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2.
Rev. bras. leprol ; 23(1/4): 23-40, jan.-dec. 1955. tab
Artigo em Português | SES-SP, HANSEN, SESSP-ILSLACERVO, SES-SP | ID: biblio-1229485

RESUMO

There existe no mutual relation between positiveness to Mantoux test and to that of Mitsuda among lepromatous patients. This fact constitutes, just like many others in the field of leprosy, an open question to further investigations.


Assuntos
Antígeno de Mitsuda/biossíntese , Antígeno de Mitsuda/fisiologia , Antígeno de Mitsuda/uso terapêutico , Tuberculina/biossíntese , Tuberculina/fisiologia , Tuberculina/uso terapêutico
3.
In. Congresso Internacional de Leprologia, 6. Congresso Internacional de Leprologia, 6/Memoria. Madrid, Asociacion Internacional de la Lepra, Oct. 1953. p.435-44, tab.
Não convencional em Português | LILACS-Express | SES-SP, HANSEN, SESSP-ILSLACERVO, SES-SP | ID: biblio-1244535
4.
s.l; s.n; 1953. 20 p. ilus, tab.
Não convencional em Português | SES-SP, HANSEN, SESSP-ILSLACERVO, SES-SP | ID: biblio-1233842

Assuntos
Hanseníase
5.
Rev. bras. leprol ; 20(3/4): 183-196, set.-dez. 1952. tab
Artigo em Português | SES-SP, HANSEN, SESSP-ILSLACERVO, SES-SP | ID: biblio-1229431

RESUMO

Neste trabalho teve-se em vista estudar a capacidade do BCG de positivar a reação de Mitsuda, comparando-se seu efeito quando empregado por via digestiva em diversas doses e pela técnica de multipunturas de Rosenthal. Para tal fim se utilizaram 121 crianças de 2 dias a 11 meses de idade, crescendo em ambiente fechado desde o primeiro dia de vida e seguramente isentas de contágio tuberculoso e leproso. Uma vez constatado serem tôdas negativas à tuberculina (Mantoux a 1 por 10), foram elas divididas em 5 grupos, dos quais 4 receberam o BCG e 1 foi mantido como testemunha. 1- Vacinação oral com 1 dose única de 0.10 grs de BCG, 20 crianças. 2- vacinação oral com 2 doses de 0.10 grs de BCG, administrados com uma semana de intervalo, 20 crianças. 3- Vacinação oral com 3 doses de 0.10 grs de BCG, administrados com intervalos semanais, 30 crianças. 4- Vacinação parenteral pela técnica de multipunturas de Rosenthal, 21 crianças. 5- Testemunhas não vacinadas, 30 crianças. No mesmo dia da vacinação dos grupos 1 e 4 e da primo-vacinação dos grupos 2 e 3, injetou-se lepromina na derme de tôdas as crianças inclusive nos testemunhas. Entre 15 e 65 dias, surgiu no local onde foi deposta a lepromina, uma nítida resposta positiva em tôdas as crianças vacinadas, com exceção de duas (uma do grupo 2 e outra do grupo 4). Oito meses depois da vacinação, foi feito um segundo teste leprom¡nico. Êste foi positivo na totalidade das crianças vacinadas por via oral, continuando apenas negativo, o caso do grupo 4, vacinado pela técnica parenteral e que já havia sido negativo no primeiro teste. No grupo testemunha não houve nenhuma reação positiva de Mitsuda em ambos os grupos leprominicos.


Assuntos
Antígeno de Mitsuda/imunologia , Hanseníase/imunologia , Vacina BCG/imunologia , Vacina BCG/uso terapêutico
6.
Rev. bras. leprol ; 20(2): 67-74, jun. 1952. tab
Artigo em Inglês, Português, Francês | SES-SP, HANSEN, SESSP-ILSLACERVO, SES-SP | ID: biblio-1229420

RESUMO

Êste estudo concerne 63 crianças de 2 a 12 anos de idade, filhos de doentes de lepra, das quais 61 isolados em ambiente fechado desde o primeiro dia de vida e 2 que tiveram contato os dois primeiros anos. Todas eram negativasà lepromina, sendo que a maioria havia sofrido mais de duas provas com intervalos anuais. Seis casos com 1 prova, vinte e três com 2, dez com 3, dezessete com 4, seis com 5 e uma com 6. A reação de Mantoux até‚ 1/10 era igualmente negativa no grupo inteiro. O BCG foi administrado por via oral, em 4 doses de 0,20 grs. com intervalos semanais, totalizando 0,80 grs de vacina em 21 dias. Três dias depois de terminada a vacinação procedeu-se um teste leprom¡nico, o qual na leitura clássica de 30 dias mostrou que 51 casos já  estavam positivos, ao Mitsuda com a seguinte intensidade: 6 casos com +-, 34 com + e 11 com ++. Um segundo teste leprom¡nico foi realizado 30 dias depois do primeiro, mas as crianças que responderam com +- e nas 12 que apesar da vacinação permaneceram negativas. Os casos de +- sofreram todos uma intensificação da reação de Mitsuda, passando a +. Dos 12 negativos, 9 se positivaram com +. Três continuaram completamente negativos. Dessa forma, computando os resultados anteriores, a inversão de Mitsuda … custa do BCG, somente em poucos casos se acompanha da reação precoce de Fernandez (3 vezes em 66 reações de Mitsuda, positivas). O presente estudo, além de confirmar plenamente mais uma vez a ação positivante do BCG oral sobre a reação de Mitsuda, vem mostrar que essas ação se exerce também em organismos que por vários anos eram reiteradamente negativos à lepromina, incluindo-se entre estes, dois casos que haviam tido contato leprótico nos dois primeiros anos de vida.


Assuntos
Masculino , Feminino , Humanos , Criança , Antígeno de Mitsuda/imunologia , Hanseníase/imunologia , Tuberculose/imunologia , Vacina BCG/imunologia , Vacina BCG/uso terapêutico
7.
Rev. bras. leprol ; 20(2): 75-83, jun. 1952. tab
Artigo em Português | SES-SP, HANSEN, SESSP-ILSLACERVO, SES-SP | ID: biblio-1229421

RESUMO

Êste estudo se relaciona com 40 crianças de 3 a 14 anos de idade, descendentes de doentes de lepra, das quais 5 tiveram contato com os pais por tempos que variaram de 7 meses a 4 anos e 35 foram isoladas logo após o nascimento, vivendo todo o grupo em ambiente fechado. Trata-se de casos comprovados como positivos à lepromina através de testes de Mitsuda realizados anualmente, e cuja intensidade das reações vinha se mantendo estável. O tempo de controle dos casos variou de 2 a 7 anos, sendo que as respostas à última reação de lepromina que antecedeu à becegeização foram os seguintes: 27 casos com +-, 11 com + e 2 com ++. A reação de Mantoux até‚ 1/10 era negativa em todos os casos. Considerações foram feitas sobre as causas que teriam determinado a positivação da reação de Mitsuda nessas crianças vivendo em ambiente isolado, inclusive a infecção tuberculosa, apesar destas serem insens¡veis à tuberculina. A vacinação BCG foi procedida por via oral em 4 doses de 0,20 grs. administradas com intervalos semanais, completando-se um total de 0,80 grs. Um teste leprom¡nico foi feito 3 dias depois de terminada a vacinação. Dos 27 casos com +-, 16 passaram a +, 9 a ++ e 2 permaneceram inalterados. Êstes, entretanto, em um segundo teste leprom¡nico promovido 30 dias depois, mostratam a intensificação da resposta para +. Dos 11 casos anteriormente com+, 8 passaram para ++ e 3 não sofreram alteração, sendo que nestes não foi poss¡vel executar um segundo teste. Os 2 casos com ++ antes da vacinação, como era de esperar, não mostraram nenhuma variação ulterior, pois já haviam respondido com um máximo de intensidade. A vacinação BCG oral pela técnica aqui descrita, foi capaz, portanto, de aumentar a intensidade das respostas à lepromina em 35 sobre 38 casos (92,1%). Dos comunicantes, 2 já  tinham ++ antes da vacinação. Os outros 3, sendo um com +- e dois com +, tiveram suas reações reforçadas, respectivamente para + e ++. Mencionou-se a possibilidade de um aumento da...


Assuntos
Masculino , Feminino , Humanos , Criança , Antígeno de Mitsuda/imunologia , Hanseníase/imunologia , Tuberculose/imunologia , Vacina BCG/imunologia , Vacina BCG/uso terapêutico
8.
Rev. bras. leprol ; 20(2): 84-96, jun. 1952. ilus, tab
Artigo em Português | SES-SP, HANSEN, SESSP-ILSLACERVO, SES-SP | ID: biblio-1229422

RESUMO

Para uma boa compreensão dos fatos relatados neste trabalho os AA. definiram as diferenças que existem entre as "positivações tardias do Mitsuda" e as "positivações remotas aqui assinaladas. "Positivação tardia", é a positivação do tipo infiltrativo do Mitsuda, que se verifica nas leituras clássicas de 21 a 30 dias. A expressão "positivação remota" deve ser reservada para traduzir reações, igualmente do tipo infiltrativo, que por efeito do BCG se desencadearam muito depois daqueles prazos, no mesmo local da derme onde tempos antes a lepromina foi inoculada, sem que tivesse até então ocorrido qualquer resposta. As positivações remotas descritas nesta contribuição foram observadas em 17 de 103 crianças vacinadas com BCG, que vinham sendo anteriormente provadas anualmente com lepromina. Sessenta e três criançãs com o máximo de 5 testes leprom¡nicos procedidos com intervalos anuais, haviam se mostrado reiteradamente negativas. Um ano após a última inoculação de lepromina, fez-se a vacinação BCG pelo método oral, em 4 doses de 0,20 grs., administradas com intervalos semanais. Três dias depois da última ingestão do BCG, ou seja 24 dias depois do in¡cio da vacinação, foi feito um novo teste leprom¡nico. Esta nova reação de Mitsuda foi agora positiva na leitura de 30 dias, graças à imunização desenvolvida pelo BCG. Concomitantemente com essa resposta à lepromina injetada depois da becegeização, surgiram em 10 casos, n¡tidos nódulos infiltrativos da vacina. Trata-se pois de t¡picas positivações remotas. Em 7 casos houve uma única positivação remota, em 2 ocorreram duas e em 1 três positivações análogas, simultâneas. Em dois casos essas respostas remotas foram tão intensas que chegaram à necrose, equivalentes pois a reações de Mitsuda de ++. Considerando que as injeções leprom¡nicas tinham sido anuais, que a última inoculação de lepromina imediatamente anterior à vacinação BCG, datada de 1 ano em todos os casos, e considerando o número de positivações remotas...


Assuntos
Masculino , Feminino , Humanos , Criança , Antígeno de Mitsuda/imunologia , Hanseníase/imunologia , Tuberculose/imunologia , Vacina BCG/imunologia , Vacina BCG/uso terapêutico
9.
Rev. bras. leprol ; 20(2): 103-97, jun. 1952.
Artigo em Português | SES-SP, HANSEN, SESSP-ILSLACERVO, SES-SP | ID: biblio-1229423

RESUMO

Relatam-se as observações de duas crianças, vivendo em ambiente fechado desde o nascimento, previamente conhecidas como negativas ao Mantoux at‚ 1/10 e à lepromina. Quando tinham de 13 a 14 meses de idade foram vacinadas com BCG por via oral, Uma nova inoculação leprom¡nica feita no mesmo dia da vacinação, teve evolução positiva cheganso à necrose. Duas provas de Mantoux foram feitas depois da vacinção com resultados negativos. Ao cabo de quase meses e meio, uma terceira prova de Mantoux foi afinal positiva. Dentro de 48 hoaras que sucederam a êsse teste tubercul¡nico, surgiu no s¡tio onde a reação de Mitsuda já se encontrava em regressão, uma infiltração de côr vinhosa nos bordos da escara e o aparecimento de um n¡tido halo eritematoso em volta. Êsses fenômenos regrediram completemente nos dios a três dias subsequentes. Estes fatos sugerem a existência, em certas circuntâncias, de uma alergia cruzada que permite à tuberculina reativar precocemente uma reação de Mitsuda já em fase final de regressão.


Assuntos
Masculino , Humanos , Adulto , Antígeno de Mitsuda/imunologia , Hanseníase/imunologia , Tuberculose/imunologia
10.
Rev. bras. leprol ; 19(1): 8-18, mar. 1951. tab
Artigo em Português | SES-SP, HANSEN, SESSP-ILSLACERVO, SES-SP | ID: biblio-1229380

RESUMO

La réaction de Mitsuda a été réalis‚e chez 38 enfants vaccinés 12 mois auparavant par le B.C.G.,époque où— leur âge variait entre le 1 et 18 mois. Il s'agit dans cette recherche, de fils de lépreux separés de leurs parents depuis la naissance et isolés dans un milieu fermé dès le premier jour de vie. Dans 100% des cas l'on a obtenu une réaction positive bien nette, jusqu'à la troisième semaine … partir de la date de l'introduction de la lépromine dans la derme. L'intensit‚ de ces réactions léprominiques a été la suivante: 21 avec + et 17 avec ++. La vaccination du B.C.G. ches ces enfants a été realisée par voie buccale. Douze ont une seule dose de 0,10 gram et les autres des doses journaliéres progressives, pendant 28 jours completant ainsi un total de 1,19 gram. La réaction de Mitsuda déjà pratiquée à l'époque de la calmetisation, avait prouv‚ que le B.C.G. ‚tait capable de provoquer de réponses positives dans tous les cas exceptés 4 qui avaient pris une dose unique de vaccin. Comme il a ‚t‚ dejà dit, un an plus tard ces cas ont réagi à la lépromine. Des considerations ont été faites au sujet de la rapidit‚ du developpement de létat reationnel qui détermine la réaction de Mitsuda en rapport aux doses B.C.G. Administrées. On a verifi‚ d'un autre côté‚ une complète dissociation entre l'allergie tuberculinique et la réaction de Mitsuda. Deux cas n'ont jamais réagi au Mantoux a 1:10, malgré les contrôles tuberculiniques realis‚s mensuelement chez tout le group; des 36 restants qui développèrent l'allergieconstatée au moin une seule fois par l'effet de le vaccination, 29 sont demeurés completement négatifs à la tuberculine 6 a 11 mois avant l'execution de la réaction lépromique. Dans 28 cas de ces derniers et chez deux premiers on a recherch‚ l'allergie infratuberculinique par l'injection intradermique du B.C.G., tué, verifiant ainsi que...


Assuntos
Masculino , Feminino , Humanos , Recém-Nascido , Antígeno de Mitsuda/imunologia , Hanseníase/imunologia , Tuberculose/imunologia , Vacina BCG/imunologia , Vacina BCG/uso terapêutico
11.
Rev. bras. leprol ; 19(1): 19-26, mar. 1951. tab
Artigo em Português | SES-SP, HANSEN, SESSP-ILSLACERVO, SES-SP | ID: biblio-1229381

RESUMO

Quarenta e cinco crianças de 5 dias a 11 meses de idade, filhos de doentes de lepra, isoladas de seus pais logo ao nascer e internadas no máximo com um dia de idade na Créche Carolina de M. e Silva, da Associação Santa Terezinha, depois de responderem negativamente ao Mantoux a 1:10, foram injetadas com leprolina. Trinta delas, receberam uma dose de 0,10 gramas de BCG por via oral, no mesmo dia em que foi feita a lepromino-reação. Mais duas doses idênticas de BCG foram administradas pela mesma via, com intervalos semanais, completando-se assim um total de 0,30 gramas em 14 dias. Nas crianças não vacinadas (testemunhas) não se observou a menor reação no local da introdução da lepromina, mesmo prosseguindo as leituras até 90 dias. Por outro lado, em 100 por cento das crianças vacinadas, verificou-se uma n¡tida resposta positiva ao Mitsuda, cuja intensidade atingiu a uma cruz em 18 casos, e, duas cruzes em 12 casos. As positivações foram supreendidas a partir do 23.º dia até o 60.º dia, sendo que a grande maioria positivou-se entre o 30.º e 40.º dia. A marcha das positivações foi a seguinte: 3 casos com 23 dias, 8 casos com 30 dias, 15 com 40 dias , 3 com 50 dias e 1 com 60 dias. Referências foram feitas sôbre 7 casos, que com 48 horas desenvolveram no local da introdução da lepromina, reações eritematosas e infiltrativas de tipo regressivo. Dois dêstes casos, tornaram a apresentar o mesmo fenômeno passageiro, no 9.º dia, isto é, 48 horas após a ingestão da segunda dose de BCG. Assinalou-se a não interferência dêstes fatos sôbre a positivação tardia da reação de Mitsuda. O método de pesquisa conduzido neste trabalho, introduzindo simultâneamente a lepromina na derme e o BCG no tracto digestivo, permitiu apreciar com mais segurança do que a fornecida pelos outros esquemas já  empregados nas pesquisas dessa natureza, a precocidade com que o BCG consegue desenvolver a capacidade orgânica de reagir à lepromina, em crianças da mais tenra idade...


Assuntos
Masculino , Feminino , Humanos , Criança , Antígeno de Mitsuda/imunologia , Hanseníase/imunologia , Tuberculose/imunologia , Vacina BCG/imunologia , Vacina BCG/uso terapêutico
12.
s.l; s.n; 1950. 3 p.
Não convencional em Português | SES-SP, HANSEN, SESSP-ILSLACERVO, SES-SP | ID: biblio-1237746
13.
Rev. bras. leprol ; 18(3): 117-127, set. 1950. tab
Artigo em Português | SES-SP, HANSEN, SESSP-ILSLACERVO, SES-SP | ID: biblio-1229366

RESUMO

Cento e oitenta e cinco crinaças, sadias, filhos de doentes de lepra, de 2 a 16 anos de idade, internadas no Educandário Santa Terezinha, de Carapicuíba, São Paulo, foram provadas com as reações de Mantoux até 1:10 e a reação lerpom¡nica realizada segundo a técnica de Mitsuda-Hayashi. Cento e quarenta e oito delas foram internadas logo após o nascimento (grupo sem contacto). Outras 37 só foram internadas depois de uma convivência, com seus pais doentes, variável de 1 mês a 6 anos (grupo de contacto). Do total das 185 crianças, 45 revelaram-se positivas ao Mantoux (24,32%) e 129 reagiram à lepromina (69,73%). No grupo sem contacto, a reação de Mantoux foi positiva em 29,94% dos casos e a reação de Mitsuda em 64,19%. No grupo de contacto essas reações foram positivas, respectivamente, em 37,83% e 91,89%. Os casos sensíveis à tuberculina, no grupo sem contacto, são explicáveis pelo contágio tuberculoso contra¡do no decorrer dos anos dentro do Educandário através do pessoal de enfermagem e demais auxiliares que se renovam constantemente. Dessa forma a incidência de alérgicos no grupo de contacto, pode também ser explicada, em parte pelos contágios tuberculosos contra¡dos antes do internamento, e em parte depois dêste. O estudo comparativo da reação de Mantoux e de Mitsuda, mostrou que em tôdas as crianças tuberculino-positivas, também houve resposta positiva à lepromina (45 casos). Por outro lado, a reação de Mitsuda foi positiva somente em 84 casos dos 140 negativos de Mantoux a 1:10. Considerando a positividade do Mitsuda apenas nos insensíveis à tuberculina, nos grupos sem contacto e com contacto, verificou-se que em 117 casos negativos ao Mantoux, no primeiro grupo houve 64 (54,70%) positivos à lepromina, enquanto que de 23 crianças igualmente insensíveis à tuberculina no segundo grupo, 20 (86,95%) responderam à reação de Mitsuda...


Assuntos
Masculino , Feminino , Humanos , Criança , Hanseníase/fisiopatologia , Hanseníase/imunologia , Tuberculose/fisiopatologia , Tuberculose/imunologia
14.
Rev. bras. leprol ; 18(3): 128-143, set. 1950. ilus, tab
Artigo em Português | SES-SP, HANSEN, SESSP-ILSLACERVO, SES-SP | ID: biblio-1229367

RESUMO

Em um primeiro trabalho de uma série de pesquisas referentes à relação imunobiológica entre a tuberculose e a lepra, os autores comprovaram a ação positivante do BCG administrado por via oral, sôbre a lepromino-reação em crianças, filhos de leprosos, separadas de seus pais logo ao nascer. Na presente contribuição estudou-se o comportamento da reação de Mitsuda em crianças vacinadas anteriormente com BCG, e sem história de lepra em seus antecedentes. Trata-se de 36 crianças internadas em uma creche logo após o nascimento ou com alguns dias de vida, sendo que quando foram submetidas à vacinação com o BCG suas idades variavam de 10 dias a 34 meses. Após a verificação de sua negatividade ao Mantoux a 1:10 (10 mgrs de tuberculina), administrou-se o BCG por via digestiva, da seguinte maneira: treze crianças ingeriram uma dose única de 0,10 g de BCG; vinte e três ingeriram doses diárias progressivas de BCG durante 28 dias, completando o total de 1,19 g. Após vacinação, 25 crianças positivaram-se à tuberculina, em prazos vários, e 11 permaneceram negativas ao Mantoux a 1:10. Dez meses depois de becegeização, época em que se realizou o teste leprom¡nico, só uma das 25 crianças que se alergizaram, ainda se mantinha positiva ao Mantoux. Os prazos que mediaram entre a perda da alergia tuberculínica nas outras 24 crianças e a data de reação do teste lepromínico, variavam de 4 a 9 meses. A reação de Mitsuda foi francamente positiva em tôdas as 36 crianças (100%). A rapidez da positivação dessas reações foi flagrante. Em alguns casos observaram-se, logo no segundo dia, nítidos nódulos infiltrativos salientes, que assim se mantiveram ou mesmo aumentaram de dimensão até a leitura final, realizada com 30 dias. A freqüência da positivação dessas reações, foi a seguinte:...


Assuntos
Masculino , Feminino , Humanos , Criança , Hanseníase/fisiopatologia , Hanseníase/imunologia , Mycobacterium bovis/fisiologia , Mycobacterium bovis/imunologia
15.
Rev. bras. leprol ; 18(1): 3-23, mar. 1950. ilus, tab
Artigo em Português | SES-SP, HANSEN, SESSP-ILSLACERVO, SES-SP | ID: biblio-1229349

RESUMO

Êste trabalho é o primeiro de uma série que visa pesquisar a relação imunobiológica entre tuberculose e a lepra. Procurou-se inicialmente estudar a ação positivante do BGC sôbre a lepromino-reação em crianças internadas no Educandário Santa Terezinha, Carapicuiba, Estado de São Paulo. Com êsse propósito foram vacinadas com BCG, pela via digestiva, 39 crianças de 1 a 18 meses de idade, filhos de leprosos, separadas de seus pais logo ao nascer, tâdas elas negativas ao Mantoux a 1/10 e à leprolina. Grupo A- Doze crianças receberam uma dose única de 0.10 g. de BCG. Nove se sensibilizaram à tuberculina em prazos variáveis. Em 8 destas, a lepromino-reação realizada 40 dias antes da vacinação, e considera negativa na leitura tardia com 30 dias, positivou-se remotamente por efeito do BCG, entre o 70º e 112º dias. No caso restante apesar de se constatar a sensibilidade à tuberculina, não se verificou essa positivação remota do antigo Mitsuda, bem como em 3 outros que não desenvolveram alergia tubecul¡nica. Nesses 4 casos, um segundo Mitsuda realizado 49 dias após a vacinação, resultou igualmente negativo. O total de viragens da lerpomino-reação devido à ingestão do BCG, atingiu pois, neste grupo a 66,66%. Grupo B- Vinte e sete crianças receberam doses diárias progressivas de BCG, durante 28 dias, completando um total de 1.19 g. A alergia tubercul¡nica apareceu com prazos variáveis em tôdas, sendo o Mantoux francamante positivo em 24 e duvidoso em 3. A lepromino-reação realizada 40 dias antes de se iniciar a vacinação e considera negativa na leitura tardia com 30 dias, positivou-se remotamente em 25 casos, por efeito do BCG, entre o 70º e 112º dias (93%). Um segundo Mitsuda realizado aos 23 dias após o término da vacinação, foi positivo em todos os casos em que assim se procedeu, inclusive naqueles nos quais não houve positivação remota do antigo Mitsuda realizado antes da ingestão do BCG, bem como ainda naqueles que desenvolveram uma...


Assuntos
Humanos , Antígeno de Mitsuda/imunologia , Hanseníase/imunologia , Mycobacterium bovis/imunologia
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