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2.
Rev. bras. leprol ; 7(3): 245-293, set. 1939. tab
Artigo em Português | SES-SP, HANSEN, SESSP-ILSLACERVO, SES-SP | ID: biblio-1230015

RESUMO

Os A.A. iniciam o seu trabalho, chamando a atenção sobre o fato de que a reação á lepromina, é descrita como reação alergica por uns e como imunitaria por outros. Baseando-se sobre experiencias de Hamburger, e a opinião de outros autores, chegam á conclusão de que od fenomenos de hipersensibilidade e os de imunidade adquirida, têm o mesmo mecanismo intimo de reação. Devido a este fato, as denominações de "reação alergica á lepromina" ou reação imunitaria á lepromina", podem ser aceitas indiferentemente. Apesar de não discutirem o tamanho minimo de uma reação á lepromina afim de ser considerada como positiva, os A.A. são de opinião que não se dêva tomar como padrão de reações positivas, somente aquelas observadas em individuos com lepra nervosa e tuberculoide ou em pêssoas sãs que têm contato com leprosos. Passam em sequida aos estudos experimentais que realisaram com a lepromina. Demonstram, em primeiro lugar, que a lepromina é constituida por duas frações: uma liquida e outra solida, dissociaveis no filtro de Zeitz. Verificam que a fração solida é a responsavel pelas reações. Na fração solida o bacilo apresenta um papel preponderante, e por isso são de opinião que a lepromina deve ser padronisada. Estudam os principais metodos de padronisação e chegam a conclusão de que o metodo comparativo é o melhor para titular-se a lepromina. Descrevem detalhadamente a tecnica da padronisação usada e mostram os erros de interpretação das reações, quando não se usam leprominas tituladas. Usam uma lepromona padronisada a 300.000 bacilos por c.c. e verificam que as diluições acima de 1/30 não provocam mais reações. Observam que o diametro das reações, diminue, á medida, que se dilue a lepromina, e dizem que todos os diametros podem ser obtidos num mesmo individuo desde que se usem diluições diferentes. Provam em diversos individuos que os...


Assuntos
Antígeno de Mitsuda/análise , Hanseníase
3.
Rev. bras. leprol ; 6(3): 341-352, set. 1938. ilus
Artigo em Português | SES-SP, HANSEN, SESSP-ILSLACERVO, SES-SP | ID: biblio-1229941

RESUMO

Trata-se de uma paciente portadora de uma lepra mista avançada, que apresenta conjunta e concomitantemente maculas acrômicas e lepromas, muitos dos quaes, pensamos, se desenvolveram ou evoluiram sobre as maculas acrômicas, parecendo assim, mais uma vez, dar razão á opinião de Darier, contraria á teoria neurotrafica de Unna. Nesta paciente a reação da lepromina pelo de M. Y., deu resultados discordantes e disparatados, porque ao mesmo tempo que eram positivas as maculas acrômicas, eram negativas nas regiões lepromatosas ou em pele aparentementesã. Esses achados serviram á uma série de novas experiencias que vieram, não raras vezes, confirmar essas discordancias, revelendo a possibilidade de poder existir a um tempo, num mesmo paciente, mesmo usando-se de uma técnica e dóse de antigeno e em regiões diveras, reações discordantes ou diferentes, isto é, positivas nuns pontos e negativas n'outros. Taes achado julgamos podem demonstrar a possibilidade de existirem reações tissulares puramente locaes, independentes das do estado geral ou humoral, senso isso uma razão a mais para que julgue que a interpretação, sobretudo prognóstica da reação da lepromina deve ser, pelo menos em parte, aceita com certa cautela.


Assuntos
Hanseníase , Hanseníase/classificação , Hanseníase/diagnóstico
4.
Rev. bras. leprol ; 4(4): 479-488, dez. 1936.
Artigo em Português | SES-SP, HANSEN, SESSP-ILSLACERVO, SES-SP | ID: biblio-1229821
7.
Rev. bras. leprol ; 4(n.esp): 343-348, 1936.
Artigo em Português | SES-SP, HANSEN, SESSP-ILSLACERVO, SES-SP | ID: biblio-1229854
8.
Rev. leprol. São Paulo ; 2(3): 133-153, 1935. ilus
Artigo em Português | SES-SP, HANSEN, SESSP-ILSLACERVO, SES-SP | ID: biblio-1230200

RESUMO

Concluindo e salvo melhor juízo, somos de opiniões:-que o nosso paciente P. M., é portador da S. de Weir-Mitchell de natureza leprótica. Que diante das provas pharmaco-dynamicas e biológicas applicadas como tests demonstrativos da acção do systema grande sympathico, apezar da desigualdade dos resultados, julgados que o paciente reage mais no sentido vago-tonico que no sympathicotonico e em rigor, talves, seja um amphotonico. Aliás, nas poucas e raras vezes em que taes provas foram feitas, os resultados foram desconnexos e, até, paradoxaes, como aconteceu a MAY e Hillemand, Avezzu, RADONIÉRE e KIKELESS


Assuntos
Hanseníase/complicações , Hanseníase/diagnóstico , Hanseníase/fisiopatologia , Pele/fisiopatologia , Pele/lesões
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