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1.
In. Lima, Lauro de Souza. Sobre a moderna terapeutica anti-leprotica. Sao Paulo, Departamento de Profilaxia da Lepra, 1973. p.9-18.
Monografia em Português | LILACS-Express | SES-SP, HANSEN, SESSP-ILSLACERVO, SES-SP | ID: biblio-1243885
2.
In. Lima, Lauro de Souza. Sobre a moderna terapeutica anti-leprotica. Sao Paulo, Departamento de Profilaxia da Lepra, 1973. p.19-27.
Monografia em Português | LILACS-Express | SES-SP, HANSEN, SESSP-ILSLACERVO, SES-SP | ID: biblio-1243886
3.
In. Lima, Lauro de Souza. Sobre a moderna terapeutica anti-leprotica. Sao Paulo, Departamento de Profilaxia da Lepra, 1973. p.29-35.
Monografia em Português | LILACS-Express | SES-SP, HANSEN, SESSP-ILSLACERVO, SES-SP | ID: biblio-1243887
4.
In. Lima, Lauro de Souza. Sobre a moderna terapeutica anti-leprotica. Sao Paulo, Departamento de Profilaxia da Lepra, 1973. p.37-41.
Monografia em Português | LILACS-Express | SES-SP, HANSEN, SESSP-ILSLACERVO, SES-SP | ID: biblio-1243888
5.
In. Lima, Lauro de Souza. Sobre a moderna terapeutica anti-leprotica. Sao Paulo, Departamento de Profilaxia da Lepra, 1973. p.43-52.
Monografia em Português | LILACS-Express | SES-SP, HANSEN, SESSP-ILSLACERVO, SES-SP | ID: biblio-1243889
6.
In. Lima, Lauro de Souza. Sobre a moderna terapeutica anti-leprotica. Sao Paulo, Departamento de Profilaxia da Lepra, 1973. p.53-61, tab.
Monografia em Português | LILACS-Express | SES-SP, HANSEN, SESSP-ILSLACERVO, SES-SP | ID: biblio-1243890
7.
In. Lima, Lauro de Souza. Sobre a moderna terapeutica anti-leprotica. Sao Paulo, Departamento de Profilaxia da Lepra, 1973. p.63-4.
Monografia em Português | LILACS-Express | SES-SP, HANSEN, SESSP-ILSLACERVO, SES-SP | ID: biblio-1243891
8.
In. Lima, Lauro de Souza. Sobre a moderna terapeutica anti-leprotica. Sao Paulo, Departamento de Profilaxia da Lepra, 1973. p.65-72, tab.
Monografia em Português | LILACS-Express | SES-SP, HANSEN, SESSP-ILSLACERVO, SES-SP | ID: biblio-1243892
9.
In. Lima, Lauro de Souza. Sobre a moderna terapeutica anti-leprotica. Sao Paulo, Departamento de Profilaxia da Lepra, 1973. p.73-91, graf, tab.
Monografia em Português | LILACS-Express | SES-SP, HANSEN, SESSP-ILSLACERVO, SES-SP | ID: biblio-1243893
10.
Sao Paulo; Departamento de Profilaxia da Lepra; 1973. 91 p. graf, tab, ^e27cm.
Monografia em Português | LILACS-Express | SES-SP, HANSEN, SESSP-ILSLACERVO, SES-SP | ID: biblio-1230660
13.
Rev. bras. leprol ; 36(1/4): 31-36, 1968-1969.
Artigo em Português | SES-SP, HANSEN, SESSP-ILSLACERVO, SES-SP | ID: biblio-1229765

RESUMO

O A. tece considerações sobre o real valor da sulfonoterapia nos programas de profilaxia da lepra baseado nos resultados desse tratamento dos casos contagiantes (Tipo Lepromatoso e Grupo Dimorfo) e dos pacientes do Grupo Indeterminado, não contagiantes, que representam a matriz da endemia. No que concerne aos casos contagiantes demonstra a impossibilidade de, pelo tratamento, conseguir o contrôle da endemia, dado o longo período necessário para torná-los negativos (5 a 10 anos), durante os quais, ainda permanecem infectantes, e a circunstância de apenas uma pequena proporção de casos contagiantes conhecidos receber tratamento com a regularidade indispensável para a sua negatividade baciloscópica (70% no primeiro ano, caindo para 25% e menos nos anos seguintes). Por outro lado, mostra que o contrôle da endemia, só poder  ser conseguido a longo prazo, pelo tratamento sulfônico dos casos de Grupo Indeterminado, dada a ação impediente desse tratamento na transformação desses casos não contagiantes em contagiantes. Salienta a possibilidade de desenvolvimento das mutantes sulfono-resistentes, preconizando o tratamento pela tríplice associação de drogas de atividade anti-léprica (sulfona-mãe + tiambutosina + sulfamida de ação prolongada.


Assuntos
Hanseníase/diagnóstico , Hanseníase/fisiopatologia , Hanseníase/reabilitação , Hanseníase/tratamento farmacológico , Sulfonas/análise , Sulfonas/farmacologia , Sulfonas/uso terapêutico
15.
Rev. bras. leprol ; 33(1/4): 3-21, jan.-dez. 1965. ilus, tab, graf
Artigo em Português | SES-SP, HANSEN, SESSP-ILSLACERVO, SES-SP | ID: biblio-1229725

RESUMO

Antibiotics, in the authors' opinion, represent a very promising group of drugs against lepromatous leprosy, although the most neglected. Tetracycline group has been known for its broad spectrum of acitivity, a low toxicity rate and a slowly developing type of resistance. All the references in the literature concerning the use of antibiotics in leprosy show how very irregular have been the periods of treatment, the dosage employed, the conditions under which trials were conducted in each group, as well as the lack of uniformity in the choosing of patients and the carryng out of the studies, all this yielding as could not have been otherwise, a disparity of conclusions. In 1964, Mariano, from Belo Horizonte (Brazil) reported good results in the treatment of lepromatous and tuberculoid cases with intramuscular Terramycin at a dosage of 100 mg every 48 hours. Encoureaged by these results the authors undertook a long-term study oxytetracycline in lepromatous leprosy. Twenty-two patients were included and Terramycin pre-constituted solution was applied by intramuscular route in dosages of 100 mg every 12 hours, during 12 months or so. For therapeutic control the test indicated below were performed. 1. Dermatological examination at the beginning ot treatment and on monthly intervals; 2. Bacilloscopic examination of mucus and skin lesions at the beginning of treatment, and on monthly; 3. Histopathological examination of biopsies taken at the beginning of treatment, and 6 and 12 months thereafter; 4. Color photos on starting treatment and 6 months later, eventually even every month. Nineteen patient presented circunscribed lesions with predominant papules, tubercles and nodules. Thw reamaining theree cases had erythema and diffuse infiltration. All of the 22 patients treated with oxytetracycline improved clinically. On the average, imoprovement took place between the first and the third month of treatment; from there on, involution of the lesions slowed down...


Assuntos
Hanseníase/fisiopatologia , Hanseníase/imunologia , Hanseníase/terapia , Hanseníase/tratamento farmacológico , Oxitetraciclina/biossíntese , Oxitetraciclina/farmacologia , Oxitetraciclina/uso terapêutico
16.
Rev. bras. leprol ; 31(3/4): 66-83, jul.-dez. 1963. tab
Artigo em Português | SES-SP, HANSEN, SESSP-ILSLACERVO, SES-SP | ID: biblio-1229706

RESUMO

1. Tratou-se, de in¡cio, de definir os têrmos empregados no enunciado do tema, "terapêutica moderna" e "profilaxia espec¡fica", optando-se por interpret -los como referindo-se à sulfonoterapia e aos procedimentos gerais de profilaxia da lepra, tendo em vista que o qualificativo "espec¡fico" restringiria o assunto do item à quimioterapia de contatos. Procurou-se demonstrar a supremacia dos medicamentos sulfônicos no tratamento da lepra, atravé dos pronunciamentos das conferências e congressos nacionais e internacionais. 2. Evidencia-se a influência inconteste da sulfonoterapia nos conceitos clássicos da profilaxia, processada progressivamente, culminado no Seminário de Belo Horizonte, quando se recomenda a abolição do isolamento compulsório e sua substituição pelo tratamento de todos os doentes e a vigilância de seus contatos. Conceito ratificado, em suas linhas gerais, pelo Congresso de Tóquio. 3. Estudam-se minuciosamente os resultados da sulfonoterapia, que permitiram esta alteração na orientação profilática; a influência nos fenômenos de mutação de forma, impedindo a transformação I para L, por uma parte, e por outra, sua capacidade de reduzir a infecciosidade dos casos contagiantes e, consequentemente, reduzir progressivamente o "potencial" de difusão da "endemia". Ambos os fatos são exaustivamente documentados com observações de leprólogos nacionais e estrangeiros e com as recomendações e resoluções das reuniões internacionais. 4. Aspecto importante é focalizado sob o t¡tulo de "limitações de sulfonoterapia", principalmente no que se refere à redução do potencial de difusão da endemia. As mais notórias limitações da sulfonoterapia são postas em destaque, principalmente o largo tempo necessário à esterilização dos focos contagiantes, as possibilidades de reca¡das e o aparecimento de sulfono-resistência, tendo como consequencia, de importância profilática, a formação de casos secundários desses focos, apesar do tratamento sulfônico. Documenta-se com a ob...


Assuntos
Hanseníase/fisiopatologia , Hanseníase/prevenção & controle , Sulfonas/uso terapêutico
17.
In. Congresso Internacional de Leprologia, 8. Congresso Internacional de Leprologia, 8/Anais. Rio de Janeiro, Serviço Nacional de Lepra, 1963. p.414-37, graf, tab.
Não convencional em Português | LILACS-Express | SES-SP, HANSEN, SESSP-ILSLACERVO, SES-SP | ID: biblio-1244456
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