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1.
Bull World Health Organ ; 52(1): 57-62, 1975.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-764995

RESUMO

The study concerns 337 outpatients with lepromatous leprosy who had been receiving dapsone treatment for 1-26 years-69% of them regularly and 31% irregularly. Routine bacterial examination (10 min per slide) by a paramedical technician showed only 50% of these patients to be bacteriologically positive. This rate attained 99% when each slide was examined for 30-60 min by a qualified bacteriologist. Other factors-apart from the limited action of sulfones-might account for these unexpected results: the material was collected by an experienced leprologist; the disease was still clinically active in 75% of the patients; about 25% of them had been treated for only 1-4 years; and the intake of dapsone in long-term treatment gradually decreases.


Assuntos
Hanseníase/microbiologia , Mycobacterium leprae/isolamento & purificação , Sulfonas/uso terapêutico , Humanos , Hanseníase/tratamento farmacológico , Mucosa Nasal/microbiologia , Pele/microbiologia
3.
Bull World Health Organ ; 48(3): 323-34, 1973.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-4270384

RESUMO

A controlled study of the efficacy of BCG vaccination for the prevention of leprosy began in Burma at the end of August 1964. This paper presents the findings after 7 years-i.e., the results of 6 annual follow-up examinations up to the end of June 1971. The incidence rate in BCG-vaccinated children 0-4 years of age at intake was lower than that in children in the control group. The protection conferred by BCG was relatively low (44%) and applied only to early cases of leprosy, the great majority tuberculoid cases. BCG vaccination did not protect household contacts or children 5-14 years of age who were not exposed in the household. This reduction must be interpreted in the light of several factors: form of leprosy, bacterial status, lepromin reactivity, evolution of cases, and level of endemicity. Consequently it does not seem probable that the reduction in incidence would substantially affect the pattern or trend of the disease in an area similar to that where the study is being carried out; the probability would be much lower if not nil in regions of relatively low endemicity (1-2 per 1 000 or less).


Assuntos
Vacina BCG , Hanseníase/prevenção & controle , Adolescente , Adulto , Criança , Pré-Escolar , Ensaios Clínicos como Assunto , Feminino , Seguimentos , Humanos , Lactente , Hanseníase/epidemiologia , Masculino , Mianmar , Organização Mundial da Saúde
4.
Bull World Health Organ ; 48(1): 107-11, 1973.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-4267841

RESUMO

Most of the data on the site of early skin lesions in leprosy were obtained from the case histories of registered patients, mainly those in leprosy institutions and who had had the disease for one or more years. Such information should be treated with reservation. The purpose of this study was to determine, in a highly endemic area, the site of early skin lesions in 28 220 children who, after screening, were kept under close surveillance and re-examined yearly. In 469 patients with a single lesion, this was most often located on the thighs or buttocks, followed by the arms, forearms, legs, and lumbar region. This finding is of interest mainly for diagnostic purposes. The predilection of single early lesions for certain regions of the body does not appear to depend on whether these parts are exposed or not.


Assuntos
Hanseníase/diagnóstico , Manifestações Cutâneas , Criança , Humanos , Mianmar , Fatores de Tempo
10.
In. Congresso Internacional de Leprologia, 8. Congresso Internacional de Leprologia, 8/Anais. Rio de Janeiro, Serviço Nacional de Lepra, 1963. p.284-94, tab.
Não convencional em Português | LILACS-Express | SES-SP, HANSEN, SESSP-ILSLACERVO, SES-SP | ID: biblio-1244339
11.
In. Congresso Internacional de Leprologia, 8. Congresso Internacional de Leprologia, 8/Anais. Rio de Janeiro, Serviço Nacional de Lepra, 1963. p.445-61, tab.
Não convencional em Português | LILACS-Express | SES-SP, HANSEN, SESSP-ILSLACERVO, SES-SP | ID: biblio-1244360
12.
In. Congresso Internacional de Leprologia, 8. Congresso Internacional de Leprologia, 8/Anais. Rio de Janeiro, Serviço Nacional de Lepra, 1963. p.360-75, tab.
Não convencional em Português | LILACS-Express | SES-SP, HANSEN, SESSP-ILSLACERVO, SES-SP | ID: biblio-1244451
13.
In. Congresso Internacional de Leprologia, 8. Congresso Internacional de Leprologia, 8/Anais. Rio de Janeiro, Serviço Nacional de Lepra, 1963. p.497-502, tab.
Não convencional em Português | LILACS-Express | SES-SP, HANSEN, SESSP-ILSLACERVO, SES-SP | ID: biblio-1244465
16.
Rev. bras. leprol ; 28(3): 129-140, set. 1960.
Artigo em Português | SES-SP, HANSEN, SESSP-ILSLACERVO, SES-SP | ID: biblio-1229629

RESUMO

Os AA. consideram a posição da lepra dimorfa ("borderline") na classificação, baseados em 28 casos e nos seguintes elementos: características clínicas, bacterioscopia, histologia, prova lepromínica, freqüência e origem. Julgam que a lepra dimorfa é apenas uma fase de transição, que raramente ocorre no curso da moléstia ou por influência da terapêutica. Em alguns doentes, comporta-se de modo semelhante à lepra tuberculóide em reação, regredindo após alguns meses de tratamento, enquento em outros, exige até 3 ou 4 anos para sua evolução. Como a lepra evolui em "câmara lenta", esta fase persiste por tempo maior ou menor, mas constituiria apenas um fato de passagem entre uma forma e outra. Sendo assim e pela sua raridade, pensam que o grupo dimorfo deve ser exclu¡do da classificação; está, além de ser científica, deve possuir também cunho prático, abrangendo, de preferência, as formas comuns da molèstia e nâo raras ou os aspectos transicionais. Os AA. aguardam a oportunidade de ampliar o material e, inclusive, obter ou apreciar os resultados de exames sorológicos e bioqu¡micos, para confirmar ou modificar a presente opinião.


Assuntos
Hanseníase Dimorfa/diagnóstico , Hanseníase Dimorfa/fisiopatologia , Hanseníase Dimorfa/imunologia , Hanseníase Dimorfa/microbiologia , Hanseníase Dimorfa/reabilitação
18.
Rev. bras. leprol ; 27(4): 172-182, out.-dez. 1959. ilus, tab
Artigo em Português | SES-SP, HANSEN, SESSP-ILSLACERVO, SES-SP | ID: biblio-1229604

RESUMO

A presente observação, resultado da ampliação de trabalhos anteriores (1953-1957), procura esclarecer certos pontos contravertidos, com referência a r. de Mitsuda em doentes e comunicantes de lepra. A histopatologia da r. de Mitsuda foi esquematizada do seguinte modo: 1º) Histologia positiva: - inflitrado tuberculóide, com bacilos ausentes ou raros; 2º) Histologia negativa: - infiltrado inflamatório simples com bacilos ausentes ou raros, ou infiltrado granulomatoso sem estrutura tuberculóide, com bacilos em apreciável número; pode-se encontrar também infiltrado lepromatoso em regressão (lesão pre-existente); 3º) Histologia "falando a favor de se tratar de lesão positiva": - infiltrado com tendência à formação de estruturas nodulares, com bacilos ausentes ou raros. Os resultados agrupados nos quadros 1 e 2 e gráfico 1 foram os seguintes: 1) As lepromino - reações negativas e fortemente positivas (3+) correspondem a aspectos histológicos extremos; 2) A reação duvidosa pode evidenciar certo grau de resistência; 3) A reação de 1+ nos lepromatosos corresponde à estrutura negativa na maioria dos casos e jamais foi francamente positiva; 4) A reação de 1+ na lepra indeterminada e nos comunicantes, pouco vêzes corresponde à histologia negativa, o que não aconteceu na lepra tuberculóide; na lepra lepromatosa corresponde a uma reação negativa e "falando a favor"; 5) As reações de 1+ e 2+ tem semelhanças histol¢gicas embora os resultados sejam mais satisfatórios para os 2+ (diferenças significante), sendo que na lepra I e T, bem como nos comunicantes a leitura clínica de 2+ poucas vêzes corresponde a histologia negativa. 6) A histologia negativa nos casos de r. 1+ e 2+ explica a reativação da moléstia em certos doentes e inclusive o aparecimento de lepra lepromatosa nos comunicantes; 7) H  nítida diferença entre os resultados da histologia do Mitsuda nos casos de lepra; nos comunicantes a histologia foi negativa em 22,6%; 8)...


Assuntos
Antígeno de Mitsuda/fisiologia , Antígeno de Mitsuda/imunologia , Hanseníase/patologia
19.
Rev. bras. leprol ; 27(1): 17-32, jan.-mar. 1959. tab
Artigo em Português | SES-SP, HANSEN, SESSP-ILSLACERVO, SES-SP | ID: biblio-1229580

RESUMO

Em 250 casos de lepra nos quais foi feito preliminarmente a classificação clínica de acôrdo com o esquema de Madrid, o A. se propós verificar o acêrto dessa medida, confrontando-se com a histologia, bacteriologia e imunologia. 1) Com referência ao grupo I houve concordância clínico-histológica em 90% dos casos. A bacteriologia nêsses doentes mostrou-se 3% positiva no muco nasal, 14% nas lesões e 20% nas biopsias. A ração de Mitsuda foi de 46% positiva. 2) Quanto ao tipo T as biópsias revelaram 50% de resultados confirmativos e cêrca de 20% de estruturas TR. Houve ainda 30% de infiltrados indiferenciados e 2% de lepromatosas. A bacterioscopia dêsse tipo forneceu 4% de mucos positivos e 9% nas lesães; menos de 9% das biopsias revelaram BAAR. O Mitsuda foi positivo em 82% dos casos. 3) Variedade TR - 50% de confirmações histológicas, mais 33% de estruturas tuberculóides simples. Muco nasal positivo em 5% dos pacientes e 16% das lesões, 30% das biopsias com bacilos. Mitsuda também positivo em cêrca de 82%. 4) Tipo L - (lesões incipientes). Houve confirmação em 77% dos doentes. Bacterioscopia positiva em 15% dos mucos; 100% das lesões e 92% das biopsias - Mitsuda 100% negativo. 5) Grupo "BL" - Apenas 18% de estruturas "lim¡trofes" (exame de uma única biopsia). Demais respostas, L. e TR. Baciloscopia positiva em 45% dos mucos e 100% das lesões e biopsias - Mitsuda 80% negativo. Conclusão - Na grande maioria das vêzes o médico prático poder  enquadrar perfeitamente um caso de lepra dentro da classificação de Madrid, baseando-se apenas nos elementos clínicos. Há  maior dificuldade para o grupo "BL" que constitue a minoria dos pacientes a serem examinados. Mesmo nêsses pacientes, o exame clínico poder  fornecer melhores esclarecimentos que o resultado de uma única biopsia.


Assuntos
Hanseníase/classificação , Hanseníase/epidemiologia , Hanseníase/fisiopatologia , Hanseníase/história , Hanseníase/prevenção & controle , Hanseníase/transmissão , Saúde Pública/classificação , Saúde Pública/história
20.
Rev. bras. leprol ; 26(3/4): 273-293, jul.-dez. 1958. tab, graf
Artigo em Português | SES-SP, HANSEN, SESSP-ILSLACERVO, SES-SP | ID: biblio-1229571

RESUMO

Os AA. tentando testar o rendimento dos exames de cominicantes através de convocações, verificaram que: A - Comparecimemtos: 1º) Em três experiências onde se usou exclusivamente êsse sistema, o índice médio de comparecimento foi cêrca de 28%; 2º) Em outra experiência onde determinado número de visitas foram completadas com convocação por autoridades locais, o índice de comparecimento foi mais satisfatório; 3º) Numa última localidade (experiência nº 5), de menor prevalência, pôde ser realizada uma penetração praticamente em 100% dos casos, mediante visitas aos faltosos à convocação. 4º) Uma 2º convocação nas localidades referentas às experiências 2, 3 e 4, acusou comparecimento muito mais baixo (12%); B - "Rendimento-doente": 1º) Na experiência nº (Bragança), de convocações completadas por visitas, obteve-se 17 novos doentes, sendo 15 entre 555 comunicantes (2,8%); 2º)A porcentagem média de doentes despistados à 1º convocação, nas experiências 2, 3 e 4, foi pouco menor de 1%; 3º) O número de doentes, verificados na 2º convocação nos municípios de Araras (nº 2) e Piraçununga (nº3) foi relativamente maior; 4º) A experiência nº 5 (Cosmópolis) feita através de visitas e convocações, rendeu apenas 1 doente (1% dos comunicantes). Nesse município a vigilância anterior teria sido feita com mais intensidade. 5º) "Rendimento-doente" muito baixo pela simples convocação nos munic¡pios de alta incidência, teria que ser naturalmente maior se antingíssimos os 2/3 de comunicantes faltosos. C)- Trabalho domiciliar: 1º) A tentativa das visitas domiciliares nos grandes focos, mostrou-se muito difícil, talvez impraticável; 2º) Nos locais de pequena incidência foi possível uma busca praticamente integral; 3º) A experiência com educadoras sanitárias mostrou-se favorável em pequenas áreas, porém com fraco rendimento nos centros maiores. D)- Reação de Mitsuda: 1º)O comparecimento para leitura de Mitsuda atingiu 60%, com resultados positivos e negativos equivalentes...


Assuntos
Hanseníase/epidemiologia , Hanseníase/etiologia , Hanseníase/etnologia , Hanseníase/história , Hanseníase/prevenção & controle , Hanseníase/transmissão
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