study of 300 newborns exposed and unexposed to COVID-19 during pregnancy. The data collection will follow the experimental procedure in a previous study that explored odours of the maternal breastmilk, vanilla (sweet) and distilled water (neutral). A coffee smell was implemented as an addition to this previous study in order to include acid/bitterness category to the categories of stimuliDISCUSSION: It is feasible to argue the hypothesis of the involvement of the foetus' olfactory bulb as one of the indelible pathophysiological manifestations to the clinical diagnosis of COVID-19 with neurosensory olfactory deficit in foetuses and newborns affected by intrauterine infection. This study aims to investigate if newborn children of women infected with COVID-19 during pregnancy have olfactory sensory changes. The clinical trial was registered in the Brazilian Registry of Clinical Trials (ReBEC- RBR-65qxs2


INTRODUÇÃO: Em adultos, a perda olfativa é uma das manifestações clínicas agudas mais precoces e frequentes da infecção por SARS-CoV-2. O número de crianças infectadas com SARS-CoV-2 é pequeno, talvez devido à menor expressão da Enzima Conversora da Angiotensina 2 (ACE2) em crianças em comparação com adultos. Pouco se sabe sobre o comprometimento fetal em mães infectadas com SARS-CoV-2. Este artigo descreve um projeto em andamento sobre a percepção olfativa em bebês recém-nascidosOBJETIVO: o objetivo do presente estudo é desenvolver e validar uma escala de avaliação comportamental da percepção olfativa em recém-nascidos saudáveis e aplicá-la a recém-nascidos de mulheres infectadas com COVID-19 durante a gravidez e comparar a recém-nascidos de mulheres sem histórico de infecção por COVID-19MÉTODO: Este é um estudo de coorte analítico comparativo retrospectivo de 300 recém-nascidos expostos e não expostos ao COVID-19 durante a gravidez. A coleta de dados seguirá o procedimento experimental de estudo anterior que explorou odores do leite materno, baunilha (doce) e água destilada (neutro). Um cheiro de café foi implementado como um complemento a este estudo anterior, a fim de incluir a categoria ácido / amargo nas categorias de estímulosDISCUSSÃO: É possível argumentar a hipótese do envolvimento do bulbo olfatório do feto durante a vida intrauterina como uma das manifestações fisiopatológicas indeléveis para o diagnóstico clínico de COVID-19 com déficit olfatório neurossensorial em fetos e recém-nascidos afetados por infecção intrauterina. Este estudo tem como objetivo investigar se filhos recém-nascidos de mulheres infectadas com COVID-19 durante a gravidez apresentam alterações sensoriais olfativas. O ensaio clínico foi registrado no Registro Brasileiro de Ensaios Clínicos (ReBEC- RBR-65qxs2


Subject(s)
Humans , Male , Female , Infant, Newborn , Infant, Newborn , SARS Virus , Olfactory Perception , COVID-19
7.
s.l; CONETEC; 20 jul. 2021.
Non-conventional in Spanish | LILACS, BRISA | ID: biblio-1281404

ABSTRACT

INTRODUCCIÓN: Los hemoderivados de personas convalecientes de enfermedades, obtenidos mediante la extracción de sangre total o plasma de un paciente que ha sobrevivido a una infección previa y ha desarrollado inmunidad humoral frente al patógeno responsable de la enfermedad en cuestión, representan una posible fuente de anticuerpos específicos de origen humano. La transfusión de este tipo de hemoderivados podría neutralizar el patógeno y eventualmente conducir a su erradicación de la circulación sanguínea. Se han utilizado diferentes hemoderivados de personas convalecientes para lograr la inmunidad pasiva adquirida artificialmente: (i) sangre entera de convalecientes (CWB), plasma de convaleciente (CP) o suero de convaleciente (CS); (ii) inmunoglobulina (Ig) humana combinada para administración intravenosa o intramuscular; (iii) Ig humana de alto título; y (iv) anticuerpos policlonales o monoclonales. 4,5 En este contexto, el uso de transfusiones utilizando plasma de personas convalecientes que hayan padecido COVID-19 surgió como una alternativa terapéutica atractiva que fue sometida a su utilización y desarrollo experimental desde los inicios de la pandemia por SARS-CoV-2. OBJETIVO: El objetivo del presente informe es evaluar parámetros de eficacia, seguridad, conveniencia y recomendaciones disponibles acerca del empleo de plasma de convalecientes para el tratamiento de pacientes con COVID-19. MÉTODOS: Se realizó una evaluación de tecnología sanitaria, basada en evidencia proveniente de revisiones sistemáticas vivas y guías de práctica clínica de alta calidad metodológica para brindar parámetros actualizados y balanceados que sean de utilidad para la toma de decisiones en los diferentes niveles de gestión. RESULTADOS: Se identificaron dos revisiones sistemáticas que cumplen con los criterios de inclusión del presente informe y que reportan resultados. La mayoría de los estudios identificados presentan limitaciones metodológicas significativas que podrían haber introducido sesgo a sus resultados. La revisión sistemática de PAHO realizó un análisis de sensibilidad excluyendo aquellos estudios caracterizados como con alto riesgo de sesgo. Dicho análisis mostró que los resultados de algunos desenlaces se modificaron sustancialmente. Por esta razón, dicha revisión, reporta las estimaciones de efecto del subgrupo de estudios con bajo riesgo de sesgo para los desenlaces "mortalidad", "ventilación mecánica" y "eventos adversos severos". La mayoría de los estudios (18/20) incluyeron pacientes gravemente enfermos, como muestra la tasa de mortalidad en los grupos de control, que oscila entre el 10% y el 53%. Los estudios restantes en pacientes con síntomas de aparición reciente, notificaron una tasa de mortalidad del brazo de control entre 5% y el 6,6%. CONCLUSIONES: El uso de plasma de convalecientes para el tratamiento de pacientes con COVID-19 no reduce la mortalidad ni los requerimientos de ventilación invasiva (alta certeza ⨁⨁⨁⨁), y probablemente no mejora la velocidad de resolución de los síntomas (moderada certeza ◯⨁⨁⨁). Por otro lado, el plasma de convalecientes probablemente aumente los eventos adversos severos (moderada certeza ◯⨁⨁⨁). El cuerpo de evidencia actual no sugiere la existencia de un efecto diferencial del plasma de convalecientes en pacientes con enfermedad leve de reciente comienzo. Su recolección, preparación y producción es dificultosa y requiere una alta movilización de recursos económicos y humanos. El costo comparativo de esta intervención es elevado. La importancia de las barreras identificadas sería sustancialmente mayor si se planteara el empleo de plasma de convalecientes para pacientes leves de reciente diagnóstico. Las guías de práctica clínica identificadas recomiendan no utilizar plasma fuera del contexto de ensayos clínicos correctamente diseñados.


Subject(s)
Humans , Immunoglobulins/therapeutic use , SARS Virus/drug effects , COVID-19/drug therapy , Cost-Benefit Analysis
8.
s.l; CONETEC; 8 jul. 2021.
Non-conventional in Spanish | LILACS, BRISA | ID: biblio-1281399

ABSTRACT

INTRODUCCIÓN: La evidencia actual muestra que la infección por el SARS-CoV-2 progresa en diferentes etapas. Los casos de síndrome de dificultad respiratoria aguda (SDRA) se observan en una proporción significativa de los pacientes frágiles, aproximadamente después de la segunda semana desde la infección, y no se relacionan sólo con la replicación viral no controlada, sino también con la respuesta del huésped.3 El virus SARS-CoV-2 ingresa a las vías respiratorias y se une, por medio de la proteína S en su superficie, a la proteína de membrana de la enzima covertidora de angiotensina 2 (ACE2, Angiotensin-converting enzyme 2) en las células alveolares tipo 2. El complejo proteína S-ACE2 se internaliza por endocitosis y conduce a una disminución parcial o pérdida total de la función enzimática ACE2 en las células alveolares y, a su vez, aumenta la concentración tisular de angiotensina II al disminuir su degradación y reducir la concentración de su antagonista fisiológico, la angiotensina 1-7. Los niveles altos de angiotensina II en el intersticio pulmonar pueden promover la apoptosis iniciando un proceso inflamatorio con liberación de citocinas proinflamatorias, estableciendo una cascada autoamplificada que eventualmente podría conducir al SDRA. Recientemente, Gurwitz y cols propusieron el uso tentativo de novo de agentes como losartán y telmisartán como alternativas para tratar a los pacientes con COVID-19 antes del desarrollo del SDRA. OBJETIVO: El objetivo del presente informe es evaluar parámetros de eficacia, seguridad, conveniencia y recomendaciones disponibles acerca del inicio de novo de los bloqueantes de receptores de angiotensina-II para el tratamiento de pacientes con COVID-19 sin otra indicación para dichos farmacos. MÉTODOS: Se realizó una evaluación de tecnología sanitaria, basada en evidencia proveniente de revisiones sistemáticas vivas y guías de práctica clínica de alta calidad metodológica para brindar parámetros actualizados y balanceados que sean de utilidad para la toma de decisiones en los diferentes niveles de gestión. RESULTADOS: Se identificaron tres revisiones sistemáticas vivas que cumplen con los criterios de inclusión del presente informe y que contienen información actualizada acerca inicio o continuación de bloqueantes de receptores de angiotensina-II para el tratamiento de pacientes con COVID-19. Se identificaron 8 ECAs que incluyeron 1585 pacientes con COVID-19 en los que se comparó inicio o continuación de bloqueantes de receptores de angiotensina-II para el tratamiento de pacientes con COVID-19, con el estándar de cuidado o placebo. CONCLUSIONES: El inicio de tratamiento con bloqueantes de receptores de angiotensina-II para pacientes con COVID-19 podrían no reducir la mortalidad. Existe incertidumbre sobre su efecto en la duración de la hospitalización y sobre el ingreso en la asistencia ventilatoria mecánica, mientras que podrían no aumentar los eventos adversos graves. Los fármacos bloqueantes de los receptores de angiotensina-II se encuentran disponibles en Argentina y aprobados por la Administración Nacional de Medicamentos, Alimentos y Tecnología Médica para el tratamiento de la hipertensión arterial y condiciones asociadas. No se encuentran aprobados por la agencia regulatoria para su uso en ninguno de los estadios de la enfermedad por COVID-19, ni en la prevención de infección en personas expuestas al virus. El costo comparativo es bajo. Las guías de práctica clínica basadas en evidencia recomiendan no utilizar bloqueantes de los receptores de angiotensina-II para el tratamiento de pacientes con COVID-19 que no recibían este tipo de fármacos previamente. El presente informe contempla el empleo de bloqueantes de receptores de angiotensina-II para el tratamiento específico de COVID-19. Sin embargo, de la evidencia analizada podría concluirse que no existen razones para modificar o suspender el tratamiento con bloqueantes de receptores de angiotensina-II en aquellos pacientes que los reciben por otros motivos.


Subject(s)
Humans , SARS Virus/drug effects , Angiotensin II Type 1 Receptor Blockers/therapeutic use , COVID-19/drug therapy , Cost-Benefit Analysis
11.
s.l; CONETEC; 25 jun. 2021.
Non-conventional in Spanish | LILACS, BRISA | ID: biblio-1254298

ABSTRACT

INTRODUCCIÓN: El SARS-CoV-2 puede conducir a un amplio espectro de enfermedades, que van desde síntomas muy leves de infección del tracto respiratorio superior hasta una neumonía potencialmente mortal. La enfermedad grave se asocia con frecuencia con altos niveles de marcadores inflamatorios. Por lo tanto, es un desafío definir si un paciente que cumple con criterios para una neumonía adquirida en la comunidad presenta además una coinfección bacteriana al ingreso. Por otro lado, durante la hospitalización puede ser difícil distinguir entre COVID-19 grave e infecciones secundarias bacterianas, siendo la coinfección infrecuentes.3-5 Dado que los pacientes con COVID-19 con frecuencia necesitan hospitalización prolongada y asistencia respiratoria, el uso innecesario de antibióticos en el momento de la hospitalización puede aumentar el riesgo individual de neumonía nosocomial posterior causada por bacterias resistentes y otros eventos adversos asociados al tratamiento. 4,5 En una población objetivo muy amplia, prescripciones de antibióticos universales para todos o la gran mayoría de los pacientes hospitalizados con COVID-19 pueden conducir a un fuerte aumento en uso de antibióticos durante una pandemia y, como resultado, un aumento potencial en las tasas de resistencia a los antimicrobianos. OBJETIVO: El objetivo del presente informe es evaluar parámetros de eficacia, seguridad, conveniencia y recomendaciones disponibles acerca del tratamiento emprírico con azitromicina en pacientes con COVID-19. MÉTODOS: Efectos en la salud: Se desarrolló un protocolo sustentado en proyectos que resume activamente la evidencia científica a medida que la misma se hace disponible. Con este fin se utilizó la plataforma Love de Epistemonikos para identificar revisiones sistemáticas "vivas". Se seleccionaron aquellas con una calidad metodológica apropiada evaluada a través de la herramienta AMSTAR-2, y que a su vez llevaran un proceso de actualización frecuente.7 De cada una de las revisiones sistemáticas identificadas se extractaron los efectos de la intervención sobre los desenlaces priorizados como importantes o críticos y la certeza en dichos efectos. Para la priorización de los desenlaces se adoptó una perspectiva desde el paciente considerando sus potenciales preferencias. La selección se realizó por consenso entre los autores y supervisores del informe considerando los resultados de múltiples ejercicios de priorización publicados, realizados en el marco del desarrollo de distintas guías de práctica clínica.8-11 Se seleccionaron "mortalidad" e "ingreso en asistencia ventilatoria mecánica" como desenlaces críticos y "duración de ventilación mecánica", "admisión hospitalaria", "duración de estadía hospitalaria", "mejoría clínica al día 7-28", "tiempo a la mejoría clínica", "eventos adversos graves" como desenlaces importantes. Adicionalmente, se extractaron datos relacionados con efectos de subgrupo potencialmente relevantes para la toma de decisión, con especial énfasis en el tiempo de evolución y la severidad de la enfermedad. Para confeccionar las conclusiones sobre el efecto de las intervenciones evaluadas sobre los desenlaces priorizados, utilizamos lineamientos publicados, específicamente desarrollados a tal fin. Implementación: Este dominio contempla dos subdominios: la existencia de barreras y facilitadores para la implementación de la tecnología evaluada no consideradas en los otros dominios analizados, y los costos comparativos en relación con otras intervenciones similares. Recomendaciones: Se utilizó la plataforma COVID recmap. Se seleccionaron aquellas guías con rigor metodológico apropiado según la herramienta AGREE II (> 70%) y se incorporaron sus recomendaciones al informe. RESULTADOS: Se identificaron tres revisiones sistemáticas que cumplen con los criterios de inclusión del presente informe. Se identificaron 11 ECAs que incluyeron 10.795 participantes en los que el tratamiento con azitromicina empírica se comparó con la atención estándar u otros tratamentos. CONCLUSIONES: El cuerpo de la evidencia disponible hasta el momento muestra que el tratamiento empírico con azitromicina no mejora desenlaces críticos como la muerte, el ingreso a ventilación mecánica o el tiempo transcurrido hasta resolución de los síntomas (alta certeza ⨁⨁⨁⨁). Adicionalmente, el tratamiento empírico con azitromicina podría no modificar la duración de la internación y su efecto sobre los eventos adversos graves en incierto (muy baja certeza ⨁◯◯◯). El tratamiento empírico antibióticos para todos, o la gran mayoría de los pacientes hospitalizados con COVID-19, podría resultar en un aumento en las infecciones por gérmenes resistentes a antimicrobianos y podría estar relacionada con la emergencia de cepas multiresistentes. El uso sistémico de antibióticos es fácilmente implementable, la azitromicina es accesible y su costo comparativo es bajo. Sin embargo, en el caso de ser utilizados en forma sistemática y en una población objetivo muy amplia, podría acarrear costos importantes. Los documentos identificados recomiendan no usar tratamiento empírico antibiótico, como la azitromicina, en forma sistemática o rutinaria en pacientes con COVID-19 sin sospecha de coinfección bacteriana o sobreinfección bacteriana.


Subject(s)
Azithromycin/therapeutic use , SARS Virus/drug effects , COVID-19/drug therapy , Cost-Benefit Analysis
13.
s.l; CONETEC; 15 jun. 2021.
Non-conventional in Spanish | LILACS, BRISA | ID: biblio-1253232

ABSTRACT

INTRODUCCIÓN: La evidencia actual muestra que la infección por el SARS-CoV-2 progresa en diferentes etapas. Los síndromes de dificultad respiratoria aguda (SDRA) se observan en una proporción significativa de los pacientes frágiles, aproximadamente después de la segunda semana desde la infección, y no se relacionan sólo con la replicación viral no controlada, sino también con la respuesta del huésped.1 Desde el inicio de la pandemia se ha observado un alto número de eventos tromboembólicos venosos en pacientes hospitalizados por COVID-19 críticamente enfermos.3 Paralelamente, los niveles elevados de dímero D han sido reconocidos como un sello distintivo de las infecciones graves por COVID-19 y están fuertemente asociados con los riesgos de desarrollar el SDRA, el ingreso a la unidad de cuidados intensivos y a la muerte.4 Existe una interacción compleja entre la liberación de citocinas proinflamatorias, el aumento de la disfunción/daño endotelial y la posible coagulopatía inducida por sepsis durante la fase aguda de la enfermedad, que en casos graves puede aumentar el riesgo de trombosis.5 El aumento de las características protrombóticas de COVID-19 probablemente se deba a hipoxemia grave y prolongada que estimula la trombosis, a la elevación de citocinas en pacientes críticamente enfermos y a un presunto papel de los fenómenos trombóticos pulmonares locales. Se presume que la disfunción endotelial pulmonar protrombótica conduce a una inflamación aguda grave (a través de la liberación de complemento y citocinas) y la activación de la coagulación sanguínea con micro trombosis vascular que desencadena una coagulopatía más severa, lo que podría conducir a una coagulación intravascular diseminada (CID).5 Si esto está relacionado o no con un estado protrombótico específico asociado con COVID-19 es posible, pero aún no existe certeza suficiente. Se realizó una evaluación de tecnología sanitaria, basada en evidencia proveniente de revisiones sistemáticas vivas y guías de práctica clínica de alta calidad metodológica para brindar parámetros actualizados y balanceados que sean de utilidad para la toma de decisiones en los diferentes niveles de gestión. OBJETIVO: El objetivo del presente informe es evaluar parámetros de eficacia, seguridad, conveniencia y recomendaciones disponibles acerca del uso de anticoagulantes para el tratamiento de pacientes con COVID-19. MÉTODOS: Las conclusiones del presente informe se sustentan en el análisis de los siguientes dominios: Efectos en la Salud: Teniendo en cuenta la velocidad con la que la información relacionada a la pandemia aparece y se modifica (link), se desarrolló un protocolo sustentado en proyectos que resume activamente la evidencia científica a medida que la misma se hace disponible. Con este fin se utilizó la plataforma Love de Epistemonikos para identificar revisiones sistemáticas vivas. Se seleccionaron aquellas con una calidad metodológica apropiada evaluada a través de la herramienta AMSTAR-2, y que a su vez llevaran un proceso de actualización frecuente.6 De cada una de las revisiones sistemáticas identificadas se extractaron los efectos de la intervención sobre los desenlaces priorizados como importantes o críticos y la certeza en dichos efectos. Para la priorización de los desenlaces se adoptó una perspectiva desde el paciente considerando sus potenciales preferencias. La selección se realizó por consenso entre los autores y supervisores del informe considerando los resultados de múltiples ejercicios de priorización publicados, realizados en el marco del desarrollo de distintas guías de práctica clínica. 7,9-11 Se seleccionaron "Mortalidad", "eventos tromboembólicos" y "sangrado mayor" como desenlaces críticos. Adicionalmente, se extractaron datos relacionados con efectos de subgrupo potencialmente relevantes para la toma de decisión, con especial énfasis en el tiempo de evolución y la severidad de la enfermedad. Para confeccionar las conclusiones sobre el efecto de las intervenciones evaluadas sobre los desenlaces priorizados, utilizamos lineamientos publicados, específicamente desarrollados a tal fin. Implementación: Este dominio contempla dos subdominios: la existencia de barreras y facilitadores en nuestro contexto para la implementación de la tecnología evaluada no consideradas en los otros dominios analizados, y los costos comparativos en relación con otras intervenciones similares. Con el objetivo de emitir un juicio de valor sobre la magnitud de dichos costos, se utilizó como comparador al tratamiento con dexametasona, que ha demostrado ser una intervención accesible y de beneficios importantes en el contexto analizado. Recomendaciones Para la identificación de recomendaciones sustentadas en evidencia y actualizadas, se utilizó la plataforma COVID recmap. Se seleccionaron aquellas guías con rigor metodológico apropiado según la herramienta AGREE II (> 70%) y se incorporaron sus recomendaciones al informe. RESULTADOS: No se identificaron revisiones sistemáticas vivas que contengan información actualizada acerca del uso de anticoagulantes en dosis de tromboprofilaxis frente al NO uso de anticoagulantes en pacientes hospitalizados con COVID-19. Sin embargo, consideramos que el cuerpo de evidencia que sustenta el uso de anticoagulantes en dosis profilácticas para pacientes hospitalizados cursando enfermedades agudas, aplica a pacientes hospitalizados por COVID-19. Se identificaron dos revisiones sistemáticas vivas que cumplen con los criterios de inclusión del presente informe y que contienen información actualizada acerca la comparación entre dosis e intensidades de anticoagulación en pacientes hospitalizados con COVID-19: Se identificaron 6 ECA que incluyeron 4677 pacientes hospitalizados por COVID-19 en los que se comparó la utilización de anticoagulantes en dosis profilácticas (ej, enoxaparina 40mg al día) contra dosis intermedias (ej. enoxaparina 1 mg/kg al día) o completas (ej. enoxaparina 1 mg/kg dos veces al día. CONCLUSIONES: Las complicaciones tromboembólicas en pacientes con COVID-19 son relativamente frecuentes. Para pacientes hospitalizados con afecciones médicas agudas, incluyendo pacientes con COVID-19, las pautas actuales recomiendan utilizar medidas de tromboprofilaxis frente a no usarlas. En relación con la intensidad o la dosis de anticoagulantes, el cuerpo de evidencia disponible muestra con moderada certeza, que los anticoagulantes en dosis intermedias (ej. enoxaparina 1mg/kg por día) o dosis completas (ej. enoxaparina 1mg/kg cada 12hs) probablemente no reducen la mortalidad en comparación con dosis profilácticas (ej. enoxaparina 40mg por día o heparina sódica 5000 UI cada 12hs). Las dosis completas de anticoagulantes probablemente reduzcan el riesgo de eventos tromboembólicos, pero a expensas de un aumento en el riesgo de sangrados mayores. Los anticoagulantes de administración parenteral, como las heparinas utilizadas en pacientes hospitalizados (heparina de bajo peso molecular y heparina no fraccionada), se encuentran disponibles en Argentina y aprobados por ANMAT para la prevención de eventos tromboembólicos venosos en pacientes hospitalizados. Debido a que el uso de anticoagulantes en dosis intermedias o completas es la práctica habitual es el uso de heparina de bajo peso molecular, en contraposición con las dosis profilácticas para las que puede utilizarse heparina no fraccionada, el costo comparativo del uso de dosis en mayor intensidad o completa frente a la dosis profiláctica resulta elevado. Las guías de práctica clínica basadas en evidencia relevadas entregan recomendaciones en contra del uso de anticoagulantes en dosis intermedias o completas que no tienen sospecha o confirmación de tromboembolismo venoso.


Subject(s)
Humans , SARS Virus/drug effects , COVID-19/drug therapy , Anticoagulants/therapeutic use , Cost-Benefit Analysis , Inpatients
14.
s.l; CONETEC; 3 jun. 2021.
Non-conventional in Spanish | LILACS, BRISA | ID: biblio-1248055

ABSTRACT

INTRODUCCIÓN: La evidencia actual muestra que la infección por el SARS-CoV-2 progresa en diferentes etapas. Los síndromes de dificultad respiratoria aguda (SDRA) se observan en una proporción significativa de pacientes frágiles, aproximadamente después de la segunda semana, y no se relacionan sólo con la replicación viral no controlada, sino también con la respuesta del huésped. La inflamación sistémica es el sello distintivo de los casos moderados a graves de COVID-19, desencadenando infiltrados pulmonares que provocan el síndrome respiratorio agudo severo (SARS). Los altos niveles de interleucina (IL) -1ß, IL-6, IL-18 y el factor de necrosis tumoral (TNF) son algunas de las muchas alteraciones inmunológicas en la fisiopatología del estado inflamatorio en pacientes con COVID-19. Las trampas extracelulares de neutrófilos o NETs son una malla de ADN que encierra histonas y proteínas antimicrobianas, liberadas por los neutrófilos al espacio extracelular (NET), que resultaron ser tóxicas para las células epiteliales pulmonares in vitro. Además, los niveles elevados de NET están presentes en el plasma de pacientes con COVID-19, y la presencia de estos componentes celulares fue al menos 10 veces mayor en los aspirados traqueales que en el plasma de los mismos pacientes.5 Luego de la activación viral del complejo proteico, principalmente en monocitos y células tisulares presentadoras de antígeno, se activan IL-1ß e IL-18. Ambos productos por su parte activan las células B, T y NK (natural killer) además de estimular la liberación de otras citocinas inflamatorias.6 Una activación aberrante del inflamasoma podría ser origen de la 'hiper' inflamación encontrada en pacientes hospitalizados con COVID-19. OBJETIVO: El objetivo del presente informe es evaluar parámetros de eficacia, seguridad, conveniencia y recomendaciones disponibles acerca del uso de colchicina para el tratamiento de pacientes con COVID-19. MÉTODOS: Efectos en la Salud: se desarrolló un protocolo sustentado en proyectos que resume activamente la evidencia científica a medida que la misma se hace disponible. Con este fin se utilizó la plataforma L- ove de Epistemonikos para identificar revisiones sistemáticas "vivas". Se seleccionaron aquellas con una calidad metodológica apropiada evaluada a través de la herramienta AMSTAR-2, y que a su vez llevaran un proceso de actualización frecuente. De cada una de las revisiones sistemáticas identificadas se extractaron los efectos de la intervención sobre los desenlaces priorizados como importantes o críticos y la certeza en dichos efectos. Para la priorización de los desenlaces se adoptó una perspectiva desde el paciente considerando sus potenciales preferencias. La selección se realizó por consenso entre los autores y supervisores del informe considerando los resultados de múltiples ejercicios de priorización publicados, realizados en el marco del desarrollo de distintas guías de práctica clínica. Implementación: Este dominio contempla dos subdominios: la existencia de barreras y facilitadores en nuestro contexto para la implementación de la tecnología evaluada no consideradas en los otros dominios analizados, y los costos comparativos en relación con otras intervenciones similares. Con el objetivo de emitir un juicio de valor sobre la magnitud de dichos costos, se utilizó como comparador al tratamiento con dexametasona, que ha demostrado ser una intervención accesible y de beneficios importantes en el contexto analizado. Recomendaciones: Para la identificación de recomendaciones sustentadas en evidencia y actualizadas, se utilizó la plataforma COVID recmap. Se seleccionaron aquellas guías con rigor metodológico apropiado según la herramienta AGREE II (> 70%) y se incorporaron sus recomendaciones al informe. RESULTADOS: Se identificaron dos revisiones sistemáticas vivas que cumplen con los criterios de inclusión del presente informe y que contienen información actualizada acerca de la intervención evaluada. Se identificaron 5 ECA que incluyeron 16.271 participantes en los que colchicina se comparó con la atención estándar u otros tratamientos. CONCLUSIONES: El cuerpo de evidencia disponible muestra con moderada certeza que, en pacientes con enfermedad moderada, severa o crítica, colchicina probablemente no se asocia con beneficios en desenlaces críticos como mortalidad, ingreso en asistencia ventilatoria mecánica o tiempo de mejoría clínica como así tampoco aumenta el riesgo de eventos adversos severos. En pacientes con enfermedad leve, de reciente comienzo (precoz), colchicina podría disminuir la necesidad de hospitalizaciones, aunque la certeza en dicho efecto es baja.


Subject(s)
Humans , Colchicine/therapeutic use , SARS Virus/drug effects , COVID-19/drug therapy , Cost-Benefit Analysis
15.
Rev. bras. anal. clin ; 53(2): 180-182, 20210630. ilus
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1352922

ABSTRACT

Desde o primeiro caso de COVID-19, ocorrido na China em dezembro de 2019, o espec- tro da doença tem se mostrado muito amplo, incluindo uma miríade de manifestações hematológicas. Relatamos aqui o caso de um paciente com diagnóstico confirmado de COVID-19, o qual apresentou, no sangue periférico, a presença de hemácias apresentan- do projeções citoplasmáticas, semelhantes a uma célula pinçada (pincer cells), também conhecidas como hemácias em forma de cogumelo (mushroom-shaped red blood cells).


Since the first case of COVID-19, which occurred in China in December 2019, the spectrum of the disease has been very broad, including a myriad of hematological manifestations. We report here the case of a patient with a confirmed diagnosis of COVID-19, who presented, in peripheral blood, the red blood cells with cytoplasmic projections, similar to a pincer cells, also known as mushroom-shaped red blood cells.


Subject(s)
Humans , Male , Adult , Oxidative Stress , SARS Virus , Erythrocytes , Cytokine Release Syndrome , COVID-19
16.
s.l; CONETEC; 21 mayo 2021.
Non-conventional in Spanish | LILACS, BRISA | ID: biblio-1224550

ABSTRACT

INTRODUCCIÓN: La evidencia actual muestra que la infección por el SARS-CoV-2 progresa en diferentes etapas. Los síndromes de dificultad respiratoria aguda (SDRA) se observan en una proporción significativa de pacientes frágiles, aproximadamente después de la segunda semana, y no se relacionan sólo con la replicación viral no controlada, sino con la respuesta del huésped.3 Tocilizumab es un anticuerpo monoclonal recombinante humanizado, que actúa a través de la inhibición de la citocina interleucina 6 (IL-6), involucrada en procesos inflamatorios y sistémicos propios del sistema inmune. La Administración de Medicamentos y Alimentos (FDA, su sigla del inglés Food and Drug Administration) de los Estados Unidos, la Agencia Europea de Medicamentos (EMA, su sigla del inglés European Medicines Agency) y Admistración Nacional de Medicamentos, Alimentos y Tecnología Médica (ANMAT ) de nuestro país, han autorizado su uso para el manejo de diversas enfermedades entre las que se incluye la artritis reumatoide, artritis idiopática juvenil sistémica, de células gigantes y artritis idiopática juvenil de múltiples articulaciones. 4-5 Posteriormente (a partir del año 2018) sus indicaciones se ampliaron para su uso en pacientes con afectación grave secundaria al denominado síndrome de liberación de citoquinas (SLC) inducido por células T-CAR. Esta indicación no es el resultado de un desarrollo clínico específico, pero sí un supuesto derivado del uso empírico de tocilizumab en dichas situaciones, donde se postula un incremento de las citocinas pro-inflamatorias, en especial la IL-6.6 En pacientes con COVID-19 grave o crítica que presentan un estado de hiperinflamación la inmunosupresión y el bloqueo de este tipo de receptores de IL-6 se plantea como beneficiosa.7 Se realizó una evaluación de tecnología sanitaria, basada en evidencia proveniente de revisiones sistemáticas vivas y guías de práctica clínica de alta calidad metodológica para brindar parámetros actualizados y balanceados que sean de utilidad para la toma de decisiones en los diferentes niveles de gestión. OBJETIVO: El objetivo del presente informe es evaluar parámetros de eficacia, seguridad, conveniencia y recomendaciones disponibles acerca del uso de tocilizumab para el tratamiento de pacientes con COVID19. MÉTODOS: Efectos en la Salud: Se desarrolló un protocolo sustentado en proyectos que resume activamente la evidencia científica a medida que la misma se hace disponible. Con este fin se utilizó la plataforma Love de Epistemonikos para identificar revisiones sistemáticas "vivas". Se seleccionaron aquellas con una calidad metodológica apropiada evaluada a través de la herramienta AMSTAR-2, y que a su vez llevaran un proceso de actualización frecuente.8 De cada una de las revisiones sistemáticas identificadas se extractaron los efectos de la intervención sobre los desenlaces priorizados como importantes o críticos(mortalidad, ingreso en asistencia ventilatoria mecánica, duración de ventilación mecánica, duración de estadía hospitalaria, mejoría clínica al día 7-28, eventos adversos graves) y la certeza en dichos efectos. Adicionalmente se extractaron datos relacionados con efectos de subgrupo potencialmente relevantes para la toma de decisión, con especial énfasis en el tiempo de evolución y la severidad de la enfermedad. Implementación: Este dominio contempla dossubdominios: la existencia de barreras y facilitadores en nuestro contexto para la implementación de la tecnología evaluada no consideradas en los otros dominios analizados, y los costos comparativos en relación con otras intervenciones similares. Con el objetivo de emitir un juicio de valor sobre la magnitud de dichos costos, se utilizó como comparador al tratamiento con dexametasona, que ha demostrado ser una intervención accesible y de beneficios importantes en el contexto analizado. Recomendaciones: Para la identificación de recomendaciones sustentadas en evidencia y actualizadas, se utilizó la plataforma COVID recmap. Se seleccionaron aquellas guías con rigor metodológico apropiado según la herramienta AGREE II (> 70%) y se incorporaron sus recomendaciones al informe. RESULTADOS: Se identificaron tres revisiones sistemáticas que cumplen con los criterios de inclusión del presente informe. Se identificaron 11 ECA que incluyeron 6620 participantes en los que tocilizumab se comparó con la atención estándar u otros tratamentos. CONCLUSIONES: El cuerpo de evidencia disponible muestra que tocilizumab probablemente se asocia con beneficios en desenlaces críticos como mortalidad e ingreso en asistencia ventilatoria mecánica, sin un incremento sustancial en el riesgo de eventos adversos severos. La certeza global en los efectos de tocilizumab sobre la salud de pacientes con COVID-19 es moderada por imprecisión. Tocilizumab se encuentra disponible en Argentina para el tratamiento de enfermedades reumatológicas, pero no se encuentra aprobado por ANMAT para su uso en pacientes con COVID-19. Se identificaron barreras mayores para su implementación en el contexto de nuestro país, que implicarían tanto la dificultad en la provisión y distribución en un contexto de alta demanda, como así también un costo comparativo muy elevado. Las guías de práctica clínica basadas en evidencia relevadas entregan recomendaciones condicionales y discordantes en cuanto a su uso en pacientes con COVID-19 severo o crítico. Sin embargo, las potenciales barreras relacionadas con dificultades en el suministro apropiado y costos muy elevados podrían afectar su distribución equitativa. Ninguno de los documentos aborda el uso de tocilizumab en pacientes ambulatorios o con enfermedad no severa.


Subject(s)
Humans , SARS Virus/drug effects , Antibodies, Monoclonal, Humanized/therapeutic use , COVID-19/drug therapy , Severity of Illness Index , Cost-Benefit Analysis , Antibodies, Monoclonal, Humanized/economics , Therapeutic Index
17.
Rev. cuba. angiol. cir. vasc ; 22(1): e297, ene.-abr. 2021.
Article in Spanish | LILACS, CUMED | ID: biblio-1251674

ABSTRACT

Si bien el virus SARS-CoV-2, causante de la enfermedad COVID-19, afecta con preferencia el sistema respiratorio, son muchos los informes sobre los efectos sistémicos que puede provocar, donde el sistema vascular no está exento. No obstante, también la aparición de este Coronavirus ha reformulado en el mundo el funcionamiento de los sistemas de salud a todos los niveles, lo que ha afectado de manera indirecta a aquellos que portan alguna enfermedad vascular periférica(AU)


Subject(s)
Humans , Male , Female , Health Systems , Coronavirus Infections , Coronavirus , SARS Virus , Disease
20.
Ciudad de Guatemala; s.n; 5 feb. 2021. 35 p. tab, ilus.
Non-conventional in Spanish | LILACS, LIGCSA | ID: biblio-1179867

ABSTRACT

Para facilitar la introducción de la vacuna contra la COVID-19 el Ministerio de Salud Pblica y Asistencia Social (MSPAS) estableció el Comité Nacional de Coordinación para Vacunación contra COVID-19 (CNVCOVID) a través del Acuerdo Ministerial No 0262-2020, con la finalidad de desarrollar e implementar el plan estratégico nacional de vacunación contra la COVID-19. Este documento representa ese producto, en el cual se integran y describen los componentes esenciales para el despliegue de la vacunación contra la COVID-19 el cual se actualizará periódicamente, a medida que se obtenga información actualizada, científica, legal y técnico-operativa para fortalecer la estrategia de vacunación contra la COVID-19 en Guatemala


Subject(s)
Pneumonia, Viral/immunology , Viral Vaccines/supply & distribution , Coronavirus Infections/immunology , SARS Virus/immunology , Pandemics/prevention & control , Health Policy , Viral Vaccines/standards , Guatemala
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